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Thursday, December 2, 2021

Fones bluetooth: g1 testa modelos sem fio - G1

Fones de ouvido bluetooth: 8 opções — Foto: g1

Fones de ouvido bluetooth: 8 opções — Foto: g1

Fones de ouvido bluetooth unem boa qualidade de som com facilidade de uso: basta conectar ao seu smartphone ou computador e começar a ouvir música sem usar fios.

O g1 testou oito fones dessa categoria de produto, também conhecida como TWS (true wireless) e que funcionam com qualquer dispositivo compatível com o padrão bluetooth.

Outros guias:

As opções vão de modelos básicos com som potente a fones com cancelamento de ruído superpoderoso e design esportivo, com resistência a água, poeira e quedas.

No final de novembro, os preços dos fones bluetooth avaliados variavam de R$ 250 a R$ 2.400 nas principais lojas on-line.

Foram testados os seguintes fones:

  • Apple Airpods (3a geração)
  • Beats Studio Buds
  • Edifier NeoBuds Pro
  • Edifier X5
  • Huawei FreeBuds 4i
  • Jaybird Vista 2
  • JBL Wave 100TWS
  • Samsung Galaxy Buds2

Veja abaixo como cada um deles se saiu. E leia, ao final da reportagem, a conclusão e no que prestar atenção na hora da compra.

Apple AirPods 3a geração — Foto: g1

Apple AirPods 3a geração — Foto: g1

Os AirPods são os únicos da lista específicos para uso com dispositivos da Apple. Essa é recém-lançada terceira geração dos fones, que até funcionam conectados a um smartphone Android, mas com menos recursos.

E são os fones mais caros da avaliação. No final de novembro, os AirPods não estavam disponíveis para compra nas lojas consultadas. A fabricante indica o preço oficial na faixa dos R$ 2.400.

Os fones não têm cancelamento de ruídos nem modo ambiente e podem ser controlados por um botão/sensor na haste do fone (reproduzir, pausar, pular faixas, atender/desligar ligações e ativar a assistente digital Siri).

São confortáveis e se encaixam bem no canal auditivo, apesar de serem os únicos avaliados sem ponteiras de borracha para melhor ajuste – o que pode causar um pouco de incômodo para quem não está acostumado.

Sua qualidade de som é muito boa, dá para sentir os tons graves pulsando nos fones e um som bastante claro, seja ouvindo DJ Alok ou César Menotti e Fabiano. A qualidade do microfone para chamadas é excelente.

Os AirPods contam com recurso de áudio espacial, que permite ouvir músicas (em serviços de streaming como o próprio Apple Music) com efeitos de som ao redor da cabeça.

Os efeitos criados são interessantes, mas nada que vai mudar o jeito de ouvir música.

AirPods: basta aproximar do iPhone 13 e ele já se conecta de forma automática — Foto: Celso Tavares/g1

AirPods: basta aproximar do iPhone 13 e ele já se conecta de forma automática — Foto: Celso Tavares/g1

Mas os AirPods não têm app dedicado: o pareamento é simples e feito por aproximação do estojo a um iPhone.

Os ajustes mais específicos, como ativar o áudio espacial, estão escondidos nas configurações do iOS. Os AirPods podem ser conectados também ao Apple Watch e reproduzir músicas direto do relógio.

A bateria segue o prometido pela Apple: até 6h de uso contínuo dos AirPods e entre 5 e 6 recargas completas nos fones antes de ir para a tomada. O estojo tem recurso de carregamento sem fios.

Beats Studio Buds — Foto: g1

Beats Studio Buds — Foto: g1

🛒 Onde comprar o produto:

Os Beats Studio Buds são uma espécie de AirPods para quem não tem iPhone. São fones pequenos e confortáveis, produzidos pela subsidiária da Apple, e funcionam melhor com Android do que com iOS.

O controle nos fones é feito por botões nas laterais, que comandam reprodução de música e alternam entre os modos de cancelamento de ruído, ambiente e áudio normal, sem efeitos.

Na caixa, a Beats colocou três opções de ponteiras de borracha para melhor encaixe no canal auditivo.

O pareamento com smartphones é simples e rápido, mas no Android a Beats oferece um aplicativo que permite maior controle de recursos, como ativar o cancelamento de ruído, renomear os fones e checar por atualizações.

O app não existe para iOS – onde o fone se comporta de maneira parecida com os Airpods. Os fones também se conectam ao Apple Watch.

Beats Studio Buds: app para Android não existe para iPhone — Foto: Celso Tavares/g1

Beats Studio Buds: app para Android não existe para iPhone — Foto: Celso Tavares/g1

A Beats é famosa por fazer fones com graves bem fortes, e é o caso dos Studio Buds. Os pequenos fones têm uma batida envolvente, boa para ouvir música eletrônica mais recente, como Four Tet, ou antiga, como Kraftwerk.

Os sons do Beats Studio são de ótima qualidade. O cancelamento de ruído ativo é bom.

Com som em volume baixo e cancelamento ligado, não dava para ouvir um pequeno ventilador na mesa. Em um escritório, o ruído geral some, mas vozes ainda se destacam ao fundo.

