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Tuesday, May 30, 2023

Em breve será possível ter diálogo natural com NPCs graças à IA da NVIDIA - Hardware

A NVIDIA, uma das maiores fabricantes de chips gráficos do mundo, revelou uma tecnologia que promete transformar a maneira como os jogadores interagem com personagens não jogáveis (NPCs – Non-Playable Characters) em videogames.

Estou falando da tecnologia  Avatar Cloud Engine (ACE). Trata-se de uma ferramenta que permite aos jogadores conversar naturalmente com NPCs e receber respostas apropriadas. É lógico que por trás dessa tecnologia existe alguma LLM (large Language Model), tal qual a usada em plataformas como o ChatGPT.

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ACE promete tornar NPCs mais inteligentes

A ACE foi revelada durante a Computex 2023 em Taipei (Taiwan), onde a NVIDIA demonstrou um jogo chamado Kairos. No jogo, o personagem jogável conversa com um NPC chamado Jin em uma loja de ramen de aparência distópica.

Em vez de selecionar opções de diálogo pré-determinadas, o jogador pode simplesmente perguntar algo através do microfone e receber uma resposta do personagem do jogo.

A demonstração foi construída em parceria com a Convai para promover a ACE. Esta nova tecnologia pode ser executada tanto localmente quanto na nuvem. A ACE utiliza a ferramenta NeMo da NVIDIA para construir, personalizar e implantar modelos de linguagem de grande porte que podem ser personalizados com histórias e antecedentes de personagens.

Além disso, utiliza uma ferramenta de reconhecimento de fala e texto para fala chamada Riva. Essa ferramenta é utilizada junto com o Omniverse Audio2Face, também da NVIDIA, que cria animações faciais expressivas de um personagem de jogo para combinar com qualquer faixa de fala.

Abaixo você confere o vídeo de demonstração da tecnologia ACE:

Ainda há muito para evoluir

Embora a demonstração tenha sido visualmente impressionante, graças ao uso do Unreal Engine 5 e dos recursos de ray tracing, o diálogo gerado pela IA ainda deixou a desejar. As respostas de Jin, o NPC, pareciam um pouco rígidas e roteirizadas. No entanto, a NVIDIA acredita que a tecnologia tem o potencial de tornar as interações nos jogos muito mais ricas e complexas.

Disso não há nenhuma dúvida. Quando esta tecnologia estiver bem amadurecida, creio que os NPCs poderão ter diálogos bem mais naturais, realistas e não roteirizados. Bem diferente de como acontece agora em jogos de mundo aberto, por exemplo.

Jason Paul, vice-presidente da plataforma GeForce, afirmou que a tecnologia pode ser usada em mais de um personagem ao mesmo tempo e que dois NPCs poderiam até mesmo conversar entre si. No entanto, ele admitiu que essa possibilidade ainda não foi testada.

Sem previsão de estreia

Ainda não está claro se algum desenvolvedor adotará a ACE da maneira como a demonstração sugere. No entanto, já se sabe que os jogos S.T.A.L.K.E.R. 2: Heart of Chernobyl e Fort Solis utilizarão o Omniverse Audio2Face.

A NVIDIA não anunciou quando a ACE estará disponível para os desenvolvedores, mas a demonstração de Kairos oferece uma visão fascinante do futuro dos videogames. Com a ACE, os desenvolvedores poderão tornar os jogos mais imersivos e interativos, permitindo que os jogadores tenham conversas naturais com NPCs, em vez de selecionar opções de diálogo pré-determinadas.

Fontes: Engadget e The Verge

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Monday, May 29, 2023

Além do Google e desenvolvedor, MP-SP investiga usuários que deixaram comentários racistas em avaliação de 'Simulador de Escravidão' - G1

Jogo 'Simulador de Escravidão' — Foto: Reprodução

Jogo 'Simulador de Escravidão' — Foto: Reprodução

O programa simulava que pessoas negras poderiam ser castigadas ao longo das partidas. No jogo, a proposta era que o usuário se passasse por um proprietário de escravos, podendo escolher duas modalidades: tirana ou libertadora. Na primeira, o objetivo era fazer lucro e impedir fugas e rebeliões. Na segunda, lutar pela liberdade e chegar à abolição.

Entre as opções da dinâmica do jogo estão agredir e torturar o ‘escravo’.

