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Saturday, August 5, 2023

Números infernais! Diablo IV é o jogo mais vendido de junho nos EUA - MeuPlayStation

Informações divulgadas por analistas do Circana revelaram que Diablo IV foi o jogo mais vendido de junho nos Estados Unidos. Lançado no início do mês pela Blizzard, o título superou concorrentes de peso, como Street Fighter 6 e Final Fantasy XVI.

Mat Piscatella, do antigo NPD Group, divulgou a lista dos 20 games mais procurados pelo consumidor norte-americano. Os títulos teriam contribuído com receitas recordes no mês de junho (US$ 4,7 bilhões), ficando atrás apenas do mesmo período em 2021 (US$ 4,8 bilhões).

Além de incluir Diablo IV no topo, o ranking de jogos nos EUA consolidou as expectativas por Marvel’s Spider-Man 2. Com lançamento marcado para 20 de outubro, o game teria estimulado os fãs a adquirem o primeiro game e o spin-off Miles Morales.

diablo iv
Fonte: Blizzard

Confira abaixo o top 20 de jogos mais vendidos no mês:

  1. Diablo 4
  2. Final Fantasy XVI
  3. Street Fighter 6
  4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
  5. Hogwarts Legacy
  6. Call of Duty: Modern Warfare II
  7. Star Wars Jedi: Survivor
  8. MLB The Show 23
  9. Marvel’s Spider-Man: Miles Morales
  10. Marvel’s Spider-Man
  11. FIFA 23
  12. Mario Kart 8
  13. Dead Island 2
  14. Minecraft
  15. F1 23
  16. Elden Ring
  17. Story of Seasons: A Wonderful Life
  18. God of War Ragnarok
  19. Resident Evil 4
  20. Super Smash Bros. Ultimate

Diablo IV, jogo que vendeu mais rapidamente na história da Blizzard, está disponível para PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series e PC.

Blizzard confirma lançamento de “patch da redenção” para Diablo IV

Após a liberação de um patch problemático em Diablo IV, a Blizzard atendeu o pedido dos fãs e anunciou a chegada de uma atualização. Com melhorias, o update aplicará muitos buffs e promete ajustar algumas falhas de balanceamento de classes. Clique aqui para saber mais.

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Trailer de Project L apresenta gameplay de Yasuo, o Imperdoável; assista! - MeuPlayStation

Com o início da EVO 2023, a Riot Games divulgou o gameplay de Yasuo, o Imperdoável, campeão confirmado em Project L. No jogo de luta derivado de League of Legends, o espadachim terá habilidades rápidas de batalha e muitas opções de combos.

O trailer traz quase quatro minutos de jogabilidade e está disponível em 4K. As imagens também revelam novidades sobre as mecânicas de combate de Yasuo, como os golpes de espada e o poder de “dominar” o ar.

“Yasuo é um mestre espadachim que manipula o vento com sua lâmina. Além disso, ele pode entrar e sair de uma postura versátil, ganhando ferramentas para cada situação. Ele pode jogar melhor com misturas, ir para o ar para combos realmente técnicos, jogar na defesa com sua parede de vento ou, honestamente, apenas vencer de forma neutra”, comenta o designer-chefe Alex Jaffe (via Gematsu).

Assista abaixo o novo vídeo de jogabilidade de Project L:

Project L segue sem previsão de lançamento ou plataformas confirmadas.

Mais campeões de Project L estarão jogáveis na EVO 2023

De acordo com a Riot Games, Yasuo será apenas um dos personagens de Project L que estarão jogáveis no torneio de jogos de luta. Ao lado do campeão, Darius, Ekko e Ahri também integrarão o line-up de opções.

Quais suas expectativas para o título? Será que o game vem forte no cenário competitivo? Comente!

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Friday, August 4, 2023

Echo Dot e mais dispositivos com Alexa estão com até R$ 200 de desconto - TechTudo

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  1. Echo Dot e mais dispositivos com Alexa estão com até R$ 200 de desconto  TechTudo
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Symphony of the Night e os desafios de localizar jogos - Meio Bit

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, localizar um jogo para outro idioma é uma tarefa bastante complexa. Esse é um trabalho que vai além da simples tradução dos textos, exigindo dedicação, jogo de cintura e profundo conhecimento de ambas as línguas. E quando esse processo envolve dublagem, ele se torna ainda mais complicado, como explica a pessoa responsável por trazer o Castlevania: Symphony of the Night para o inglês.