Dos fones que o g1 testou, tem um dos melhores modos ambiente/transparência, com um ruído leve ao fundo, como uma estática baixa. A qualidade do microfone para ligações é boa e clara.

A bateria dos fones tem duração de 8 horas, com 3 a 4 recargas completas no estojo. No final de novembro, seu preço médio nas lojas on-line estava na faixa de R$ 1.800.

Edifier NeoBuds Pro — Foto: g1

Edifier NeoBuds Pro — Foto: g1

Os Edifier NeoBuds Pro podem ser considerados um par de superfones bluetooth, de tanto recurso disponível no dispositivo para qualquer plataforma – Apple ou Android.

Os fones têm um visual gamer, com luzes indicadoras em vermelho e design com detalhes prateados. A caixa traz seis pares de ponteiras de tamanhos distintos com proteção antimicrobiana, mais que todos os outros fones testados.

O cancelamento de ruído tem dois níveis de ajuste, com um modo de alto desempenho que lembra fones mais caros (do tipo concha) que abafam ruídos em aviões. Ao menos com um ventilador forte no ambiente, o ruído constante fica bastante reduzido atrás da música ou podcast.

O segundo modo é similar aos dos demais fones testados, bom para usar no escritório. O modo ambiente, também permite um ajuste fino de quanto quer ouvir do local. Com o modo ambiente configurado no máximo, é possível ouvir conversas a alguns metros de distância se a música estiver desligada.

Vale notar que os fones indicam com uma frase o tipo de som em uso – cancelamento forte, baixo, ambiente ou normal.

O produto veio configurado para falar essa frase em chinês, mas a fabricante diz que o modelo à venda no Brasil tem instruções em inglês, com manual do usuário em português.

Os NeoBuds Pro permitem ainda usar os fones com modos de som de alta definição (LHDC/LDAC) – mas para isso é preciso ter uma fonte de áudio compatível. Os fones também têm um modo gamer, que pode ser ativado no aplicativo, para melhor sincronia de áudio entre jogo e fone.

A qualidade do som é uma das melhores entre os fones avaliados, com graves equilibrados e uma percepção alta de detalhes ao fundo – como em músicas mais sutis do The National ou jazz de Alice Coltrane.

O microfone também tem ótima qualidade nas ligações. A bateria dos fones dura até 5 horas e o estojo permite entre 3 e 4 recargas completas.

No final de novembro, as lojas online consultadas não tinham disponíveis os NeoBuds Pro. A fabricante indica um valor sugerido de R$ 900 para o produto.

Edifier X5 — Foto: g1

Edifier X5 — Foto: g1

🛒 Onde comprar o produto:

O Edifier X5 é um modelo de entrada da marca. Parece básico, mas não é.

Além disso, é o modelo mais barato dos testes. No final de novembro, o X5 custava em torno de R$ 250 nas lojas on-line.

Os fones não têm cancelamento de ruído ou modo ambiente para prestar atenção no entorno, mas oferecem uma qualidade de som muito boa.

Ouvindo IZA e Pedro Sampaio, os graves tiveram destaques, e ao tocar Jão, o som estava bastante claro. O X5 conta com um microfone duplo para chamadas, também com boa qualidade nos testes.

Os fones são feitos com proteção IP55, contra água e poeira – sendo uma alternativa interessante para quem sua muito quando pratica esportes.

A bateria do Edifier X5 dura até 6 horas nos fones e o estojo permite entre 2 e 3 recargas completas dos fones.

E apesar de não ter app para uso conjunto, o X5 permite comando por toques nos fones para reproduzir música, atender chamadas e até mesmo ativar o Google Assistente ou Alexa.

Huawei Freebuds 4i — Foto: g1

Huawei Freebuds 4i — Foto: g1

🛒 Onde comprar o produto:

O Huawei Freebuds 4i parece muito em formato com o AirPods Pro, da Apple. A qualidade de som é boa, mas sem os graves fortes do Edifier NeoBuds Pro ou do Beats Studio Buds.

Os tons são mais sutis, mas no geral a experiência é interessante e com bastante detalhes sonoros, seja ouvindo Radiohead, Anitta ou música clássica no smartphone.

Algo interessante é que o volume do Freebuds 4i é mais alto que o dos outros fones. Usar no volume mínimo reproduz músicas em volume aceitável baixo.

Ao tentar reduzir o volume ainda mais, existe uma chance de deixar o fone sem som. Isso significa também que os Freebuds 4i podem tocar música muito alto – o que é desaconselhável nesse tipo de produto.

O cancelamento de ruído não é dos melhores, mas serve para isolar o som no escritório ou dentro de casa.

O modo ambiente (aqui chamado de Reconhecimento) deixa um pouco de ruído/estática ao fundo. Os fones falam em inglês o modo ao alternar sua utilização. O aplicativo para Android está em português e ajuda bastante nos ajustes

A duração da bateria dos fones é uma das mais altas, entre 7h30 e 10 horas de uso, com o estojo permitindo até 3 recargas completas.

No fim de novembro, os Huawei FreeBuds 4i custavam em média R$ 600 nas grandes lojas da internet.

