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Friday, January 19, 2024

Samsung lista aparelhos que vão ganhar recursos de câmera do S24 - Canaltech

Após apresentar os novos recursos e melhorias para a câmera no modelo Galaxy S24, a Samsung divulgou quais aparelhos antigos vão receber algumas dessas funções. As informações foram compartilhadas pela fabricante sul-coreana em uma página de suporte oficial.

Entre as funções que serão levadas para outros aparelhos da marca estão: novo modo de capturar imagens de longa exposição e criar imagens de 12 MP a partir do Motion Photos, sincronização entre dispositivos para edição de vídeo, HDR para aplicativos de rede social, função Single Take aprimorada e a capacidade de colorir imagens preto e branco com IA.

Aparelhos que serão atualizados

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Diferentes aparelhos da Samsung vão ganhar cada um dos novos recursos apresentados na linha Galaxy S24. Confira a distribuição anunciada pela fabricante:

Motion Photos

A nova função permite selecionar um frame do Motion Photos e salvar como uma imagem de 12 MP através da tecnologia de melhoramento por IA. Segundo a companhia, essa opção será disponibilizada na atualização para a One UI 6.1 nos aparelhos compatíveis.

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Além disso, as fotos em movimento também ganham um modo para criar efeito de longa exposição em imagens. A Samsung informa que os modelos Galaxy S23, Galaxy S23 FE, Galaxy S22, Galaxy Z Fold 5, Galaxy Z Flip 5, Galaxy Z Fold 4, Galaxy Z Flip 4 e tablets da série Galaxy Tab S9 receberão essa atualização.

Sincronização para edição

A fabricante atualizou o Samsung Studio, o editor de vídeo integrado que vem pré-instalado nos celulares e tablets da marca. Agora, o aplicativo conta com sincronização entre aparelhos para facilitar que um projeto de edição possa ser iniciado em um modelo Galaxy e concluído em outro.

De acordo com a companhia, essa novidade será levada para outros aparelhos com a One UI 6.1. No entanto, a sul-coreana não revelou exatamente quais modelos serão atualizados com essa opção de sincronização e informou que o update vai depender das especificações de cada série.

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HDR para redes sociais

Com o Galaxy S24, a Samsung apresentou uma solução para a diferença de qualidade entre a câmera do aparelho e a função de câmera em aplicativos de redes sociais (que usam a estrutura Android). O resultado é uma melhoria na qualidade de imagem para capturas nesses apps, em especial com a tecnologia HDR (High Dynamic Range).

Segundo a companhia, a visualização HDR para fotos está disponível a partir da série Galaxy S24, enquanto o modo HDR para vídeos será suportado também para as linhas Galaxy S23, Galaxy Z Fold 5 e Galaxy Z Flip 5.

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Single Take aprimorado

A versão aprimorada do modo Single Take que chega com o Galaxy S24 permite escolher a câmera antes de capturar imagens e vídeos, com as opções: ultrawide, 1x, 3x zoom, 5x zoom ou 10x zoom. A novidade inclui ainda o reconhecimento de animais de estimação para facilitar o registo de cães e gatos.

A Samsung confirmou que os modelos Galaxy S22, Galaxy S22+, Galaxy S22 Ultra, Galaxy S23 FE, Galaxy S23, Galaxy S23+, Galaxy S23 Ultra, Galaxy Tab S9, Galaxy Tab S9+, Galaxy Tab S9 Ultra, Galaxy Z Flip 4, Galaxy Z Flip 5, Galaxy Z Fold 4 e Galaxy Z Fold 5 vão receber esse recurso com a atualização para a One UI 6.1.

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Colorir imagens com IA

A One UI 6.1 conta com uma opção para colorir imagens monocromáticas (preto e branco) usando IA. A Samsung informou que esse recurso não chegará a aparelhos anteriores ao Galaxy S24, mas será disponibilizado em futuros modelos que tiverem um processador de alto desempenho e vierem com a One UI 6.1 pré-instalada.