Castlevania: Symphony of the Night

Crédito: Reprodução/Jhony Caballero/ArtStation

Adorado pela sua ótima jogabilidade, belíssimos gráficos 2D e uma das trilhas sonoras mais fantásticas de todos os tempos, é fácil encontrar adjetivos para elogiar o Castlevania: Symphony of the Night. Porém, se tem um aspecto daquele jogo que sempre dividiu opiniões, chegando até mesmo a virar piada, foi a sua dublagem.

O processo de localização do título foi comandado por Jeremy Blaustein, sujeito que seria o responsável pela inclusão daquela que talvez seja a frase mais icônica da franquia Castlevania, a "What is a man? A miserable little pile of secrets," que ele retirou do livro A condição Humana, de André Malraux.

Blaustein depois também ficaria conhecido por traduzir outros jogos que se tornariam clássicos, como Metal Gear Solid, Snatcher, Silent Hill, Shadow Hearts e Shenmue. Porém, no caso da aventura protagonizada por Alucard, o tradutor não participaria de uma etapa que se tornaria crucial: a dublagem.

Mais de duas décadas após o lançamento do Castlevania: Symphony of the Night, o tradutor conversou com John Szczepaniak enquanto este estava escrevendo o livro The Untold History of Game Developers: Volume 5, quando Jeremy Blaustein deu sua visão sobre o motivo para aquela dublagem ter saído tão... peculiar. Para ele, tudo se deve ao fato de um não-nativo em inglês ter dirigido os atores.

Castlevania: Symphony of the Night no Xbox 360 (Crédito: Reprodução/BurningStickMan/MobyGames)

“O Symphony of the Night, só para você saber, foi feito pelo meu antigo parceiro de negócios, amigo e colega. E eu fiz o roteiro, o traduzi. E então, ele estava trabalhando na Konami e supervisionava a produção de vozes. Então, ele tinha os atores à frente e eles atuavam. E eles tinham restrição de tempo e a fita continuava rodando. E tudo se resume à sua capacidade de ouvir aquele inglês nativo, equilibrá-lo com a biblioteca de filmes, livros, vídeos e coisas que viu em inglês em sua longa história em ser americano — que era nenhuma, porque ele era japonês.

O que estou dizendo é que, quando você dirige algo e está ouvindo um cara se apresentar, o que você deve fazer é pesar isso. Por exemplo, se eu escrevi as falas, eu sei exatamente como quero que elas soem. Eu sei o que está acontecendo. Eu conheço o conteúdo emocional da cena. Quando ouço um cara, posso julgá-lo muito bem, porque sou um falante nativo e tenho um bom ouvido. Mas se ouvisse um cara em japonês, não poderia dizer com segurança se ele estava sendo um bom ator ou não, ou se ele era fiel ao gênero policial japonês dos anos 1970. Sabe o que estou dizendo? Se trata de conseguir as pessoas certas para o trabalho.”

Pode até soar que Blaustein tentou jogar a responsabilidade para outra pessoa, mas acredito que essa não tenha sido sua intenção. Na entrevista ele chega a dizer que seria a pessoa errada para localizar um jogo de inglês para japonês, algo que fatalmente “iniciaria uma cadeia de eventos que levaria a um trabalho malfeito.”

“A capacidade de falar uma língua a ponto de fazer qualquer coisa e ir a qualquer lugar ou algo assim é uma coisa, mas a habilidade de perceber o quão bem uma pessoa está se emocionando em uma certa cena é algo bem diferente,” defendeu o tradutor. “São dois níveis realmente diferentes, mas de uma perspectiva de terceiros, posso entender que isso não seja tão óbvio.”

Julgando pelo que temos hoje, com a quantidade impressionante de dinheiro que costuma ser gasto numa grande produção, pode parecer absurdo a Konami ter cometido um erro tão básico. Porém, é preciso levar em consideração o cenário da época, quando a dublagem em jogos ainda estava dando seus primeiros passos e com a empresa acreditando que o Castlevania: Symphony of the Night não teria muita chance no ocidente.

