Rechercher dans ce blog

Friday, March 24, 2023

Oumuamua é lixo espacial alienígena, asteroide ou cometa? Estudo dá pista sobre visitante misterioso - Ciência Estadão

Era lixo espacial alienígena? Um asteroide interestelar errante? Ou um cometa estranho de outro Sol? Desde 2017, quando astrônomos no Havaí descobriram um objeto que chamaram Oumuamua (“batedor”) atravessando o Sistema Solar, eles discutiram sobre o que era. Os telescópios viram apenas um ponto em movimento que já estava voltando para a escuridão interestelar. Os astrônomos deduziram que era avermelhado, em forma de charuto ou panqueca, e talvez com algumas centenas de metros de comprimento. Até o momento, todos os cometas observados em nosso sistema solar variaram de cerca de meia milha a centenas de quilômetros de diâmetro. (O cometa Halley tem cerca de 11 quilômetros de largura.)

Inicialmente, o Oumuamua foi classificado como um asteroide, pois não exibia nenhum dos chiados e flashes típicos dos cometas. (Os cometas são basicamente bolas de neve sujas; quando aquecidos pela luz solar, eles emitem jatos de vapor, dióxido de carbono e poeira, que criam caudas brilhantes ou comas.) Não havia evidência de gás ou de poeira ao redor do objeto, e os radiotelescópios não ouviram nada semelhante.

Mas uma análise mais aprofundada revelou que algo estava fazendo Oumuamua acelerar ao sair do Sistema Solar, deixando os cientistas com um delicioso quebra-cabeça.

Agora, dois astrônomos descobriram o que chamam de “uma explicação surpreendentemente simples” para o comportamento de Oumuamua: o objeto era um cometa, afinal, impulsionado por quantidades minúsculas de gás hidrogênio jorrando de um núcleo gelado.

Ilustração mostra o visitante interestelar rebelde 'Oumuamua (pronuncia-se oh-MOO-ah-MOO-ah) correndo em direção aos arredores de nosso Sistema Solar.  Foto: NASA, ESA and Joseph Olmsted and Frank Summers of STScI/Handout via Reuters

“Mostramos que esse mecanismo pode explicar muitas das propriedades peculiares de Oumuamua sem ajuste fino”, escrevem Jennifer Bergner, astroquímica da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e Darryl Z. Seligman, da Universidade de Cornell, em um artigo publicado na quarta-feira na Nature. “Isso fornece mais evidências de que Oumuamua se originou como uma relíquia planetesimal amplamente semelhante aos cometas do Sistema Solar.”

Continua após a publicidade

Em um comunicado divulgado pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, Seligman disse: “O que é bonito na ideia de Jenny é que é exatamente o que deveria acontecer com os cometas interestelares. Tínhamos todas essas suposições estúpidas, como icebergs de hidrogênio e outras coisas malucas, e é apenas a explicação mais genérica.”

Em um e-mail, Karen Meech, especialista em cometas do Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí, que estudou Oumuamua exaustivamente, chamou o artigo de “uma explicação muito interessante”. “Não estou disposta a dizer que ‘resolve’ as coisas - a prova cabal seria detectar hidrogênio espectroscopicamente”, acrescentou ela. “Mas é muito plausível, e se outro objeto for descoberto que se pareça com Oumuamua, então todos esses modelos e explicações fornecem muita orientação para as observações. Estou impressionada com a quantidade de trabalho necessário para explicar esse único objeto – muito esforço criativo foi feito para obter o melhor entendimento possível.”

A controvérsia não deve desaparecer tão cedo. Avi Loeb, um astrônomo de Harvard que propôs que Oumuamua poderia ter sido uma vela solar ou algum outro artefato alienígena, foi rápido em discordar do novo estudo. “Os autores do novo artigo afirmam que era um cometa de gelo de água, embora não tenhamos visto a cauda do cometa”, disse Loeb em um e-mail. Ele acrescentou: “Isso é como dizer que um elefante é uma zebra sem listras.”