O aplicativo foi desenvolvido pela Magnus Games e tinha pouco mais de mil downloads, além de 70 avaliações. Nos comentários, algumas pessoas reclamavam de poucas possibilidades de agressão. Segundo a promotora Maria Fernanda Pinto, responsável pelo caso, existem ferramentas que possibilitam a identificação dos usuários para que eles possam ser responsabilizados criminalmente.

"O que chama atenção são as pessoas que baixaram e comentaram [o jogo], com aspectos muito reprováveis de um racismo muito escancarado e comentários indefiníveis em termos de gravidade e horror, que ferem qualquer parâmetro de civilização. Esse tipo de coisa travestido de entretenimento é ainda pior", avaliou a promotora.

Na última passada, o Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância (Gecradi) do MP abriu um procedimento preliminar para verificar as circunstâncias da disponilização do aplicativo na loja virtual e quais os termos definidos pelo Google quando o desenvolvedor submete uma aplicação para download. O Ministério Público investiga se houve ou não análise humana no processo.

O Google tem até esta semana para prestar esclarecimentos à Promotoria do caso. Depois, o MP decidirá se irá instaurar um Procedimento Investigatório Criminal (PIC).

Para a promotora Maria Fernanda Pinto, no entanto, não há dúvidas de que houve falha por parte do Google. "A falha da plataforma evidentemente teve porque o aplicativo foi para o ar", disse à GloboNews.

Entre os possíveis crimes a serem investigados estão o crime de ódio e racismo, que são identificados, por exemplo, quando há segregação, discriminação e imposição de hierarquia com fundamento na raça.

O desenvolvedor do aplicativo também será investigado. Uma equipe especializada do MP-SP está apurando se a empresa da Malasia também tem escritório no Brasil, já que o jogo estava em português, e quem é o responsável pela criação e disponibilização na loja virtual. Caso esteja sediada no exterior, será necessário avaliar as relações diplomáticas entre Brasil e o outro país. O Gecradi quer ter acesso ao e-mail que foi cadastrado pelo responsável.

Outras investigações

A equipe jurídica da Educafro defende que o dano consiste em racismo estrutural, bem como ofensa à honra.

O Ministério da Igualdade Racial deve se reunir nos próximos dias com representantes do Google. A pasta propôs que seja feita uma ação conjunta com a empresa para a criação de um filtro eficiente para que discursos de ódio, intolerância e racismo não sejam disseminados com tanta facilidade e sem moderação em espaços virtuais.

O Ministério Público Federal (MPF) do Rio Grande do Sul também instaurou um procedimento para acompanhar o caso. Uma representação feita pelo deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) foi protocolada no MPF do Distrito Federal, mas deve ser remetida ao Rio Grande do Sul. No âmbito federal, será analisado se alguém no exterior desenvolveu e/ou baixou o jogo.

A GloboNews procurou o Google, mas até esta publicação ele não havia retornado.

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Sunday, May 28, 2023

WhatsApp deixará de funcionar em 31 de maio nestes celulares - Mistérios do Mundo

Ei, pessoal! Fiquem ligados! Seu aplicativo de mensagens instantâneas favorito, o WhatsApp, pode estar dando adeus a uma série de smartphones mais antigos. Sabe como é, né? A tecnologia avança e os dispositivos mais velhos acabam ficando para trás. Acontece o tempo todo!

A Meta, empresa por trás do WhatsApp, soltou uma informação recentemente. A partir de 31 de maio de 2023, uma longa lista de celulares simplesmente não será mais capaz de rodar o WhatsApp. Eles não estão acompanhando o ritmo tecnológico.

Vou explicar melhor para vocês. Alguns velhos conhecidos da Samsung, como o Galaxy Core, Trend Lite, Ace 2, o pequenino S3 Mini, Trend II e X Cover 2 estão na lista. É um pouco triste, né?

Não é só a Samsung. Um monte de telefones LG também ficarão sem WhatsApp. A lista inclui modelos Optimus como L3 II Dual, L5 II, F5, L3 II, L7II, L5 Dual, L7 Dual, F3, F3Q, L2 II, L4 II, F6, e mais alguns, incluindo Enact, Lucid 2 e F7.

E não respirem aliviados ainda, usuários de Huawei, Sony, Lenovo e ZTE. O Huawei Ascend Mate, G740, D2, Sony Xperia M, Lenovo A820 e alguns modelos ZTE como V956 – UMI X2, Grand S Flex e GrandMemo também estão na lista.