Jaybird Vista 2 — Foto: g1

Jaybird Vista 2 — Foto: g1

🛒 Onde comprar o produto:

O Jaybird Vista 2, entre os fones bluetooth avaliados, é indicado para quem pratica esportes de qualquer tipo, incluindo os radicais.

O fone, todo em preto, vem com ponteiras com uma pequena aba para se encaixar melhor ao ouvido e não cair com facilidade. São três ponteiras na caixa (pequena, média, grande).

E o Vista 2 tem certificação IP68, que protege o fone contra água, poeira, suor e quedas. Se cair ou molhar, a chance de quebrar é bem menor.

Nos testes, um dos lados escorregou e caiu no chão durante uma corrida. Nada aconteceu e ele seguiu funcionando normalmente.

Além dessa proteção de tanque de guerra, o Vista 2 tem o melhor aplicativo entre os fones avaliados. O app da Jaybird, compatível com outros fones da marca, tem inúmeras opções de equalização de som. E tem versões para Android e iOS.

Jaybird Vista 2: aplicativo para iPhone tem muitos recursos de ajuste do som — Foto: Celso Tavares/g1

Jaybird Vista 2: aplicativo para iPhone tem muitos recursos de ajuste do som — Foto: Celso Tavares/g1

Desse modo, a qualidade do áudio dos fones, que é excelente, pode ser ajustada de acordo com o gosto individual de cada um.

São várias predefinições, e é possível criar uma personalizada. Pela pegada mais fitness, ouvir música pop ou eletrônica com graves fortes é uma ótima opção no Vista 2 – melhor selecionar uma playlist com o tema no streaming favorito.

A bateria do Jaybird Vista 2 também dura bastante: oito horas nos fones, com duas ou três recargas no estojo. No final de novembro, os fones da Jaybird custavam em torno de R$ 2.000 nas lojas on-line.

JBL Wave 100 TWS — Foto: g1

JBL Wave 100 TWS — Foto: g1

🛒 Onde comprar o produto:

O JBL Wave 100TWS entra na mesma categoria de produtos básicos que fazem bastante. O modelo é minimalista desde o estojo, que não tem tampa: os fones ficam presos por um ímã.

A falta de tampa causa um pequeno problema: é fácil se confundir e trocar o lado e, por consequência, achar que os fones estão com problema. A posição dentro do canal auricular influencia bastante no som que sai deles.

Seu pareamento ocorre pelas configurações do notebook/smartphone, sem ter um app dedicado. O Wave 100TWS também não tem cancelamento de ruído ou modo ambiente.

Mas a qualidade de som é tão boa como o Edifier X5, com graves bem fortes. Ouvir artistas como The Weeknd é uma experiência interessante com os fones da JBL.

E apesar de básico, o JBL Wave 100TWS tem comandos por um botão em cada fone, para trocar de faixas, atender a ligações e acionar o Google Assistente.

Sua bateria tem uma duração de até 5h só nos fones, com 4 a 5 recargas no estojo. No fim de novembro, o JBL Wave 100TWS estava à venda na faixa dos R$ 300 nas lojas on-line.

Samsung Galaxy Buds2 — Foto: g1

Samsung Galaxy Buds2 — Foto: g1

🛒 Onde comprar o produto:

Se os AirPods são para o mundo iPhone, os Galaxy Buds2 foram feitos para usar com smartphones da Samsung. Mas funcionam com qualquer dispositivo com bluetooth - até com os aparelhos da Apple.

Os fones arredondados e que lembram uma azeitona são bastante poderosos. Ao ouvir - e comparar ao mesmo tempo - uma música da Madonna no modelo da Apple e no da Samsung, a qualidade é muito parecida.

Mas o Galaxy Buds2 dá a sensação de que tem melhor qualidade de som, porque usa ponteiras de borracha e vai mais fundo no canal do ouvido, sem contar o cancelamento de ruído que torna o som mais isolado e melhor.

O da Apple fica mais exposto ao ambiente, pelo design sem ponteiras.

Os Buds2 usam o aplicativo Galaxy Wear para ajuste de configurações. Aqui dá para ativar/desativar o bom cancelamento de ruído e definir como o modo ambiente será usado.

O app tem algo que não aparece em outros fones testados: um teste de ajuste de posição do fone no ouvido.

Ele reproduz um som e informa na tela se os fones estão posicionados direito ou não. Basta repetir o processo para chegar ao encaixe ideal.

A bateria dos Galaxy Buds2, como grande parte dos fones avaliados, dura até 5 horas. O estojo com a bateria vai durar de 3 a 4 recargas antes de voltar para a tomada.

No início de dezembro, os fones Galaxy Buds2, da Samsung, custavam em torno de R$ 900 nas lojas on-line.

Conclusões

DESTAQUE NO CUSTO-BENEFÍCIO: o JBL Wave 100TWS é a melhor opção para quem quer ter um fone bluetooth com som de qualidade sem gastar muito, mas não se importa muito com recursos adicionais.

MELHOR SOM: o Edifier NeoBuds Pro oferece muita coisa – do excelente cancelamento de ruído e som incrível ao monte de ajustes no app – também por um preço interessante.

