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Thursday, December 29, 2022

Má notícia para donos deste celular Samsung - Seu Crédito Digital

Usuários de smartphones da Samsung precisam ficar atentos a um anúncio da empresa. Saiba se você será impactado.

A tecnologia avança rapidamente e isso sempre significa modelos mais antigos sendo deixados para trás. Parte desse processo contempla empresas anunciando que deixarão de atualizar o sistema operacional de aparelhos fora de linha, com modelos mais atuais da mesma marca.

É esse tipo de má notícia que a Samsung tem para dar aos usuários de alguns de seus modelos.

Os modelos Note 20 e Note 20 Ultra não receberão mais versões futuras do sistema Android. Os aparelhos, no entanto, continuarão recebendo suporte por meio de atualizações de segurança mensais por ao menos mais um ano, de acordo com a marca.

Fim da linha Note da Samsung

A série Galaxy Note 20 foi lançada com o Android 10 pronto para uso. No lançamento, o preço sugerido do Galaxy Note 20, com 8 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento interno, era de R$ 6.499. Já o Note 20 Ultra, com a mesma memória RAM e armazenamento interno, custava R$ 7.999.

No final do ano passado, a Samsung decidiu colocar um ponto final à produção de modelos da linha. A descontinuação dos aparelhos abriu espaço para que a empresa focasse nos modelos da linha Galaxy S e em smartphones dobráveis.

O modelo mais completo da marca atualmente, o Samsung Galaxy S22 Ultra, tem em seus recursos e design o “DNA da era Note”.

Samsung ainda pode ofertar outras atualizações?

Ainda é possível que o Note 20 e o Note 20 Ultra obtenham atualizações do One UI, o sistema operacional baseado no Android e projetado pela Samsung para seus dispositivos.

A próxima versão do software, o One UI 5.1, será lançado com a série Galaxy S23 em alguns meses. A sobreposição subsequente desse sistema, o One UI 5.1.1, também pode chegar à série Note 20 antes das atualizações ficarem restritas à segurança. No entanto, nada é garantido.

O One UI 5.1.1 deve acompanhar o Galaxy Z Fold 5 e o Galaxy Z Flip 5 no segundo semestre de 2023. É avaliado que o UI 5.1.1 possivelmente não deve agregar novidades significativas para donos da linha Note, mesmo que eles sejam elegíveis para a versão.

Embora não possam receber o Android 14, os proprietários do Note 20 ou Note 20 Ultra podem continuar usando ambos smartphones com a versão mais recente disponível do sistema, ou do One UI 5. Vale ressaltar que a desatualização não torna os aparelhos inúteis.

Imagem: Karlis Dambrans / shutterstock.com

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Telescópios e cientistas registraram imagens únicas do espaço em 2022; confira as melhores - R7

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Telescópios e cientistas registraram imagens únicas do espaço em 2022; confira as melhores - R7
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Tuesday, December 27, 2022

WhatsApp vai deixar de funcionar em 47 celulares; veja lista - Olhar Digital

Com o passar dos anos, a tecnologia avança e alguns dispositivos não conseguem mais ter o suporte para alguns programas e apps da internet. Este é o caso do WhatsApp, que a cada ano costuma deixar de funcionar em smartphones mais antigos.

Em 2022, diversos dispositivos móveis ficaram sem capacidade de executar o WhatsApp. Na última semana, o mensageiro da Meta divulgou que eliminará o suporte para uma boa parte de smartphones Android e iOS.

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O último anúncio do WhatsApp sobre a questão foi em outubro, quando a empresa revelou que o iPhone SE, iPhone 6S e o iPhone 6S Plus não teriam mais o suporte ao aplicativo. Na lista, foram incluídos também 40 dispositivos Android da Samsung, Huawei, LG, Sony, Lenovo, entre outras marcas.

Desta vez, o WhatsApp confirmou que quase 50 celulares não vão receber mais o suporte do aplicativo. Segundo a empresa, a razão passa pela falta de atualizações dos sistemas mais antigos e, assim, os requisitos mínimos para o uso do mensageiro seriam um Android 5.0 Lollipop ou o iOS 12.