E a lista não para por aí. Alguns outros modelos como Faea F1THL W8, Wiko Cink Five, Winko Darknight, Archos 53 Platinum também estão na lista.

E, uau! Os queridinhos iPhones! O WhatsApp vai parar de funcionar nos iPhone 6S, SE e 6S Plus.

Então, é isso, pessoal. Se você está agarrado a essas belezas envelhecidas, pode ser a hora de uma visita à loja de celulares. Mantenha-se atualizado e você continuará em contato com seus amigos do WhatsApp!

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WhatsApp deixará de funcionar em 31 de maio nestes celulares - Gazeta Brasil

O WhatsApp é um dos aplicativos de mensagens instantâneas mais usados ​​no mundo, e é por isso que os usuários devem atualizar o aplicativo regularmente devido às notícias constantes.

A Meta anunciou que a partir de 31 de maio de 2023, o aplicativo deixará de funcionar em vários celulares que não atendem aos requisitos mínimos de compatibilidade, devido à idade do celular.

Eis os celulares afetados:

Núcleo da Galaxy samsung

Samsung Galaxy Trend Lite

SamsungGalaxy Ace 2

Mini Samsung Galaxy S3

Samsung Galaxy Trend II

Samsung Galaxy X capa 2.

LG Optimus L3 II Dual

LG Optimus L5II

LG Optimus F5

LG Optimus L3II

LG Optimus L7II

LG Optimus L5 duplo

LG Optimus L7 duplo

LG Optimus F3

LG Optimus F3Q

LG Optimus L2II

LG Optimus L4II

LG Optimus F6

LG Aprovar

LG Lucid 2

LG Optimus F7

Companheiro Huawei Ascend

Huawei Ascend G740

Huawei Ascend D2

Sony Xperia M

Lenovo A820

ZTE V956 – UMI X2

ZTE Grand S Flex

ZTE GrandMemo

Faea F1THL W8

Wiko Cink Five

Winko Darknight

Archos 53 platina

iPhone 6S

iPhone SE

iPhone 6S Plus

Dependendo da plataforma, os dispositivos e o software mudam com frequência, portanto, eles revisam regularmente os sistemas operacionais aos quais oferecem suporte e fazem atualizações de acordo.

Como outras empresas de tecnologia, a cada ano eles identificam os dispositivos e softwares mais desatualizados e aqueles com menos usuários parados. Esses dispositivos também podem não ter as atualizações de segurança mais recentes ou a funcionalidade necessária para executar o WhatsApp .

“Para acompanhar os mais recentes avanços tecnológicos, paramos regularmente de oferecer suporte a sistemas operacionais desatualizados para dedicar nossos recursos ao suporte aos mais recentes”, portanto, “atualizaremos esta página regularmente para garantir que os sistemas operacionais mais recentes que suportamos aparecer aqui”, diz o WhatsApp

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Saturday, May 27, 2023

5 negócios do Google e de outros gigantes que prometiam muito e fracassaram - G1

Cofundador do Google, Sergey Brin, com seu Google Glass — Foto: GETTY IMAGES via BBC

Cofundador do Google, Sergey Brin, com seu Google Glass — Foto: GETTY IMAGES via BBC

No mundo dos negócios, como em tantos outros, tudo começa com uma ideia.

Essa ideia recebe investimentos em tempo e dinheiro, até ficar pronta para ser lançada e observada para ver se faz ou não sucesso.

Algumas dessas ideias progridem muito, como o Facebook e a Amazon. Mas muitas outras fracassam, por uma série de razões.

Os entusiastas da tecnologia costumam citar frequentemente o caso do sistema de vídeo Betamax, da Sony. Ele recebeu enormes elogios por sua qualidade superior à do sistema VHS, mas acabou perdendo para o concorrente por falta de habilidade na sua campanha de marketing.

Da mesma forma, outras empresas de sucesso também foram responsáveis por alguns dos maiores fracassos da história. Por quê?

1. Google Glass

O que não era de se estranhar. O Google Glass parecia ter saído de um filme de ficção científica — óculos de alta tecnologia com uma tela de visualização frontal, que mostrava informações que se deslocavam pela linha de visão do usuário, tudo ativado por gestos ou comandos de voz.