Castlevania: Symphony of the Night

Crédito: Reprodução/Zovni/MobyGames

Na ocasião, deste lado do planeta o primeiro PlayStation era visto como uma máquina voltada principalmente para os gráficos poligonais e algo como aquele jogo poderia ser encarado como um retrocesso, uma volta à geração 16-bit. Isso fez com que aquele Castlevania recebesse pouca verba, tanto para a sua divulgação quanto para a localização. Assim, como exigir que aquelas pessoas entregassem um trabalho digno de Hollywood?

O curioso é que a aposta da Konami estava certa, já que inicialmente o Symphony of the Night não se traduziu num sucesso comercial nos Estados Unidos. O seu reconhecimento só aconteceria com o passar do tempo, com ele chegando a ser relançado digitalmente em 2006 para o Xbox 360. Já no ano seguinte seria a vez do clássico reaparecer, dessa vez no PSP como um conteúdo desbloqueável no Castlevania: The Dracula X Chronicles.

O interessante sobre esta versão é que a Konami decidiu fazer algumas alterações na aventura de Alucard, incluindo mudanças no roteiro e na própria dublagem, que foi totalmente regravada com novos atores. A decisão não agradou aqueles que tinham uma certa nostalgia pela macarrônica dublagem original e quando o Castlevania Requiem: Symphony of the Night and Rondo of Blood foi lançado, muitos se decepcionaram por a empresa ter repetido o “erro”, já que o jogo foi baseado naquela versão para o portátil.

Confesso que mesmo tendo jogado (e adorado) o Symphony of the Night quando ele chegou ao primeiro PlayStation, sempre achei sua dublagem muito exagerada e por isso não me incomodou a versão repaginada lançada anos depois. Agora, o que nunca entendi foi eles terem mudado as falas dos personagens. Para mim, pensar naquele Castlevania sempre me fará lembrar primeiro de uma coisa: “What is a man?...”

Fonte: Time Extension

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Google começa a notificar usuários quando suas informações de contato surgem na internet - Olhar Digital

O Google está tornando cada vez mais fácil encontrar e remover nossas informações pessoais de contato dos resultados de busca.

A empresa, agora, vai passar a enviar notificações para o smartphone do usuário quando a ferramenta de busca encontrar na internet seu telefone, endereço ou e-mail, permitindo analisá-la e solicitar a remoção da informação nos resultados de pesquisa.

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Leia mais:

Resultados sobre você

  • Essas informações virão da tela “Resultados sobre Você”, presente nas versões mobile e web, lançado em setembro do ano passado;
  • Com a atualização, você pode encontrar a informação no Google sem precisar fazer a pesquisa você mesmo;
  • Uma vez que você insere suas informações pessoais, a tela vai automaticamente puxar sites que contenham quaisquer correspondências, permitindo a revisão de qualquer página que esteja online e, então, submeter requisição para removê-la do mecanismo de busca.
Página inicial do “Resultados sobre Você” (Imagem: Google)

Anteriormente, o Google te obrigava a realizar a pesquisa por suas informações pessoais por conta própria e, só então, pedir a remoção via formulário. Essa novidade mostra grande evolução no serviço de remoção de informações desejadas da ferramenta de pesquisa da empresa, seu carro-chefe.

Estando preocupado com seus dados surgindo no Google no futuro, dá para permitir notificações push para alertá-lo sobre novos resultados, algo anunciado no ano passado.

Você ainda pode rastrear suas requisições do hub do Google, que mostra seu progresso, aprovações, negações, e requisições não-realizadas.

Cuidado

A informação, quando deixa de aparecer nos resultados de busca do Google, não sai totalmente da web. Enquanto a página com suas informações estiver online, as pessoas ainda conseguirão acessá-las.

Além disso, o Google tem algumas regras sobre quais conteúdos pode remover de seu mecanismo, além de não ser possível retirar resultados advindos de páginas governamentais e de instituições educacionais.

De qualquer forma, esse é um importante avanço em como os usuários podem solicitar a remoção de informações pessoais do Google, que, até então, era burocrática. Isso é muito importante para vítimas de doxxing.

Disponibilidade

De momento, o recurso está disponível somente nos EUA e em inglês, sendo que o Google afirmou estar trabalhando para liberar a ferramenta para outros idiomas e países “em breve”.