Imagem: Reprodução/Unsplash
Imagem: Reprodução/Unsplash

Alguns usuários desses dispositivos poderão utilizar soluções alternativas para continuarem utilizando o WhatsApp, mesmo sem o suporte do app. Contudo, a grande maioria dos celulares que estão na lista já tiveram os modelos descontinuados, o que faz com que a Meta direcione seus recursos para outros espaços necessários.

De acordo com o WhatsApp, o critério desse afastamento de suporte envolve uma análise profunda de dispositivos e softwares, além de avaliar a quantidade de pessoas que ainda usam essa tecnologia mais antiga. Nesse sentido, uma versão “menos moderna” do sistema ainda poderá ter compatibilidade se muitos usuários continuam utilizando um celular específico.

Confira a lista completa de dispostivos que não terão mais suporte do WhatsApp:

Apple

  • iPhone 5
  • iPhone 5c

Archos

  • Archos 53 Platinum

ZTE

  • ZTE Grand S Flex
  • ZTE Grand X Quad V987
  • ZTE Memo V956

HTC

  • HTC Desire 500

Huawei

  • Huawei Ascend D
  • Huawei Ascend D1
  • Huawei Ascend D2
  • Huawei Ascend G740
  • Huawei Ascend Mate
  • Huawei Ascend P1
  • Huawei Ascend D quad XL

Lenovo

  • Lenovo A820

LG

  • LG Enact
  • LG Lucid 2
  • LG Optimus 4X HD
  • LG Optimus F3
  • LG Optimus F3Q
  • LG Optimus F5
  • LG Optimus F6
  • LG Optimus F7
  • LG Optimus L2 II
  • LG Optimus L3 II
  • LG Optimus L3 II Dual
  • LG Optimus L4 II
  • LG Optimus L4 II Dual
  • LG Optimus L5
  • LG Optimus L5 Dual
  • LG Optimus L5 II
  • LG Optimus L7
  • LG Optimus L7 II
  • LG Optimus L7 II Dual
  • LG Optimus Nitro HD

Samsung

  • Samsung Galaxy Ace 2
  • Samsung Galaxy Core
  • Samsung Galaxy S2
  • Samsung Galaxy S3 mini
  • Samsung Galaxy Trend II
  • Samsung Galaxy Trend Lite
  • Samsung Galaxy Xcover 2

Sony

  • Sony Xperia Arc S
  • Sony Xperia miro
  • Sony Xperia Neo L

Wiko

  • Wiko Cink Five
  • Wiko Darknight ZT

Informações via Phone Arena

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Monday, December 26, 2022

Galaxy S23 e S23 Ultra têm imagens vazadas antes de anúncio - TecMundo

Os smartphones Samsung Galaxy S23 e Galaxy S23 Ultra tiveram supostas imagens de divulgação vazadas antes do anúncio oficial, programado para o início de 2023. As imagens mostram o possível visual final dos celulares, trazendo semelhanças com a atual geração da linha Galaxy A, como o A13.

Ainda sem confirmação oficial da Samsung, os aparelhos devem ser anunciados em 1º de fevereiro, segundo informantes da indústria. As imagens em questão, divulgadas pelo site 91Mobiles, revelam os modelos Galaxy S23+ e S23 Ultra.

Galaxy S23Smartphones da linha Samsung Galaxy S23 têm imagens de marketing reveladas antes do anúncio.

Os smartphones são exibidos nas cores verde e violeta claro. As últimas imagens vazadas do S23 Ultra mostram um visual semelhante com a atual geração S22 Ultra, trazendo apenas os sensores de câmera na traseira sem um módulo específico de destaque. Esse padrão deverá ser adotado também nos modelos padrão da linha, segundo rumores.

O que esperar do Galaxy S23?

A linha Galaxy S23 de smartphones tem gerado grandes expectativas no público consumidor. É esperado, por exemplo, que todos os três modelos — S23, S23+ e S23 Ultra — tragam o chipset Qualcomm Snapdragon 8 Gen 2, anunciado no último mês.