Com eles, você poderia encontrar seu caminho orientado por um mapa sobreposto à sua realidade; suas mensagens apareceriam diante dos seus olhos; um único gesto seria suficiente para você tirar fotos ou gravar vídeos; e um comando de voz faria você se comunicar com quem desejasse.

O produto foi criado em meio ao clamor permanente pela informática portátil. Mas, embora a utilidade e a imagem do Google Glass fossem atraentes, as preocupações com privacidade acabaram agindo contra ele, já que oferecia ao seu usuário a possibilidade de filmar e fotografar outras pessoas sem ser observado.

A ideia de que alguém pudesse ser gravado sem saber acabou sendo incômoda demais para as pessoas. E, para os estabelecimentos comerciais, como restaurantes e salas de cinema, a possibilidade de que seus clientes usassem óculos com câmeras também não foi bem recebida.

O projeto foi ressuscitado em 2017, com o Glass at Work, orientado não ao público em geral, mas para as empresas. Eles eram úteis, por exemplo, para oferecer notificações em tempo real no ambiente médico ou para ler QR code.

Mas as tentativas de fazer reviver a ideia não foram suficientes para mantê-la por muito mais tempo. Em março de 2023, o Google colocou ponto final aos seus óculos futuristas.

2. Olestra

Batata frita com Olestra, 1998, prometendo metade das calorias — Foto: Getty Images

Batata frita com Olestra, 1998, prometendo metade das calorias — Foto: Getty Images

Descoberto por cientistas da empresa norte-americana Procter & Gamble na década de 1960, Olestra era um substituto da gordura que não era absorvido pelo corpo.

Olestra foi testado em bolos, rosquinhas e sorvetes, reduzindo seu teor de calorias em até 50%.

Ele prometia ser a panaceia para a dieta das pessoas, que poderiam desfrutar dos alimentos sem sofrer as consequências negativas. E era uma ótima solução para a multinacional, que ganharia muito dinheiro com a venda do produto.

Mas os comentários sobre os testes com Olestra foram desastrosos e repugnantes.

“Todos tinham a mesma reclamação”, explica o cientista de alimentos Peter Berry Ottaway, “vazamentos anais que saem do reto sem nenhum controle”.

A Procter & Gamble reformulou o produto, concentrando-se na produção de salgadinhos. E, em 1990, pediu a aprovação da Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês).

A aprovação chegou seis anos depois, mas os produtos que usavam Olestra precisariam declarar que podem causar cólicas abdominais e fezes moles.

Inicialmente, os consumidores não desaminaram. Paralelamente, começaram a surgir resultados médicos melhores sobre os efeitos secundários do produto.

Mas surgiu uma campanha feroz e contínua contra o uso de Olestra pelo Centro para a Ciência no Interesse Público (CSPI, na sigla em inglês). E, como se não bastasse, o produto se tornou alvo de piadas dos comediantes da televisão norte-americana.

Tudo isso levou ao fim do Olestra.

"Realmente, foi uma guerra de relações públicas", segundo o milionário empreendedor Sam White. Ele declarou que, se fosse a Procter & Gamble, "teria continuado lutando".

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3. Blockbuster

A última loja da rede Blockbuster fechou as portas em 2013 — Foto: Stu pendousmat/Creative Commons

A última loja da rede Blockbuster fechou as portas em 2013 — Foto: Stu pendousmat/Creative Commons

Lançado em 1985 em Dallas, no Estado americano do Texas, o videoclube Blockbuster ("sucesso de bilheteria", em inglês) fez jus ao seu nome por quase 30 anos.

No seu auge, em 2004, a empresa gigante do aluguel de filmes chegou a ter 9 mil lojas em todo o mundo, 84 mil funcionários e receita de quase US$ 5,9 bilhões (cerca de R$ 29,5 bilhões).

Mas, naquela altura, a empresa já havia cometido um erro grave: no ano 2000, deixou passar a oportunidade de comprar a Netflix.

A plataforma de streaming norte-americana havia sido fundada em 1997, oferecendo um serviço de aluguel de DVDs pelo correio.

A Netflix ofereceu à Blockbuster a possibilidade de acrescentar uma plataforma online à sua operação de aluguel de fitas e DVDs. Em troca, a Blockbuster dedicaria um espaço à Netflix nas suas lojas.

A Blockbuster recusou esta e outras oportunidades, segundo a Netflix, que acabou se tornando sua principal ameaça. Foi o momento decisivo para a sua queda.