Bergner e Seligman começaram a colaborar em uma solução para o mistério de Oumuamua como pós-doutorandos na Universidade de Chicago. “Nunca vimos um cometa no Sistema Solar que não tivesse um coma de poeira”, disse Seligman. “Portanto, a aceleração não gravitacional era realmente estranha.”

Bergner, especialista na química do gelo no espaço sideral, questionou se o gás hidrogênio molecular, o elemento mais leve, abundante e volátil do Universo, poderia ser o responsável pela propulsão do cometa. Mas de onde teria vindo o gás? Ele descobriu que experimentos de laboratório feitos desde a década de 1970 mostraram que, quando o gelo é atingido por partículas de alta energia, suas moléculas podem se separar, deixando pequenas bolhas de gás hidrogênio presas a vários metros de profundidade no gelo. “Um cometa viajando pelo meio interestelar basicamente está sendo cozido pela radiação cósmica, formando hidrogênio como resultado”, disse Bergner em um comunicado divulgado pela Universidade da Califórnia, em Berkeley.

Ela acrescentou em um e-mail: “O gelo de água em sua forma amorfa tem uma estrutura fofa contendo bolsas onde outras moléculas voláteis podem ficar presas. À medida que o gelo é aquecido, ele se reorganiza em uma estrutura mais estável e compacta”. Esse processo, disse ela, “leva ao colapso desses bolsões e à formação de canais dentro do gelo, através dos quais o gás aprisionado pode escapar”.

Para um cometa de tamanho normal, essa liberação de gás teria um efeito insignificante, disse Bergner. “Mas porque Oumuamua era tão pequeno é que achamos que realmente produziu força suficiente para alimentar essa aceleração.”

Continua após a publicidade

E qualquer poeira no gelo ficaria presa ali, tirando grande parte do espetáculo da cauda do cometa. De fato, nos últimos anos, astrônomos como Seligman e seus colegas detectaram meia dúzia de cometas “escuros”: pequenos corpos que exibem aceleração, mas não têm comas ou caudas observáveis. Os jatos de hidrogênio provavelmente não são os culpados em todos os casos, disse Bergner, mas “juntos, eles revelam que há muito a ser aprendido sobre a natureza dos pequenos corpos no Sistema Solar”.

Adblock test (Why?)


Oumuamua é lixo espacial alienígena, asteroide ou cometa? Estudo dá pista sobre visitante misterioso - Ciência Estadão
Read More

Vaza versão Beta de Counter-Strike 2, com possibilidade de jogar offline - Adrenaline

Os arquivos do jogo foram compartilhados por um dos testadores convidados pela Valve

Anunciada oficialmente pela Valve esta semana, a fase de testes Beta limitada de Counter-Strike 2 já foi vazada na internet. Enquanto a versão “alternativa” do game que está circulando não permite a conexão a seus servidores oficiais, ela pode ser jogada offline contra os bots criados pela desenvolvedora.

O vazamento foi confirmado pelo perfil do Twitter @vxunderground, que afirmou que ele provavelmente foi feito por algum indivíduo que foi convidado a participar da fase de testes. Dado que a Valve selecionou um número bastante limitado de pessoas para conferir o game, ela não deve ter grandes dificuldades em descobrir quem foi o responsável pela ação.

Agora mesmo o jogo está disponível para pessoas especialmente selecionadas no Steam. Nossa hipótese é que um desses indivíduos compartilhou os arquivos do game. O jogo vazado também não pode ser jogado no multiplayer”, afirmou o vx-underground em respostas a questionamentos feitos na rede social.

Beta vazado permite conferir algumas novidades do jogo

Embora Counter-Strike 2 tenha sido criado para ser jogado em multiplayer, a fatia offline que já circula na rede permite conferir diversas de suas novidades. A Valve afirma que o game vai ter a “maior melhoria técnica da história da franquia”, modificando o visual de mapas e o funcionamento de algumas mecânicas básicas.

Entre os elementos destacados pela desenvolvedora em seu anúncio oficial está o novo sistema de bombas de fumaça. Agora, em vez de gerar uma nuvem maciça, elas passaram a criar uma fumaça que se comporta de maneira mais realista e pode ser afetada pelos movimentos de jogadores e disparos de balas.