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Veja onde já pousamos na Lua e quais países alunissaram - UOL

Em poucas horas, o Japão tentará se juntar a um seleto grupo de países que já pousaram na Lua. A tentativa, por sinal, empregará uma estratégia nunca antes tentada para o pouso e com níveis de precisão também nunca antes alcançados.

Até hoje, somente Estados Unidos, Rússia (na verdade, a União Soviética), China e Índia tiveram sucesso em pousos na Lua.

Os primeiros pousos com uso de robôs ocorreram em 1966. A União Soviética, em fevereiro daquele ano, chegou ao solo lunar com o Luna 9. Em junho do mesmo ano foi a vez dos EUA, com Surveyor 1.

Em 1969 vieram os históricos primeiros passos da humanidade na Lua, com a missão Apollo 11. Na ocasião, Neil Armstrong e Buzz Aldrin caminharam sobre a superfície lunar.

Já o último pouso lunar do século 20 feito por um robô ocorreu em agosto de 1976, com a missão Luna 24, da União Soviética.

Décadas depois, em 2013, a China pousou no satélite natural, com equipamento robótico.

E, finalmente, no ano passado, a Índia também conseguiu o feito.

Como vai funcionar a tentativa japonesa de pouso na Lua

O Japão confia na Slim (sigla para Smart Lander for Investigating Moon, ou Pousador Inteligente para Investigação da Lua) para concretizar o objetivo do pouso lunar. É a primeira tentativa estatal japonesa de tal feito. De 2007 a 2009, o país empreendeu a bem-sucedida missão orbital de mapeamento lunar, a partir da espaçonave Selene (também chamada de Kaguya).

O histórico recente do país, porém, não é positivo, considerando que a primeira tentativa dos japoneses de pousar um artefato na Lua, em 2023, a partir da empresa nipônica ispace, falhou ao tentar chegar à superfície do satélite natural.

A sonda japonesa que tentará o pouso nesta sexta entrou em órbita da Lua em 25 de dezembro. Ela vem manobrando recentemente para aumentar a aproximação com a superfície, até estar a 15 km dela. É a partir daí que começa a descida até a cratera Shioli.

Na inédita estratégia de pouso, o módulo descerá na vertical e, após tocar as pernas traseiras no solo, se assentará na horizontal.

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Mudança no WhatsApp pode facilitar propagação de fake news nas eleições - UOL

O aprimoramento de funcionalidades em canais no WhatsApp, divulgado nesta quarta-feira (17) pela plataforma, pode facilitar a propagação de desinformação nas eleições de 2024, segundo especialistas consultados pela Folha.

A empresa anunciou novos recursos à ferramenta que permitem envio unidirecional a um número ilimitado de usuários. Agora, os donos dos canais podem escolher até 16 administradores e têm acessos a novos itens que envolvem mensagens de voz, enquetes e o compartilhamento de cards no status —de modo similar aos stories do Instagram.

Os canais com número ilimitado de membros, agora atualizados, foram lançados no Brasil em setembro.

De modo geral, os especialistas ouvidos pela reportagem avaliam que não fica claro quais mecanismos a empresa pretende adotar para prevenir a proliferação no aplicativo de fake news e deepfakes, o que pode ser impulsionado pelos novos recursos disponíveis.

Segundo Pedro Gueiros, pesquisador de direito e tecnologia no ITS (Instituto Tecnologia e Sociedade) do Rio de Janeiro, o aperfeiçoamento das funcionalidades traz benefícios importantes para a comunicação responsável, mas também facilita a desinformação, sobretudo no período eleitoral.

"A sofisticação da tecnologia é inevitável, mas é preciso reforçar mecanismos para as pessoas saberem se a notícia é confiável", afirma ele.

Um exemplo de mecanismo importante a ser reforçado, defende o especialista, é o uso de sinalizadores que possam indicar uma mensagem potencialmente desinformativa, além do direcionamento para páginas de verificação.

Rafael Viola, professor em direito civil e tecnologia do Ibmec do Rio de Janeiro, por sua vez, avalia que os mecanismos de controle que plataformas como o WhatsApp têm para coibir a desinformação não estão claros.