"É muito fácil para as pessoas intoxicar-se com o sucesso e começar a acreditar que nada irá se interpor no seu caminho, o que não acontece, pela minha experiência", observa White.

A Blockbuster havia se interessado em oferecer seus próprios serviços de transmissão. Este enfoque mudou depois de 2005, quando a gigante da comunicação Viacom vendeu a companhia, deixando-a repleta de dívidas. E uma compra posterior por "investidores ativistas" impediu a inovação da empresa.

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4. Friends Reunited

Antes do Facebook, havia, no Reino Unido, o Friends Reunited — Foto: Getty Images

Antes do Facebook, havia, no Reino Unido, o Friends Reunited — Foto: Getty Images

Lançado pela engenheira da computação Julie Pankhurst e seu marido Steve em julho de 2000, o site Friends Reunited (“Amigos reunidos”, em inglês) ajudava as pessoas a encontrar seus velhos amigos da escola.

Precursor das redes sociais, o site teve crescimento inicial extremamente modesto. Mas, depois que foi mencionado em um programa de rádio da BBC, o Friends Reunited ganhou força. No final de 2002, já havia atraído 8 milhões de usuários.

A transição do acesso gratuito para a assinatura paga foi inevitável, mas não reduziu o entusiasmo, nem a má publicidade, alimentada por histórias de velhos amigos de escola tendo casos e professores caluniados.

O Friends Reunited conseguiu se manter até ser vendido para o canal de TV britânico ITV em 2005, por 175 milhões de libras (cerca de R$ 1,08 bilhão). Mas a aquisição foi um fracasso e, em 2009, a ITV se desfez do site por apenas 25 milhões de libras (cerca de R$ 154,5 milhões).

O canal de televisão pagou demais por uma peça central da sua estratégia digital, mas que era “um negócio que, culturalmente, não estava no lugar certo”, segundo White. E, mesmo com o seu drástico destino, o empresário acredita que o Friends Reunited “poderia ter enfrentado os Facebooks da vida”.

5. Sinclair C5

Lançado em 1985, o Sinclair C5 prometia ser uma revolução no transporte individual — Foto: Getty Images

Lançado em 1985, o Sinclair C5 prometia ser uma revolução no transporte individual — Foto: Getty Images

O triciclo elétrico C5 (com pedalagem assistida) foi um veículo individual lançado com grande alarde no dia 10 de janeiro de 1985.

Ele foi anunciado como o futuro do transporte — uma máquina não poluente, capaz de levar seu motorista aonde precisar, substituindo os automóveis superdimensionados e pouco eficientes.

Idealizado pelo célebre inventor britânico Clive Sinclair (1940-2021), o Sinclair C5 prometia ser mais uma de suas criações bem-sucedidas, ao lado da primeira calculadora eletrônica de bolso e do seu popular microcomputador doméstico ZX Spectrum.

Mas, junto com o DeLorean (o carro que ganhou fama nos filmes da série De Volta para o Futuro), o C5 acabou sendo um dos fracassos de transporte mais espetaculares da década de 1980.

E, neste caso, o baque veio logo no princípio. O veículo havia passado da mesa de desenho direto para o protótipo, sem nenhuma pesquisa de mercado, e teve um problema de imagem quase instantâneo.

A imprensa e o público não observaram o Sinclair C5 como um novo modo de transporte, mas como um brinquedo de alto custo. E ele recebeu críticas por questões de segurança, já que era extremamente baixo, o que o tornava praticamente invisível para os outros veículos.

Além disso, a aparente vantagem de poder ser dirigido por qualquer pessoa com mais de 14 anos, sem habilitação nem capacete, acabou se tornando motivo de preocupação.

Com a má recepção do público, a quantidade de pedidos foi mínima e a produção foi encerrada depois de cerca de oito meses. Mas, mesmo tendo sido ridicularizado de quase todos os lados, o C5 ainda tem seus admiradores.

Com os avanços da tecnologia de baterias e dos sistemas de controle eletrônico de segurança e estabilidade, além da busca de alternativas aos automóveis com motor a gasolina, especialistas se perguntam se o Sinclair C5 não teria sido lançado 30 anos antes do seu tempo.