PARA MALHAR: com bastante dinheiro para investir, o Jaybird Vista 2 é uma excelente opção. E o Edifier X5 é uma boa escolha para ouvir músicas na academia para orçamentos mais apertados.

CADA UM NO SEU NICHO: Apple AirPods e Samsung Galaxy Buds2 funcionam muito bem se estiverem conectados aos aparelhos da mesma marca. Dá certo conectar com outras marcas? Sim, mas não vai ser a mesma coisa.

MELHOR ESTILO: se é preciso aparecer com fones legais que têm qualidade, a indicação é o Beats Studio Buds, opção mais colorida com versões em preto, vermelho e branco.

Como foram feitos os testes

O g1 solicitou aos fabricantes os modelos mais recentes de fones bluetooth. Os aparelhos foram enviados por empréstimo e serão devolvidos.

Foram considerados a facilidade de instalação, os recursos disponíveis e os aplicativos para smartphone (ou não). Depois disso, foram horas e horas de música de estilos variados ouvidos durante as duas últimas semanas de novembro.

O teste de cancelamento de ruídos foi feito no escritório doméstico, com um ventilador ligado. E a redação do g1 serviu de local de testes para o modo ambiente.

A duração da bateria depende muito do perfil de uso de cada pessoa. No geral, todos os fones avaliados aguentam uma semana de uso sem precisar de recarga no estojo.

Dois fones não entraram na lista: o LG Tone Free FP9W, ainda não disponível nas lojas on-line e sem preço sugerido pela fabricante, e o Earbuds GPro TWS, da Gorila Shield, que veio com defeito em um dos fones e a troca não chegou a tempo de entrar na avaliação geral.

O lado que funcionava, porém, parecia promissor na qualidade de som.

E a Xiaomi não tinha o modelo mais novo (Redmi Buds 3 Pro) disponível para envio.

O que prestar atenção na hora da compra

Duração da bateria: os fabricantes dizem que as baterias duram muitas horas nos fones e no estojo de carregamento.

Na prática, o fone se recarrega toda vez que entra no estojo, e isso ocorre várias vezes durante a utilização. Vale mais checar quantas recargas totais o estojo pode fornecer.

Cancelamento de ruído ativo: os fones de ouvido bluetooth mais caros vêm com o recurso para reduzir o ruído externo de fontes constantes, como ventiladores, ar-condicionado e um pouco do barulho da rua.

Mas cancelamento de ruído não significa criar uma bolha de silêncio com os fones. Os aparelhos só reduzem o volume das vozes humanas e sempre sobra algum barulho.

As fabricantes indicam desativar o recurso ao andar ou se exercitar na rua, para evitar distrações e acidentes. Ao usar na rua, o indicado é ativar o modo ambiente.

Modo ambiente: os fones com cancelamento de ruído também trazem o modo de som ambiente (também chamados de atenção ou reconhecimento, dependendo do fabricante), que permite conversar sem tirar os fones do ouvido e até ouvir conversas ao longe.

Vale notar que, na maioria dos modelos, o som quase sempre fica com uma sensação de estática ou ruído metálico ao fundo, mesmo tocando música.

Recursos adicionais: aplicativos para smartphone trazem equalizadores e maior controle de som. Fones com proteção contra água e poeira e ponteiras antibacterianas são algumas das opções adicionais oferecidos pelos fabricantes – o que deixa o preço um pouco mais alto.

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

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Dinossauro blindado descoberto no Chile tinha “cauda bizarra” como arma - CNN Brasil

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Uma nova espécie de dinossauro blindado, descoberto no Chile, tinha uma cauda como arma nunca vista antes em qualquer outro dinossauro. Com aproximadamente 2 metros, o pequeno dinossauro blindado – chamado anquilossauro – data do final do período Cretáceo, cerca de 71,7 milhões a 74,9 milhões de anos atrás.

Seu esqueleto fossilizado, em grande parte completo, foi encontrado na província de Magallanes, na Patagônia, região mais ao sul do Chile.

O dinossauro, chamado Stegouros elengassen, tinha desenvolvido uma arma de cauda grande, diferente das vistas em outros dinossauros blindados, como as pontas emparelhadas do Estegossauro e a cauda em forma de clava do Anquilossauro.

Embora seu crânio tivesse características em comum com outros anquilossauros, seu armamento de cauda era “bizarro”, de acordo com o estudo, que foi publicado na revista Nature nesta quarta-feira (1º). A cauda do dinossauro tinha sete pares de depósitos ósseos, achatados, fundidos em uma estrutura semelhante a uma folhagem.

“A cauda é extremamente estranha, pois é curta para um dinossauro e a metade posterior é envolta em ossos dérmicos (ossos que crescem na pele) formando uma arma única (cauda)”, disse Sergio Soto Acuña, principal autor do estudo e doutoranda na Universidad de Chile.

Paleontólogo chileno Sergio Soto foi o principal autor do estudo / Cortesia Sergio SotoEle disse que se parecia com a cauda de uma cascavel ou lagarto de cauda espinhosa. Mas, ao contrário dessas criaturas, o dinossauro possuía ossos verdadeiros sob as escamas. A característica mais semelhante seria a cauda de um tatu-canastra, mas eles também estão extintos, acrescentou.