"Como identificar a adulteração de uma voz, por exemplo? Não estão claros os mecanismos de controle que permitem identificar e responsabilizar quem intencionalmente vai usar da tecnologia para causar prejuízo, para disseminar desinformação", afirma.

Ele destaca que, apesar de a desinformação sempre ter existido, a possibilidade de comunicação imediata e em massa aumenta os riscos de interferência no debate democrático a partir da circulação de notícias falsas.

Para Viola, o país precisa avançar em novas regulações, com cuidado para não cair em censura prévia, que é proibida pelo ordenamento jurídico brasileiro.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tem mostrado preocupação com a propagação de fake news nas redes sociais no contexto das eleições municipais de outubro. O avanço das tecnologias em 2023 tornou mais sofisticada e acessível a elaboração das deepfake, que permitem a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial.

No dia 25, uma minuta de resolução sobre propaganda eleitoral, que trata também da utilização desse tipo de tecnologia para manipulação de conteúdos e das obrigações de big techs, será discutida em audiência pública na corte.

Fora essa resolução, há o PL das Fake News, que estabelece obrigações e normas de transparência para redes sociais e serviços de mensagens privadas, mas que está parado na Câmara dos Deputados —e sobre o qual a Meta, dona do WhatsApp, já se posicionou contra.

Ana Bárbara Gomes, diretora do Iris (Instituto de Referência em Internet e Sociedade), afirma que as recentes mudanças no WhatsApp podem implicar uma maior capacidade de organização de grupos com intenção de disseminar desinformação.

Em contrapartida, elas também podem ser úteis àqueles que têm o objetivo inverso, o de checar e corrigir informações falsas. "Também é uma forma de permitir que as agências de notícias trabalhem com mais robustez e equipe."

Um aspecto positivo dos canais, afirma, é a possibilidade de verificar quais deles são oficiais, a fim de se precaver em relação a notícias falsas.

Ela ressalta ainda o peso do aplicativo e de redes sociais em um cenário em que parcela relevante dos brasileiros não têm acesso ilimitado à internet. "Hoje mais de 70% dos usuários das classes D e E utilizam a internet apenas pelo celular, então é o meio mais popular de acesso para conseguir informação", explica.

A Folha perguntou à Meta como as mudanças divulgadas recentemente podem facilitar a propagação da desinformação e indagou que medidas a empresa planeja adotar para prevenir a disseminação de fake news no período eleitoral.

A empresa disse em nota que, após o lançamento dos canais, continua "o trabalho próximo aos checadores de fatos, que ganham uma nova ferramenta para fornecer às pessoas informações atualizadas e precisas sobre potenciais notícias falsas que circulam online".

Além disso, afirmou que os usuários têm escolha e controle sobre que canais seguir e que encoraja os usuários a verificarem fatos em fontes confiáveis. Disse ainda que os canais contam com ferramenta que limita o encaminhamento de atualizações.

Adicionalmente, o WhatsApp afirmou que "coopera diretamente com autoridades locais", incluindo o TSE, "por meio do cumprimento de ordens judiciais de fornecimento de dados coletados dos usuários", apontando que faz isso dentro das limitações da plataforma e em conformidade com a legislação brasileira.

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Thursday, January 18, 2024

Bebida energética e restos mortais: o que está a bordo de missão lunar fracassada que volta à Terra nesta quinta - GQ Brasil

O módulo Peregrine, fabricado pela companhia privada Astrobotic e cujo voo foi realizado em parceria com a agência espacial estadunidense (Nasa), deve voltar à Terra nesta quinta-feira (18), de acordo com nota publicada pela empresa. O veículo será queimado na reentrada, e escombros devem cair em uma região remota na porção sul do Oceano Pacífico.

"Os procedimentos executados pelo time buscam minimizar o risco de detritos atingirem o solo. A Astrobotic continua a trabalhar diretamente com a Nasa e outras autoridades governamentais competentes para mantê-las informadas e solicitar feedback quando apropriado", diz a companhia em nota.