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Devs de The Lord of the Rings: Gollum pedem desculpas por lançamento desastroso - MeuPlayStation

Em nota pública, a Daedalic Entertainment divulgou um pedido de desculpas pelo lançamento de The Lord of the Rings: Gollum. O estúdio assegurou seu compromisso em produzir histórias empolgantes para comunidade e confirmou a implementação de melhorias para os próximos meses.

O comunicado surge logo após a terrível repercussão da estreia do título em consoles e PC. Com uma nota de 36 no Metacritic (versão de PS5), o projeto já é um dos piores do ano segundo as críticas — algo que lhe rendeu uma avaliação de 15 pontos aqui no MeuPlayStation.

Leia abaixo a nota integral da Daedalic sobre a qualidade de The Lord of the Rings: Gollum:

Gostaríamos de nos desculpar sinceramente pela experiência nada emocionante que muitos de vocês tiveram com The Lord of Ring: Gollum após seu lançamento. Reconhecemos e lamentamos profundamente que o jogo não atendeu às expectativas que definimos para nós mesmos ou para nossa comunidade dedicada. Por favor, aceitem nossas sinceras desculpas por qualquer desapontamento que isso possa ter causado.

Nosso objetivo como estúdio e como fãs apaixonados de O Senhor dos Anéis sempre foi contar uma aventura envolvente e imersiva baseada em uma história. Elaborar uma história com a Terra-média como nosso playground foi a maior honra — e o maior desafio que enfrentamos até agora.

Na Daedalic, entendemos que o sucesso de um jogo depende do prazer e da satisfação de seus jogadores. Valorizamos genuinamente seus feedbacks e ouvimos ativamente suas vozes, lemos seus comentários e analisamos as críticas e sugestões construtivas que vocês forneceram.

Nossa equipe de desenvolvimento tem trabalhado diligentemente para resolver os bugs e problemas técnicos que muitos de vocês experimentaram. Estamos empenhados em fornecer a vocês patches que permitirão que vocês aproveite o jogo em todo o seu potencial.

Mais uma vez, pedimos desculpas por qualquer inconveniente causado e agradecemos sua compreensão durante este período. Continuaremos a mantê-los atualizado sobre nosso progresso e forneceremos uma comunicação transparente sobre os próximos patches e melhorias. Sua paixão e dedicação como jogadores têm sido a força motriz por trás de nossa determinação em fazer as coisas certas.

Obrigado pelo seu apoio. 

The Lord of the Rings: Gollum está disponível para PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series e PC.

Estúdio de The Lord of the Rings: Gollum trabalha em novo jogo da franquia?

Rumores indicam que a Daedalic Entertainment está trabalhando em um novo título da série “O Senhor dos Anéis”. Os devs de The Lord of the Rings: Gollum já estariam, inclusive, com o projeto financiado. Clique aqui para saber mais.

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App oficial do ChatGPT está disponível no Brasil - Canaltech

O aplicativo oficial do ChatGPT já pode ser usado no Brasil. A novidade, lançada há uma semana, foi expandida para mais países e desembarcou em território brasileiro nessa quinta (25). Assim como a leva inicial de lançamentos, essa novidade também está disponível apenas para iPhone.

Aplicativo oficial do ChatGPT

O app oficial do ChatGPT traz toda a experiência disponível na web e tem como novidade suporte à API Whisper, que permite a inserção de comandos de voz no programa — você fala e ele transforma tudo em texto para atender a sua solicitação.

Além disso, o programa para dispositivos móveis tem suporte ao ChatGPT Plus, a versão paga e com possibilidade de se conectar à internet via plugins do chatbot com inteligência artificial da OpenAI.

O ChatGPT pode ser baixado na App Store.

Quando chega o ChatGPT para Android?

Apesar de expandir o acesso para mais países — inicialmente ele estava disponível apenas nos Estados Unidos —, o ChatGPT ainda não tem previsão para rodar em aparelhos Android. Apesar da promessa da OpenAI de que isso acontece “em breve”, usuários do sistema do Google ainda precisam recorrer à versão web do programa em chat.openai.com.

Por falar em ChatGPT e Apple, a Maçã aparentemente pensa em criar um rival próprio para o chatbot da IA.

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Apple lança sistema antirroubo para iPhone; saiba como ativar - G1

1 de 1 iPhone ganha nova configuração para evitar roubos — Foto: Bagus Hernawan/Unsplash iPhone ganha nova configuração para evitar...