O informante Ice Universe, conhecido por divulgar informações antecipadas da marca, revelou no domingo (25) informações sobre as baterias dos aparelhos. Segundo ele, os celulares trarão as seguintes especificações:

  • Galaxy S23: 3.900 mAh de capacidade com carregador de 25W

  • Galaxy S23+: 4.700 mAh de capacidade com carregador de 45W

  • Galaxy S23 Ultra: 5.000 mAh de capacidade com carregador de 45W

Se as informações estiverem corretas, a Samsung não deverá fazer nenhum upgrade na velocidade de carregamento dos aparelhos, mas trará 200 mAh a mais de capacidade nos modelos S23 e S23+. Ainda de acordo com vazamentos, todos os três modelos da linha trarão brilho de 1.750 nits na tela.

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Descobertos dois minerais nunca antes vistos em meteorito de 15 toneladas - TSF Online

Foram encontrados dois minerais nunca antes vistos num meteorito com um peso de cerca de 15 toneladas. O meteorito foi descoberto na Somália em 2020 e é o nono maior já encontrado, anunciou a Universidade de Alberta, no Canadá.

Foi Chris Herd, curador da coleção de meteoritos desta universidade, que deu conta dos minerais. Enquanto analisava amostras da rocha espacial, observou algo incomum que chamou a sua atenção. Não conseguiu identificar de imediato o que seria e, por isso, procurou a ajuda de Andrew Locock, chefe do Laboratório de Microssonda Eletrónica da Universidade.

"Logo no primeiro dia em que ele fez algumas análises disse-me: 'Tens pelo menos dois novos minerais aí'", disse Herd, citado pela CNN. "Foi fenomenal.

O nome de um dos minerais - "elaliite" - deriva do próprio objeto espacial, que é chamado de meteorito "El Ali" desde que foi encontrado perto da cidade de El Ali, no centro da Somália.

Herd apelidou o segundo de "elkinstantonita" em homenagem a Lindy Elkins-Tanton, vice-presidente da Iniciativa Interplanetária da Universidade de Arizona.

"Lindy trabalhou muito sobre como os núcleos dos planetas se formam e como esses núcleos se formam", referiu Herd. "Faz sentido nomear um mineral com o seu nome e reconhecer as suas contribuições para a ciência."

A aprovação dos dois novos minerais pela Associação Mineralógica Internacional em novembro deste ano "indica que o trabalho é robusto", disse Oliver Tschauner, especialista em geociências da Universidade de Nevada, Las Vegas.

"Sempre que encontramos um novo mineral significa que a química da rocha era diferente daquilo que foi encontrado antes, explicou Herd. "Isso é que é emocionante: neste meteorito em particular, temos dois minerais que são novos para a ciência."

Ambos os minerais são constituídos por fosfatos de ferro. "Os fosfatos em meteoritos de ferro são produtos secundários: eles formam-se através da oxidação de fosfetos, que são componentes primários raros de meteoritos de ferro", afirmou Tschauner.

O meteorito "El Ali", de onde vieram estes novos minerais, terá sido enviado para a China em busca de um comprador.

Os investigadores ainda estão a analisar os minerais para descobrir quais eram as condições do meteorito aquando da sua formação.

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Imagens fantásticas do supertelescópio James Webb mostram o Universo como nunca antes visto - BBC News Brasil

  • Jonathan Amos
  • Correspondente de ciência da BBC News

Nebulosa da Tarântula

Crédito, NASA/ESA/CSA/STScI/Webb ERO Production Team

Foi um presente de US$ 10 bilhões para o mundo. Uma máquina que mostraria nosso lugar no Universo.

Muitos se perguntaram se este sucessor do famoso Telescópio Espacial Hubble poderia realmente corresponder às expectativas.

Tivemos que esperar alguns meses enquanto seu épico espelho principal de 6,5m era desdobrado e ajustado, e seus outros sistemas testados e calibrados.

Nesta reportagem, reunimos algumas das imagens publicadas posteriormente que você talvez tenha perdido.

Colagem de duas imagens

Crédito, Nasa/Esa/CSA/STScI

A primeira coisa que você deve lembrar sobre o James Webb é que ele é um telescópio infravermelho. Ele vê o céu em comprimentos de onda de luz que estão além do que nossos olhos são capazes de registrar.