A manobra dá fim aos 10 dias da jornada inuagural do módulo, marcada por uma falha fatal: um vazamento de combustível que tornou impossível realizar o pouso na Lua. Os propulsores também foram danificados, exigindo que o time realize um controle delicado para seu retorno à Terra.

O Peregrine foi lançado pelo foguete Vulcan Centaur da United Launch Alliance (ULA), que decolou da Estação da Força Espacial dos EUA, em Cabo Canaveral, no último dia 8. Caso fosse bem-sucedido, chegaria à Lua no dia 23 de fevereiro.

Cápsulas disponibilizadas pela empresa espacial Elysium para que amigos e familiares levem cinzas de seus falecidos para o espaço — Foto: Reprodução / Elysium Space
Cápsulas disponibilizadas pela empresa espacial Elysium para que amigos e familiares levem cinzas de seus falecidos para o espaço — Foto: Reprodução / Elysium Space

O que está a bordo do módulo?

A Nasa pagou US$ 108 milhões para que a espaçonave carregasse equipamentos (incluindo um sistema de pouso) para cinco experimentos realizados durante seu voo. Além disso, as empresas Celestis e Elysium Space, que vendem o conceito de 'enterros' espaciais, alocaram espaço para cinzas humanas e DNA humano, somando material biológico de ao menos 70 indivíduos.

Além disso, outro cliente da viagem é uma empresa de bebidas energéticos, que enviou uma solução em pó feita para que futuros astronautas possam misturá-la com água encontrada na Lua, segundo o jornal Sky News. Esses parceiros comerciais ajudaram a levantar fundos para viabilizar a jornada, mas também geraram desconforto: o cientista indígena Alvin Harvey, do povo Navajo, criticou o envio de restos mortais à Lua em carta publicada na revista Nature na terça-feira (16).

"A Lua é um espaço cultural compartilhado da humanidade", diz Alvin. "Para nós, a Lua é um antigo parente (...) e deveríamos ser cuidadosos, diligentes e respeitosos ao visitá-la."

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Cibercriminosos estão utilizando TV Boxes do Brasil para ataques hacker; veja - TecMundo

Um relatório de um grupo chinês de cibersegurança mostrou que incontáveis TV Boxes do Brasil estão infectadas com malwares. Os dispositivos infectados estão formando um botnet, que é uma rede controlada por cibercriminosos para realizar ataques DDoS, phishing e de outros tipos.

De acordo com o Qianxin Xlabs, laboratório com sede em Pequim, o botnet controlado pelo grupo criminoso “Bigpanzi” tem cerca de 170 mil bots ativos, sendo que a maioria foi localizada no Brasil. Além disso, a teia de malwares também está associada a 1,3 milhão endereços de IP únicos.

A infecção ocorre em TV Box Android pelo menos desde agosto, segundo o Qianxin Xlabs. Os cibercriminosos conseguem acessar os dispositivos via atualizações de firmware e aplicativos backdoor (espécie de portas dos fundos de um computador por onde hackers podem ter acesso ao sistema).

TV BoxMilhares de TV Boxes do Brasil estão servindo de "hospedeiros" para uma rede internacional de malwares (Imagem: Mara Duchetti/Getty Images)

O relatório produzido pelos chineses ainda informa que a distribuição dos nós do botnet está acontecendo principalmente no estado de São Paulo.

A conclusão do Qianxin Xlabs é que o Bigpanzi tem operado secretamente nos últimos oito anos e que está acumulando uma riqueza a partir destes dispositivos infectados. Na prática, os TV Boxes servem como um exército para os cibercriminosos, que conseguem utilizar os equipamentos de pessoas comuns para realizar ataques hackers.

“Perante uma rede tão grande e complexa, as nossas descobertas representam apenas a ponta do iceberg em termos do que Bigpanzi abrange. Há uma grande quantidade de trabalho de rastreamento e investigação ainda a ser realizado”, diz trecho do relatório do Qianxin Xlabs.

Quais os riscos de ter uma TV Box infectada?