Com informações de The Verge

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Thursday, August 3, 2023

The Last Hope: quando a imitação não é um bom elogio - Meio Bit

Poucos são os jogos que podem se orgulhar por implementarem conceitos realmente originais e particularmente não vejo problemas naqueles que se inspiram em grandes sucessos para alcançar seu público. Porém, existe uma grande diferença entre inspiração/homenagem e cópias descaradas e um jogo chamado The Last Hope – Dead Zone Survival serve para ilustrar isso muito bem.

The Last Hope

Crédito: Divulgação/West Connection Limited

Desenvolvido em conjunto pela VG Games e a West Connection Limited, The Last Hope causou um certo frisson na internet nas últimas semanas não pela sua proposta, mas por ser uma cópia vagabunda do aclamado The Last of Us para o Nintendo Switch.

Nele teríamos que sobreviver a um apocalipse zumbi, com o protagonista Brian Lee sendo acompanhado por Eve, uma garota que poderia ser descrita como uma “Ellie da Shopee”. No trailer de divulgação, o herói era descrito como um soldado e pai que foi enviado para o futuro para salvar o mundo, uma premissa ridícula, mas que é apenas uma pequena parte de um pacote muito maior.

No vídeo podíamos ver um personagem genérico atirando em mortos-vivos muito malfeitos, com a cidade em que se passa a aventura contando com poucos detalhes e nenhuma criatividade. Já a página do que The Last Hope no eShop dizia o seguinte:

“Ao navegar pelas traiçoeiras ruas da cidade, você encontrará diversos locais que são a chave para sua sobrevivência. Viaje até a biblioteca para proteger uma garota inocente de ousados zumbis, vá até a farmácia para obter suprimentos médicos vitais, explore a delegacia de polícia para se equipar com armas poderosas e aventure-se nas profundezas escuras dos túneis do metrô, onde horrores inesperados o aguardam. Cada local apresenta seu próprio conjunto de desafios que o aproximam de seu objetivo final: escapar da cidade em um navio para um porto seguro e salvar a garota, pois cada vida importa quando tudo o que resta é a Última Esperança.”

Mas a falta de criatividade não era o que de pior o jogo tinha a nos oferecer. Bastou ele ser lançado para descobrirmos que o conteúdo também não era seu forte. Após uma avaliação feita pelo pessoal do Digital Foundry, eles se depararam com uma cidade minúscula, contando basicamente com uma rua e poucos edifícios que podem ser explorado. Isso faz com que a campanha possa ser tranquilamente concluída em menos de 20 minutos, mas este nem é o maior problema do jogo.  

Crédito: Reprodução/YouTube

Com o desempenho podendo ser descrito como sofrível, as quedas na taxa de frames são constantes, bugs e glitchs estão por todos os lados e o jogo ainda sofre com uma jogabilidade porca, com a munição sendo escassa e o sistema de resistência sendo um dos piores já vistos. Isso porque a barra não regenera com o passar do tempo, nos obrigando a pensar bem antes de partirmos para ataques corpo-a-corpo, já que poderemos encontrar apenas três itens capazes de nos dar mais fôlego.

Tamanha escassez de recursos fez o Digital Foundry chegar à conclusão de que só poderemos matar cerca de 65 zumbis durante a campanha, isso se não errarmos disparos, soubermos utilizar o taco de baseball corretamente e não corrermos.

E para ilustrar a falta de cuidado por parte dos desenvolvedores, podemos citar um minigame em que precisamos arrombar a porta de um carro de polícia. Enquanto estivermos usando uma gazua para conseguir entrar no veículo, os zumbis poderão nos atacar, mas inacreditavelmente o jogo não nos dá nenhum sinal de que isso está acontecendo. Assim, o provável é que você acabe sendo morto sem nem saber que estava sendo atingido.

Considera essa uma grande falha de projeto? E se eu te disser que em alguns pontos a interface nos pede para pressionar a tecla E para abrirmos uma porta? Sim, isso num jogo para o Nintendo Switch, onde essa tecla nem existe!