Os astrônomos usam suas diferentes câmeras para explorar regiões do cosmos, como estas grandes torres de gás e poeira. Os Pilares da Criação, na Nebulosa de Águia, eram um dos alvos favoritos do Hubble. Você levaria vários anos viajando na velocidade da luz para percorrer toda esta cena.

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Nebulosa Carina

Nebulosa Carina

Crédito, NASA/ESA/CSA/STScI

Eles chamam este cenário de "penhascos cósmicos". É a beira de uma gigantesca cavidade gasosa dentro de outra nebulosa formadora de estrelas, conhecida como Carina.

A cavidade foi esculpida pela intensa radiação ultravioleta e pelos ventos de estrelas jovens e quentes.

De um lado a outro desta imagem, há uma distância de aproximadamente 15 anos-luz. Um ano-luz equivale a cerca de 9,46 trilhões de quilômetros.

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Galáxia Cartwheel

Galáxia Cartwheel

Crédito, NASA/ESA/CSA/STScI/Webb ERO Production Team

Esta grande galáxia à direita foi descoberta pelo grande astrônomo suíço Fritz Zwicky na década de 1940.

Sua intrincada estrutura que lembra a forma da roda de um carro é resultado de uma colisão frontal com outra galáxia. O diâmetro é de cerca de 145 mil anos-luz.

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Planeta Netuno

Netuno

Crédito, NASA/ESA/CSA/STScI

O James Webb não espia apenas o Universo profundo. Ele investiga objetos em nosso próprio sistema solar também.

Esta joia é o oitavo planeta a partir do Sol: Netuno, visto com seus anéis.

Os pequenos pontos brancos que o cercam são luas, assim como a grande "estrela pontiaguda" no topo. Trata-se de Tritão, o maior satélite natural de Netuno. As pontas são resultado da forma como o sistema de espelhos do James Webb é construído.

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Nebulosa de Órion

Interior da Nebulosa de Órion

Crédito, NASA/ESA/CSA/STScI-PDRs4All ERS Team

Órion é uma das regiões mais conhecidas do céu. Trata-se de uma região de formação estelar, ou nebulosa, a cerca de 1.350 anos-luz da Terra.

Nesta imagem, o telescópio James Webb retrata uma estrutura chamada Orion Bar ("Barra de Órion", em tradução livre), que é uma parede densa de gás e poeira.

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Dimorphos

Dimorphos

Crédito, NASA/ESA/CSA/STScI/C.Thomas/I.Wong

Em uma das principais histórias espaciais do ano, a Nasa colidiu propositalmente uma espaçonave contra um asteroide, chamado Dimorphos, para ver se era possível desviar a trajetória da rocha espacial de 160 metros de largura.

A agência espacial americana estava testando uma estratégia para defender a Terra no caso de asteroides que possam representar uma ameaça no futuro.

O James Webb capturou a chuva de 1.000 toneladas de detritos gerada pelo impacto.

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WR-140

WR-140

Crédito, NASA/ESA/CSA/STScI/JPL-Caltech

Esta foi uma das imagens do James Webb mais intrigantes do ano. "WR" se refere a Wolf-Rayet. É um tipo de estrela grande que está chegando ao fim de sua vida.

As estrelas Wolf-Rayet lançam enormes ventos gasosos no espaço. Uma estrela companheira, oculta nesta imagem, está comprimindo esses ventos para formar poeira.

As conchas de poeira que você vê se estendem por mais de 10 trilhões de quilômetros. Isso é 70 mil vezes a distância entre a Terra e o nosso Sol.

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Galáxia Fantasma

Galáxia Fantasma

Crédito, NASA/ESA/CSA/STScI

A M74, chamada de Galáxia Fantasma, é conhecida por seus ostensivos braços em espiral. Está a cerca de 32 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Peixes, e quase de frente para nós, oferecendo ao Telescópio James Webb a visão perfeita desses braços e da sua estrutura.

Os detectores do telescópio são particularmente bons em captar todos os filamentos de gás e poeira.

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Ilustração do James Webb

Crédito, NASA

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