Stegouros, que significa “cauda coberta” em grego e “elenggassen”, vem de Aonikenk, a língua dos habitantes originais da Patagônia, e se refere a uma fera mitológica com armadura. O fóssil foi encontrado em 2018.

O estudo observou que poucos anquilossauros foram encontrados no sul de Gondwana – a parte inferior do antigo supercontinente Pangéia.

“Ao contrário dos anquilossauros do hemisfério norte, nosso novo dinossauro possui armadura leve, pernas delgadas e um tamanho menor”, disse ele.

As plantas fossilizadas descobertas na mesma região indicam que o clima era mais quente quando este dinossauro habitava o local – muito diferente do atual clima frio que prevalece na Patagônia.

(Texto traduzido, leia original em inglês aqui)

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Céu de MS em dezembro terá chuva de meteoros mais esperada do ano e passagem de cometa - Jornal Midiamax

O último mês do ano será um mês e tanto para os fãs do espaço. O calendário astronômico está recheado de eventos interessantes como duas missões 'turísticas' ao espaço, uma das chuvas de meteoros mais aguardadas do ano e um cometa que promete dar verdadeiro show no céu de Mato Grosso do Sul.

Além disso, ocorrerá um eclipse total do sol que, infelizmente, não poderá ser visto no Brasil.

Veja abaixo os eventos astronômicos mais importantes do mês de dezembro.

4 de dezembro: O único eclipse solar total do ano (e último até 2023) será visível apenas na Antártida, mas vale lembrar aqui, uma vez que é um evento muito importante para os amantes da astronomia.

6 de dezembro: conjunção entre a Lua e Vênus. Isso significa que será possível ver os dois astros 'juntinhos' no céu. Vênus estará acima e um pouco à direita da Lua crescente. Para visualizar o fenômeno, procure o par no horizonte, a oeste, logo após o pôr do sol.

7 de dezembro: agora é a vez da Lua formar par com Saturno. Os dois poderão ser vistos próximos também no horizonte a oeste logo após o pôr do sol. Lembrando que o planeta estará também um pouco acima e à direita de nosso satélite natural.

8 de dezembro: haverá lançamento de foguete russo com dois 'turistas': o bilionário japonês Yusaku Maezawae o produtor de vídeo Yozo Hirano, além do cosmonauta russo Alexander Misurkin.

13 a 14 de dezembro: será o pico da chuva anual dos meteoros Geminídeos, uma das melhores do ano, que estará ativa entre os dias 4 e 17 de dezembro, mas terá seu pico nos dias 13 e 14. Os meteoros serão visíveis a partir das 19h46 (horário de MS0, quando seu ponto de origem aparente surge no horizonte, a nordeste. Entretanto, o melhor horário de observação será por volta da 1h, quando a constelação citada estará em seu ponto mais alto no céu.

Segundo estimativa do site In the Sky, sob condições ideais (céu limpo e escuro, longe da poluição luminosa das cidades) poderão ser vistos até 79 meteoros por hora. Entretanto, a Lua, que estará 78% iluminada, pode atrapalhar significativamente a visualização dos mais fracos.


Cometa 'Leonard' já foi flagrado pelo Projeto Céu Profundo

15 de dezembro: o cometa 'Leonard' deve começar a ser visível no Brasil, sempre após o pôr do sol, na direção oeste. Porém, dependendo da posição do observador, o cometa pode ser visto antes.

21 de dezembro: um solstício ocorre às 12h59GMT, marcando o primeiro dia do verão no hemisfério sule o começo do inverno no norte.

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Wednesday, December 1, 2021

Qualcomm lança seu primeiro processador para consoles portáteis - Tecmundo

Nesta quarta-feira (01), a Qualcomm estreou uma nova categoria no seu portfólio: processador para consoles portáteis. A empresa anunciou o lançamento do Snapdragon G3x durante o Snapdragon Tech Summit 2021, que acontece no Havaí.

O novo produto traz a tecnologia do já conhecido Snapdragon Elite Gaming para os dispositivos portáteis, permitindo que eles rodem jogos do Android, títulos que estão na nuvem e até mesmo façam streaming de jogos de outros consoles ou PC.

Snapdragon G3xSnapdragon G3x é o novo SoC da Qualcomm para consoles portáteis (Imagem: Qualcomm)

Em termos técnicos, o novo chipset conta com uma GPU Adreno para rodar jogos a 144 fps e com HDR 10, enquanto o Qualcomm FastConnect 6900 oferece compatibilidade com Wi-Fi 6/6E e redes 5G mmWave e sub-6. O chip oferece suporte para conexão de óculos de realidade virtual via USB-C e também permite conectar TVs 4K para que o console seja utilizado como controle.

Console portátil da Razer

Para demonstrar o poder de fogo da sua nova plataforma, a Qualcomm fez uma parceria com a Razer para lançar o chamado "Snapdragon G3x Handheld Developer Kit", um dispositivo que vai ajudar desenvolvedores e fabricantes a criarem seus próprios softwares e hardwares alimentados pelo G3x.