Eu nem entrarei no mérito dos muitos assets obtidos na loja da Unity Engine, pois eles estão lá para serem utilizados. Porém, tudo isso tem feito com que o The Last Hope já seja apontado por muitos como o pior jogo lançado em 2023, com ele tendo apenas duas avaliações por parte da imprensa no Metacritic. O público também não gostou do que lhes foi oferecido, com a média por lá estando em apenas 1.8 (apenas quatro avaliações) e ao que tudo indica, o interesse pelo jogo não deverá aumentar.

Embora tenha chegado à loja do Switch pelo preço de 8,99 libras esterlinas, o título esteve em promoção até o dia 13 de julho, quando podia ser adquirido por meras 0,99 libras. Contudo, agora ele não pode mais ser encontrado, já que alegando violação de direitos autorais, a Sony conseguiu derrubar tanto a venda quanto a divulgação do trailer no YouTube.

O que não sabemos ainda é se os japoneses chegaram a acionar judicialmente a VG Games e a West Connection Limited, empresas que, por sinal, possuem um histórico de “homenagens” a marcas conhecidas. São eles os responsáveis por pérolas como World War: Battle Heroes Field Army Call of Prison Duty Simulator, Gangster Life: Criminal Untold, Cars, Theft, Police, Gangster Life: Untold, Farm Simulator e Shark Attack: Fish Predator Ocean Sea Adventure Survival.

The Last Hope

Crédito: Reprodução/YouTube

Verdade seja dita, essa tentativa de conseguir vendas para jogadores desavisados não é exclusividade dessas companhias. O eShop é uma loja que está infestada de jogos com a qualidade abaixo da crítica, algo que nos habituamos a chamar de shovelware. São títulos vendidos por valores baixos e desenvolvidos rapidamente, quase sempre usando nomes chamativos e exibindo screenshots bem diferentes daquilo que encontraremos ao jogar.

Por um lado, é bom que a Nintendo facilite a publicação de jogos na sua loja virtual, mas ao fazer isso a empresa acaba abrindo as portas para uma enxurrada de porcarias e ainda pior, para produções próximas a um golpe. É triste pensar que algumas pessoas podem acabar adquirindo esses títulos por engano, assim como é triste a impressão de que o eShop virou terra de ninguém.

Também há de se lamentar os estúdios independentes sérios que acabam tendo uma enorme dificuldade de se destacar em meio a esse chorume. Os jogos mais bem-sucedidos podem não sofrer com isso, mas entre tantas porcarias há alguns títulos interessantes e baratos que nunca chamarão a nossa atenção, até por ficarmos com medo deles serem apenas mais uma cópia barata (e safada) de alguma grande produção.

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Chun-li pelada interrompe campeonato de Street Fighter 6 - Canaltech


Chun-li pelada interrompe campeonato de Street Fighter 6

Por Durval Ramos | Editado por Jones Oliveira | 02 de Agosto de 2023 às 14h05

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Esta matéria contém conteúdo que pode ser considerado sensível.

Uma situação inusitada interrompeu um campeonato online de Street Fighter 6 organizado via Twitch. Um jogador entrou na disputa utilizando um mod do jogo que fazia com que a personagem Chun-li aparece pelada no meio da luta, forçando a organização a cortar a transmissão por um tempo.

A confusão aconteceu porque a modificação estava instalada na máquina do anfitrião do torneio realizado pelo canal Corner2Corner. Embora uma explicação oficial não tenha sido dada, a hipótese mais provável é que o mod foi esquecido ativo no computador e, quando um jogador escolheu a icônica personagem, ela entrou em cena nua.

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A situação obviamente virou motivo de piada, com os próprios narradores e comentaristas da partida brincando com o episódio após a transmissão ser retomada segundos depois do deslize ser corrigido. Contudo, stream e o clipe da Chun-li pelada foram logo retirados do ar, já que a política da Twitch não permite esse tipo de conteúdo.

Só que a internet não perdoa e é possível encontrar com certa facilidade registros desse curioso momento em vídeos nas redes sociais.

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E o irônico do “incidente” é que ele tenha acontecido justamente com Street Fighter 6, que é um jogo que tenta diminuir a sexualização exagerada de suas personagens femininas O maior exemplo disso é a própria Chun-li, que ganhou um design com menos partes do corpo à mostra, assim como Cammy voltou a vestir calças.

Street Fighter 6 está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series S, Xbox Series X e PC

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