Em entrevista ao TecMundo, Thiago Ayub, que é diretor de Tecnologia da Sage Networks, empresa especializada em Cibersegurança, explica que os IPs únicos não representam somente as TV Boxes. Na verdade, cada número indica uma conexão com a internet contendo uma TV Box infectada.

“Por exemplo, uma residência com 4 aparelhos desses compartilhando a mesma conexão banda larga se apresentarão na internet como um único endereço IP”, pontua. Por causa dessa conta, o número especificamente de aparelhos infectados pode ultrapassar os milhões, considerando que cada IP pode ter pelo menos dois dispositivos conectados.

O especialista comenta que o caso escancara o risco envolvendo as TV Boxes. Ele lembra que, na verdade, qualquer software é vulnerável a cibercriminosos, só que há uma diferença entre empresas consolidadas e outras que não têm reputação no mercado.

TV BoxOs TV Boxes espiratas estão mais suscetíveis a problemas como infecção por malwares (Imagem: Marcelo Trad/Getty Images)

Os TV boxes mais populares no Brasil mal tem marca distinguível, são de empresas desconhecidas e que não são perenes. São produtos que não foram submetidos para homologação pela Anatel para operar no Brasil, não possuem representante legal no país e sequer encontramos no LinkedIn profissionais que se orgulham de trabalhar nessas empresas”, cita.

Em relação aos riscos para os usuários, Ayub afirma que dispositivos infectados podem piorar a qualidade ou até desligar a internet da residência. Isso acontece em momentos em que um ataque DDoS está ocorrendo, por exemplo.

“Mas o limite é a criatividade dos cibercriminosos: esses dispositivos podem até permitir que firewalls em residências e empresas sejam burlados ao agirem como uma ponte da rede externa para que criminosos interajam com a rede interna”, indica.

TV BoxO mercado de TV Box ainda conta com poucas empresas grandes (Imagem: Marcelo Trad/Getty Images)

O especialista complementa que os sinais de que um dispositivo foi infectado são bastante sutis, já que os parasitas tentam ser o mais discretos possível. Contudo, é possível ficar atento a fatos como superaquecimento no dispositivo e lentidão na rede nos demais dispositivos.

Casos recorrentes com TV Boxes

A situação relatada pelo Qianxin Xlabs não é exatamente uma novidade. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já divulgou, no final de 2022, uma pesquisa mostrando a vulnerabilidade de TV Boxes piratas.

O levantamento da entidade revelou que os produtos falsificados permitiam com que agentes maliciosos tivessem controle total não somente aos dispositivos, mas a todos os outros eletrônicos que estavam conectados em uma mesma rede.

“Além da presença de malwares, foram identificadas falhas de segurança no processo de atualização dos aplicativos, permitindo que toda a informação trocada seja capturada e modificada por um atacante mal-intencionado e possibilitando, assim, a instalação de aplicativos maliciosos nos dispositivos”, explicou na época o conselheiro da Anatel Moisés Moreira.

AnatelA Anatel chegou a montar um laboratório para combater a pirataria de TV Boxes (Imagem: Andressa Anholete/Getty Images)

Ayub argumenta que o levantamento do Qianxin Xlabs é mais um indicativo de que a Anatel tem alertado de maneira correta os usuários. Segundo ele, é essencial falar sobre os riscos cibernéticos inerentes a ter um dispositivo falsificado em casa que está conectado na internet.

O especialista lembra até de um caso recente em que TV Boxes infectados alteraram a programação dos usuários para exibir imagens do conflito entre Israel e Palestina.

“O risco é real, está posto. O prejuízo nesse caso estudado não é só do detentor da propriedade intelectual violada. É também da empresa que fica fora do ar devido ao DDoS e da instabilidade da internet de quem tem um produto desses em casa”, finaliza.

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Espaçonave Peregrine vai cair na Terra hoje trazendo restos humanos - Olhar Digital

Após fracassar na missão rumo à Lua, o módulo Peregrine deve fazer nesta quinta-feira (18) sua reentrada na Terra. Em comunicado, a Astrobotic, responsável pela espaçonave, disse que a queda vai acontecer por volta das 18h (horário de Brasília) no Oceano Pacífico Sul.

