A Samsung finalmente liberou a atualização com Android 14 e One UI 6.0 para o Galaxy A52 LTE. A novidade foi confirmada por diversos usuários na Rússia e em outros países europeus.
Segundo dados que constam no changelog, o update traz a versão de firmware terminada em EWL3 e pesa cerca de 2,2 GB.
Além disso, o aparelho também recebe em conjunto o pacote de segurança de dezembro com correção para cerca de 65 brechas encontradas no sistema operacional.
Um ponto importante a se destacar é que essa é a última grande atualização do Android para o Galaxy A52 4G, uma vez que ele foi lançado com Android 11. O mesmo vale para os modelos A52 5G e A52s.
Por enquanto, a atualização está sendo distribuída de forma lenta e gradual por meio de lotes. Com isso, salientamos que pode demorar um pouco mais para que o update esteja disponível para smartphones brasileiros.
Para verificar a disponibilidade, o caminho é simples:
Configurações > Atualização de software > Baixar e Instalar.
A partir de hoje, o Google vai começar a testar sua nova ferramenta de proteção de rastreamento, que impede que sites acessem cookies de terceiros. Inicialmente, o recurso chegará a 1% dos usuários, mas o plano é expandir o recurso a todos os usuários no segundo semestre de 2024.
Os cookies de terceiros são usados para rastrear as atividades dos usuários por toda a web, não apenas em um ou outro site específico. Com esses dados, é possível direcionar anúncios com mais precisão para o público desejado.
Usuários selecionados receberão uma notificação ao abrir o Chrome no computador ou em um smartphone Android. O recurso será ativado por padrão, mas pode ser desligado. O bloqueio pode causar problemas na hora de abrir alguns sites. Se isso acontecer, o navegador pergunta se o usuário quer reativar os cookies de terceiros temporariamente para aquele endereço.
Pop-up vai aparecer para selecionados no teste (Imagem: Divulgação/Google)
Google procura substituto para cookies
Bloquear cookies de terceiros não é uma novidade do Google. Na verdade, o Chrome está sendo um dos últimos navegadores a liberar uma solução nativa para isso. Microsoft Edge, Mozilla Firefox e Safari (da Apple) já trazem isso há tempos, para citar só alguns nomes.
O problema é que o Google ganha muito dinheiro com publicidade. Então, bloquear os cookies de terceiros prejudica a própria empresa. A solução para atender os novos padrões de privacidade da indústria é colocar alguma coisa no lugar dos cookies, que colete menos informações, mas que ainda possa direcionar anúncios.
O Google tem a iniciativa Privacy Sandbox para tentar resolver este problema. Ela já teve seu cronograma adiado diversas vezes. A primeira tentativa veio com o Federated Learning of Cohorts (FLoC) — em tradução livre, “aprendizagem federada de coortes”. O FLoC era uma forma de tentar entender os interesses do usuário em seu próprio aparelho e, então, incluí-lo em um grupo com interesses semelhantes, sem identificação individual.
Chrome é o último dos principais navegadores a bloquear cookies (Imagem: Denny Müller/Unsplash)
No fim das contas, o Google diz que o feedback dos usuários fez a empresa desistir da ideia. No lugar, vieram os Topics, que identificam os interesses dos usuários de forma ampla: fitness, viagem, games, entre outros temas.
Mesmo com a demora e as mudanças, os planos não estão agradando a todos. Anunciantes e empresas de tecnologia em publicidade ouvidos pelo Wall Street Journal reclamaram que o bloqueio foi lançado durante o período do ano em que o setor mais ganha dinheiro e que o Google fez pouco para preparar o mercado.
Com o passar das eras, a ciência descobre animais cada vez mais estranhos e surpreendentes. Dessa vez, a “surpresa” veio no norte da Groenlândia: antigos e enormes vermes predatórios com 518 milhões de anos foram descobertos onde vários fósseis do início do período Cambriano descansam no Sirius Passet Lagerstätte.
Os recém-descobertos animais foram nomeados de Timorebestia, termo em latim para “besta do medo”. A descoberta dos cientistas traz novas ideias sobre curioso grupo de vermes predatórios que seguem entre nós.
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Quetógnatas
As quetógnatas são predadores marinhos que caçam pequenos zooplânctons no oceano;
Hoje, são animais relativamente pequenos, alcançando apenas entre três milímetros e um centímetro;
Mas seus recém-descobertos parentes, os Timorebestia koprii, são “monstros” quando comparados com as quetógnatas: eles possuíam cerca de 30 centímetros!
Segundo o IFLScience, os vermes-gigantes foram encontrados em região de fósseis que datam de cerca de 518 milhões de anos. Acredita-se que eles são um dos carnívoros mais antigos a caçarem na coluna de água no início do período Cambriano.
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Recriação artística do Timorebestia (Imagem: Artwork by Bob Nicholls/Instagram/@BobNichollsArt)
Eram criaturas peculiares, com longas antenas e impressionante conjunto de mandíbulas, que eram localizadas na parte interna de suas cabeças. Essa característica os diferenciam das quetógnatas, que possuem mandíbulas do lado de fora de suas cabeças.
Naturalmente, um verme do tamanho de uma régua não seria tão intimidador para o Homo sapiens. Contudo, eles poderiam muito bem ser ameaça significativa para os demais animais que nadavam ao seu lado na coluna de água.