Snapdragon G RazerConsole portátil da Razer visa incentivar outros desenvolvedores a usarem o Snapdragon G3x (Imagem: Qualcomm)

O modelo da Razer tem uma tela OLED de 6,65 polegadas Full HD+ com HDR10, taxa de atualização de 120 Hz, uma webcam de 5MP com resolução de 1080p e dois microfones, compatibilidade com Wi-Fi 6/6E, 5G mmWave e sub-6, Bluetooth 5.2 e bateria de 6.000 mAh.

Essa não é a primeira vez que a Qualcomm se associa a fabricantes para incentivar o desenvolvimento de produtos embarcados com seus processadores. Em meados de maio deste ano, por exemplo, uma parceria com a Microsoft resultou em um mini PC com arquitetura ARM.

* A jornalista viajou para o Havaí a convite da Qualcomm.

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Para reduzir custos, Globo vende até torres de transmissão em negócio milionário - Notícias da TV

A Globo fechou a venda de 17 torres de transmissão em diversas cidades do Brasil para a empresa IHS, sediada na Nigéria. O objetivo da negociação é arrecadar dinheiro para investir em mais produções e reduzir custos de operação. O acordo foi aprovado pelo Cade (Conselho de Administração de Defesa Econômica).

O contrato começa a valer em janeiro. Mas, mesmo após a venda, a emissora seguirá usando os transmissores. Foi assinado um acordo para que os nigerianos cuidem de toda a infraestrutura do parque tecnológico. Os novos donos, porém, também poderão ceder a estrutura para emissoras concorrentes.

Ou seja, a Globo continuará a usar as torres para emitir seu sinal digital de TV aberta, por exemplo, mas com gastos bem menores. A emissora não vai precisar mais desembolsar milhões em manutenção, como acontece hoje.

Junto com a venda das torres, a emissora também se desfez de 16 imóveis onde ficam parte das antenas. Esses foram arrematados pela empresa San Gimignano. 

Segundo os documentos do processo no Cade, a Globo vendeu suas torres de transmissão por ver uma oportunidade de enterrar dois problemas de uma vez. O maior deles envolve custos de operação, atualmente a principal causa de atenção na Globo.

Operação da Globo custa caro

Segundo balanço do último trimestre, divulgado pelo colunista Guilherme Ravache, do Notícias da TV, o Grupo Globo gastou 28% a mais em relação ao mesmo período do ano passado com operações técnicas e investimento em tecnologia. Os gastos chegam a ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão.

O objetivo da Globo é reduzir em até 25% o que se gasta com essas operações. No Cade, ela confirmou que "é uma oportunidade de desinvestimento de ativos, proporcionando a redução de custos com uma atividade secundária ao negócio principal".

O valor da venda ficou em sigilo no Cade. Mas fontes no mercado ouvidas pela coluna dizem que uma transação do tipo não sai por menos de R$ 200 milhões. O Cade aprovou o negócio sem restrições por entender que a IHS tem apenas 20% de participação no mercado brasileiro de torres.

É a segunda operação em menos três meses que a Globo faz para arrecadar dinheiro e tentar diminuir suas operações. Em setembro, a empresa vendeu o seu data center após fazer um acordo com o Google que vai colocar todo o seu arquivo no formato de nuvem.

Procurada para comentar a operação institucional, a Globo respondeu após a publicação da reportagem com a seguinte nota:

"Como temos divulgado de forma recorrente, a Globo está em pleno processo de revisão do seu modelo operacional, implementando medidas que visam apoiar a transformação da empresa em sua estratégia D2C. Neste sentido, a empresa vem buscando ampliar a sua eficiência através da captação de novas fontes de receita, da racionalização na gestão de custos e da ampliação da sinergia entre suas operações, gerando valor em tudo o que faz.

Portanto, atribuir a venda das torres de transmissão apenas a corte de custos é uma visão reducionista, que não considera a estratégia de negócios da companhia. Como informado ao Cade, a venda das torres significa uma oportunidade de desinvestimentos de ativos que são parte de uma atividade secundária ao seu negócio principal.

A matéria ainda repercute de forma equivocada os resultados apresentados no terceiro trimestre, que apontam custos operacionais derivados da retomada da programação e investimentos em novas tecnologias na ordem de 14% --e não 28%, como afirma o jornalista. Por último, a Globo tampouco reconhece os valores envolvidos na negociação. Tais informações são meramente especulativas e não refletem a realidade da negociação." 

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Criador de Second Life alerta sobre riscos na proliferação de metaversos - Canaltech

Pioneiro na construção do game de mundo virtual Second Life, Philip Rosedale disse que a construção de um metaverso é algo que precisa ser minuciosamente planejado para que não haja consequências indesejadas. Em entrevista à revista Time, o fundador do jogo, febre em um passado não tão distante, falou sobre a importância de um sistema de moderação para permitir uma convivência harmônica no ambiente digital.