“A Astrobotic posicionou a espaçonave Peregrine para uma reentrada segura e controlada na Terra sobre uma área remota do Pacífico Sul. A equipa tem monitorizado continuamente a nossa análise de reentrada com a NASA, que indica um caminho de reentrada na área indicada abaixo, sem perigos previstos. Uma reentrada segura é a nossa principal prioridade, por isso a equipa desenvolveu uma manobra de duas etapas para mover a nave espacial e alterar a sua trajetória projetada”, informou a equipe.

O que você precisa saber?

  • A missão Peregrine foi enviada rumo à Lua em 8 de janeiro;
  • Uma grave vazamento de combustível impediu que o objetivo fosse alcançado;
  • A sonda carrega, além da carga útil, restos mortais em um “funeral espacial”;
  • A reentrada deve acontecer na tarde desta quinta-feira (18).

Se tivesse sido bem sucedida, a missão lançada no dia 8 de janeiro poderia ter colocado a primeira sonda privada na Lua, mas os planso foram interrompidos por conta de um grave vazamento de combustível no propulsor poucas horas após a decolagem a bordo do Vulcan Centaur.

A sonda carrega, além das mais de 20 cargas úteis, restos mortais cremados em um contrato com as empresas Celestis e Elysium Space. Essas amostras de DNA são de pessoas que compraram planos funerários lunares. A missão recebeu críticas pela decisão de levar essa carga.

Mais sobre a missão Peregrine

  • A empresa Astrobotic lançou a nave Peregrine na madrugada do dia 8, marcando o primeiro lançamento dos EUA à Lua desde a missão Apollo, em 1972;
  • A Peregrine estava acoplada ao foguete Vulcan, da United Launch Alliance (ULA), uma colaboração entre Lockheed Martin e Boeing, com interesse do Pentágono para futuras missões;
  • A Peregrine transporta 20 instrumentos científicos e enfrenta oposição do povo Navajo devido ao envio de restos cremados para a Lua, considerada sagrada para povos nativos dos EUA;
  • A missão integra os programas Artemis e Commercial Lunar Payload Services da NASA, com investimentos previstos para fomentar missões comerciais à Lua.

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Wednesday, January 17, 2024

Canais do WhatsApp terão mensagem de voz, enquete e mais admins; confira - TechTudo

Conforme a Meta, a decisão de permitir que os administradores compartilhem mensagens de voz nos Canais ocorre porque o recurso é um dos mais populares dentro do app. Nas enquetes, será possível perguntar aos membros qual conteúdo eles querem que seja compartilhado no espaço ou apenas questionar a opinião sobre determinada pauta. Já para usar a nova função de compartilhar atualização de um canal no status, basta manter uma mensagem interessante do grupo pressionada, selecionar “encaminhar” e depois “meu status”.

A partir desta quarta-feira, os Canais também poderão ter até 16 administradores. O dono do Canal pode convidar qualquer um de seus contatos ou seguidores para se tornarem administradores. Depois que o convite é aceito, o novo administrador poderá gerenciar as informações do canal e criar, editar e excluir quaisquer atualizações. É importante reforçar que apenas os proprietários de um Canal podem excluí-lo.

Ferramentas que funcionam como o Canal do WhatsApp também já foram implementadas em apps como Instagram e Telegram. No mensageiro, o grande diferencial é a privacidade. Os administradores não conseguem saber quem são os usuários que seguem o canal e nenhum outro participante pode ver qual foi a reação ou voto compartilhado no espaço. Sem limites de seguidores, os Canais podem ser encontrados na aba “Atualizações”, que está separada de outras como “Chamadas” e “Conversas” no menu superior da plataforma.

Com informações do WhatsApp.

Veja também: Como esconder conversas no WhatsApp? Veja 3 formas | Tutorial

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Apple lança sistema antirroubo para iPhone; saiba como ativar - G1

1 de 1 iPhone ganha nova configuração para evitar roubos — Foto: Bagus Hernawan/Unsplash iPhone ganha nova configuração para evitar...