Nossa pesquisa mostra que esses antigos ecossistemas oceânicos eram bastante complexos, com cadeia alimentar que permitia vários níveis de predadores. As temíveis feras eram gigantes em sua época e estariam perto do topo da cadeia alimentar. Isso os tornam equivalentes em importância ante alguns dos principais carnívoros dos oceanos modernos, como tubarões e focas do período Cambriano.
Dr. Jakob Vinther, das Escolas de Ciências da Terra e Ciências Biológicas da Universidade de Bristol e autor sênior do estudo, em comunicado
Predadores natos
Os pesquisadores indicaram no estudo, publicado na Science Advances, que encontraram provas da destreza predatória das Timorebestias em seus sistemas digestivos fossilizados, onde restos de Isoxis estavam sendo digeridos antes da fossilização do verme-gigante.
Os Isoxis eram artrópodes nadadores comuns àquela época, cujas defesas eram, aparentemente, inúteis contra as Timorebestias.
Podemos ver que estes artrópodes [eram] fonte de alimento [para] muitos outros animais. Eles são muito comuns no Sirius Passet e tinham longos espinhos protetores, apontando tanto para frente quanto para trás. No entanto, eles claramente não conseguiram evitar completamente esse destino, porque a Timorebestia os mastigou em grandes quantidades.
Morten Lunde Nielsen, ex-estudante de doutorado em Bristol que participou do estudo
Timorebestias mediam até incríveis 30 centímetros (Imagem: Dr Jakob Vinther)
Líderes dos mares
O sucesso desses animais como caçadores marinhos durou em torno de dez a 15 milhões de anos ao lado das quetógnatas, antes que os artrópodes dominassem os mares, segundo estimativa de Vinther.
Estamos muito entusiasmados por termos descoberto predadores tão únicos em Sirius Pass. Ao longo de uma série de expedições ao remoto Sirius Passet, nos confins do norte da Groenlândia, mais de 82,5˚ ao norte, coletamos grande diversidade de novos organismos interessantes.
Graças à preservação notável e excepcional do Sirius Passet, também podemos revelar detalhes anatômicos emocionantes, incluindo seu sistema digestivo, anatomia muscular e sistema nervoso.
Temos muitas outras descobertas interessantes para compartilhar nos próximos anos, que ajudarão a mostrar como eram e evoluíram os primeiros ecossistemas animais.
Tae Yoon Park, do Instituto Coreano de Pesquisa Polar, outro autor sênior do estudo e líder da expedição de campo
No último dia de 2023, uma explosão de classe X — a mais forte e rara — foi registrada na superfície do Sol. Pela grande quantidade de radiação emitida, a explosão poderá ser vista em pontos do planeta Terra nesta terça-feira (2) através da formação auroras boreais, conforme a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa).
Assim como publicações prévias já tinham antecipado, a Samsung fará seu próximo evento Galaxy Unpacked no dia 17 de janeiro. A ocasião deve marcar a chegada da linha Galaxy S24, com foco em novos recursos de inteligência artificial (IA) para os smartphones.
Por isso, a empresa promete entregar “uma nova era de celulares”, e citou marcos como a chegada dos pagamentos por aproximação em 2015, e dos smartphones dobráveis em 2020.
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O chamado Galaxy AI, citado pela Samsung no final do vídeo, deve corresponder a uma série de recursos baseados em IA, especialmente em aspectos como a geração de texto e a otimização de conteúdos capturados com as câmeras, entre outros.
Ainda é esperado que os aparelhos sejam capazes de usar a chamada Edição Generativa em fotos, para mover ou remover elementos indesejados das imagens ou expandir a cena de forma artificial. Trata-se de algo parecido com o que o Google faz na linha Pixel, com o Magic Eraser.
Por meio do site oficial da Samsung, já é possível fazer um registro antecipado que garante ao menos R$ 200 de desconto no próximo lançamento da marca. Para isso, basta inserir informações como o nome, email, data de nascimento e mais.
A depender do produto que for adquirido, este desconto pode chegar a até R$ 1.000 — é provável que este valor maior seja obtido na compra do Galaxy S24 Ultra, aparelho mais caro que deve ser anunciado pela empresa no dia 17.
247 - Um adolescente de 13 anos de Oklahoma, nos EUA, conseguiu registrar um feito inédito na história dos videogames: ele 'zerou' o jogo Tetris do Nintendo Entertainment System (NES), o famoso 'Nintendinho'.
De acordo com a BBC, o jovem chamado Willis Gibson atingiu o nível 157, fazendo com que o jogo travasse e fosse impossível de continuar. Até então, apenas a inteligência artificial havia conseguido chegar tão longe no game - mesmo com outros jogadores do mundo todo tentando por décadas. Felizmente, Gibson conseguiu gravar o momento e publicar em seu canal do YouTube; assista abaixo:
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Depois de mais de 30 anos, o Tetris do Nintendinho finalmente foi "zerado"!
Um garoto de 13 anos conseguiu chegar na tela final do jogo, a "kill screen", onde o jogo simplesmente crasha!
Uma forte explosão aconteceu na superfície do Sol no último dia de 2023. O Observatório de Dinâmica Solar da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), registrou uma imagem do evento (veja acima). A captura, segundo a Nasa, mostra um subconjunto de luz ultravioleta extrema que destaca o material em chamas, colorido em amarelo e laranja.