Rosedale ressaltou a importância de proteger as pessoas ao identificá-las e garantir consequências a ações tomadas no metaverso, pois assim elas se comportarão de forma correta. O problema, segundo ele, seria o fato de que a internet ainda não tem sistema de identificação para o exercício de um monitoramento eficaz das atitudes online e responsabilização dos autores.

O Second Life pode ser considerado o "pai do metaverso" (Imagem: Reprodução/Linden Lab)

Outro especialista que participou da conversa foi o antropólogo e autor do livro Coming of Age in Second Life, Tom Boellstorff, que acredita ser necessário haver uma estrutura forte em vigor para evitar que gente com más intenções usem a plataforma para praticar crimes ou causar danos a terceiros.

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Boellstorff lembrou que a forma como o Second Life contornou isso foi com a necessidade de pagar por uma assinatura, mas isso fez com que as empresas de anúncios não conseguissem explorar o serviço de forma tão eficaz. Como a pessoa já pagava para jogar, a maioria não se mostrava disposto a desembolsar mais recursos para adquirir produtos no mundo virtual, o que vai em sentido oposto da proposta dos metaversos atuais.

“O modelo de assinatura do Second Life é uma razão pela qual você não tem informações incorretas e coisas antivax”, disse Boellstorff à Time. “Nada desse metaverso daqui para frente precisa ser um modelo corporativo específico dirigido por anúncios”, declarou.

Barreiras de entrada no metaverso

Outro aviso que Rosedale deu aos desenvolvedores é para focarem em superar barreiras de entrada ao sistema. Hoje, para acessar ao metaverso da Meta (antigo Facebook Inc.) será preciso usar óculos de realidade virtual, embora a companhia já tenha declarado que pretende integrá-lo a seus programas já existentes. Isso tudo vai exigir um aparato técnico caro e requisitos dos quais nem todos dispõem, como internet rápida, óculos de RV e computador com boas configurações.

Hoje, o metaverso do antigo Facebook seria via realidade virtual, embora eles desejem oferecer outras formas no futuro (Imagem: Reprodução/Meta)

Por fim, ainda há uma outra questão a se pensar: os avatares. Na opinião do criador do Second Life, nem todos podem querer se apresentar como um desenho animado, inclusive porque esse formato não é aplicável para todas as situações do cotidiano das pessoas.

“Se você vive uma vida confortável na cidade de Nova York, é jovem e saudável, provavelmente vai escolher morar lá. Se eu oferecer a você a vida de um avatar, você simplesmente não vai usá-la muito. Por outro lado, se você mora em uma área rural com muito pouco contato social, é deficiente ou vive em um ambiente autoritário onde não se sente à vontade para falar, então seu avatar pode se tornar sua identidade primária”, concluiu Rosedale.

Metaverso preocupa

Esses alertas emitidos por alguém que já passou por uma situação semelhante são fundamentais para os criadores de universos digitais se guiarem. Não dá para comparar a proposta do Second Life com o que a Meta ou outras companhias propõem atualmente, mas certamente ambos partem de premissas muito similares.

À medida que o entusiasmo em torno dos metaversos aumenta, mais pessoas do mundo tecnológico começam a mostrar seus posicionamentos sobre a ideia. A ex-funcionária da Meta Frances Haugen, denunciante que desencadeou o chamado Facebook Papers, considera isso extremamente preocupante.

Como tudo ainda é muito novo, há quem diga que a proposta criaria um universo distópico ou que afastaria as pessoas uma das outras, mas esse tipo de sentimento só deve ser sanado quando a coisa chegar, de fato, aos lares das pessoas.

Fonte: Time  

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Criador de Second Life alerta sobre riscos na proliferação de metaversos - Canaltech
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PS Plus dezembro de 2021: Godfall: Challenger Edition, LEGO DC Super Villains e Mortal Shell - PSX Brasil - PSX Brasil

O texto abaixo foi publicado no PlayStation.Blog brasileiro.


Os jogos mensais PlayStation Plus de dezembro te jogarão em universos brilhantes de fantasia e mundos sombrios, onde você lutará contra inimigos impiedosos. Você poderá ser o herói ou o vilão, mas não perca tempo: explore os loots e lutas de Godfall, o combate cuidadoso de Mortal Shell ou a maldade de Lego DC Super Villains. Todos os jogos estarão disponíveis a partir de terça-feira, 7 de dezembro.

Os membros PlayStation Plus terão até segunda-feira, 3 de janeiro, para adicionarem esses títulos, além de três jogos do PS VR de bônus para suas bibliotecas de jogos.

Vamos conhecer um pouco mais cada jogo.

Godfall: Challenger Edition | PS5 & PS4

Godfall é um jogo de loots e luta em um brilhante universo de fantasia, repleto de cavaleiros heroicos e magia arcana. Embarque na aventura deste RPG de ação e fantasia que utiliza o combate corpo a corpo de alto impacto em terceira pessoa para envolver os jogadores enquanto eles buscam por loot, vestem conjuntos de armaduras lendárias e derrotam inimigos perversos. A Challenger Edition foca em três modos: Lightbringer, Dreamstones e Ascended Tower of Trials. Todos são conteúdo de nível endgame, mas você será imediatamente equipado com uma variedade de armas letais e pontos de habilidade, que te permitem se juntar com até dois outros jogadores* em co-op. Aperfeiçoe seu build e destrua seus inimigos. O co-op da Challenger Edition é compatível com todas as edições com upgrade de Godfall, e permite cross-play entre gerações. Jogadores de Godfall: Challenger Edition podem fazer o upgrade para a Edição Deluxe a qualquer momento para ganhar aceso às campanhas Godfall e Fire & Darkness.

LEGO DC Super-Villains | PS4

É bom ser mau… Embarque em uma aventura completamente nova de DC Lego para se tornar o maior vilão que já existiu no universo. Os jogadores vão criar um supervilão totalmente novo e jogar como ele em todo o jogo, desencadeando maldades e provocando o caos em uma história repleta de ação. Ambientado em uma experiência de mundo aberto no universo DC, a Liga da Justiça desapareceu, deixando a proteção da Terra aos seus colegas, que se proclamaram como o “Sindicato da Justiça”. Cabe a você e a um grupo louco de desajustados descobrir as intenções dos novos e estranhos aspirantes a super-heróis da Terra. Com a presença de famosos supervilões da DC: Coringa, Arlequina e inúmeros outros da Liga da Injustiça, os jogadores irão traçar uma aventura épica.

Mortal Shell | PS4

Mortal Shell é um RPG de ação implacável e profundo que testa sua sanidade e resiliência em um mundo destroçado. Enquanto o restante da humanidade definha e apodrece, os inimigos impetuosos se espalham pelas ruínas. Com a sobrevivência exigindo consciência, precisão e instintos superiores, eles não poupam ninguém. Encontre santuários escondidos de seguidores devotos e descubra seu verdadeiro propósito.

Jogos de PS VR**

Três títulos bônus do PS VR ainda estão disponíveis para você adicionar na sua biblioteca de jogos, dando continuidade à celebração do quinto aniversário do PS VR. Sobreviva aos horrores a bordo de uma espaçonave gerada procedimentalmente em The Persistence, enfrente zumbis em The Walking Dead: Saints & Sinners e demonstre suas habilidades de espada no roguelike Until You Fall. Esses três jogos estão disponíveis até segunda-feira, 3 de janeiro.

The Persistence | PS VR**

The Persistence desafia você a sobreviver a bordo de uma colônia espacial condenada no ano de 2521. Perdida, defeituosa e presa na gravidade inexorável de um buraco negro, “The Persistence” tem uma tripulação transformada em aberrações terríveis e assassinas. Cabe a você, um clone do oficial de segurança Zimri Eder, descer até os conveses mais profundos de The Persistence para reparar os sistemas e evitar que a nave se despedace. Reúna recursos, aprimore habilidades e prepare um arsenal de armas neste brutal terror de ficção científica roguelike.

The Walking Dead: Saints & Sinners – Standard Edition | PS VR**

Encare todos os horrores que os vivos e os mortos podem oferecer nesta nova aventura de RV no universo de The Walking Dead. Percorra as ruínas de Nova Orleans infestada de mortos-vivos enquanto luta, foge, vasculha e sobrevive a cada dia, desvendando o mistério de uma cidade dentro dos bairros icônicos. Encontre facções desesperadas e sobreviventes solitários que podem ser amigos ou inimigos. Quer você ajude outras pessoas, quer leve o que deseja à força, todas as escolhas que você faz têm consequências. Que tipo de sobrevivente você será para as pessoas de NOLA?

Until You Fall | PS VR**

Fantasia e synthwave encontram-se neste jogo de luta de espadas cheias de ação para PS VR. Fortaleça-se enquanto luta em um ambiente incrível em neon e derrube monstruosidades mágicas nesse rogue lite combate corpo a corpo. Mova seus braços e corpo ao ritmo da trilha sonora synthwave enquanto ataca, bloqueia, lança feitiços e esquiva-se, avançando cada vez mais em um mundo de fantasia neon cheio de monstros sinistros. Equipe-se com diversas armas que alteram a jogabilidade enquanto continua a ganhar força e atacar monstruosidades que espreitam todo este mundo misterioso.

Última chance para baixar os jogos mensais PlayStation Plus de novembro

Membros PlayStation Plus: este é o um lembrete para você adicionar Knockout City, First Class Trouble e Kingdoms of Amalur: Re-Reckoning à sua biblioteca de jogos. Todos os três títulos deixarão PlayStation Plus na segunda-feira, 6 de dezembro.

*Para usar o modo multiplayer online, é necessário ter uma assinatura PlayStation Plus. PlayStation Plus possui uma taxa de assinatura recorrente, cobrada automaticamente até o cancelamento. Termos completos: play.st/PSPlusTerms

 **PS VR headset, PS Camera para o console PS4 e o console PS4 ou PS5 são necessários para usar a funcionalidade VR. Os proprietários do console PS5 precisam de um adaptador da PlayStation Camera para usar o PS VR no console PlayStation 5 (não é necessário comprar. Clique aqui para obter detalhes). Recomenda-se o controle sem fio DS4. The Walking Dead: Saints & Sinners e Until You Fall exigem os controles do PS VR e PS Move.

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