Counter-Strike 2 também vai trazer novos sistemas de física e iluminação, que poderão ser usados por criadores de conteúdos em um futuro próximo. O jogo deve ser lançado no verão norte-americano deste ano (entre junho e setembro) e vai ser oferecido como um update gratuito para Counter-Strike: Global Offensive.

[RUMOR] Arquivos sugerem Counter-Strike 2 para celular

[RUMOR] Arquivos sugerem Counter-Strike 2 para celular
Insiders encontraram referências de dispositivos mobile em arquivos do Counter-Strike 2

.....

Grupo de Ofertas do Adrenaline

Fonte: WCCFTech

Adblock test (Why?)


Vaza versão Beta de Counter-Strike 2, com possibilidade de jogar offline - Adrenaline
Read More

Thursday, March 23, 2023

Sindicato de roteiristas de Hollywood quer permitir ChatGPT para fazer roteiros - UOL

O sindicato de roteiristas de Hollywoodpretende permitir que roteiros possam ser escritos com auxílio da inteligência artificial desde que isso não afete os créditos dos escritores.

De acordo com o site Variety, a associação já havia indicado que pretende regulamentar o uso de IA no processo de escrita, uma vez que esse mecanismo tem deixado escritores inquietos. Alguns deles acham que podem perder empregos com a chegada de ferramentas como o ChatGPT.

A ferramenta é capaz de entender linguagem e gerar uma resposta semelhante ao fruto do intelecto humano após receber um pedido, podendo ser usado, inclusive, para redigir artigos.

A proposta da associação permitiria que escritores possam usar o ChatGPT para ajudar a escrever um roteiro sem ter que compartilhar o crédito de escrita.

Além disso, um estúdio poderia entregar ao escritor um roteiro gerado por IA para que ele reescreva ou faça melhorias. Nesse caso, o escritor continuaria sendo considerado o autor principal da obra.

A proposta, no entanto, não inclui o cenário em que um programa de inteligência artificial possa escrever um script inteiramente por conta própria, sem a ajuda de uma pessoa.

Adblock test (Why?)


Sindicato de roteiristas de Hollywood quer permitir ChatGPT para fazer roteiros - UOL
Read More

Thomas Friedman: Chat GPT, inteligência artificial e a nova ‘descoberta do fogo’ da humanidade - Internacional Estadão

Eu vivi uma experiência das mais marcantes, apesar de inquietante, na semana passada. Craig Mundie, ex-diretor de pesquisas e executivo-estrategista da Microsoft, estava me fazendo uma demonstração do GPT-4, a versão mais avançada do chatbot de inteligência artificial ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI e lançado em novembro. Craig se preparava para falar à diretoria do museu da minha mulher, o Planet Word (Planeta Palavra), do qual ele é membro, a respeito do efeito que o ChatGPT surtirá sobre as palavras, a linguagem e a inovação.

“Você precisa entender”, alertou-me Craig antes de iniciar sua apresentação, “isso vai mudar a maneira que fazemos tudo. Considero isso a maior invenção da humanidade até aqui. É qualitativamente diferente — e será transformador”.

Grande módulos de linguagem, como o ChatGPT, aumentarão constantemente suas capacidades, acrescentou Craig, e nos levarão “na direção de uma forma de inteligência artificial genérica”, entregando eficiência em operações, ideias, descobertas e percepções “que jamais foram alcançáveis antes através de todos os domínios”.

Então ele fez uma demonstração. E eu me dei conta de que a terminologia de Craig foi eufemística.

Primeiro, Craig pediu para o GPT-4 — do qual ele foi um distinto avaliador avançado e que acaba de ser lançado ao público — resumir o Planet Word e sua missão em 400 palavras. O GPT-4 fez o resumo perfeitamente, em poucos segundos. Então Craig pediu para ele repetir a ação, mas em um texto de 200 palavras. Uns poucos segundos e pronto.

Então Craig pediu que o GPT-4 fizesse o mesmo em língua árabe — fez tão rapidamente quanto. Então em mandarim — outros dois segundos. E então em inglês novamente, mas no formato de um soneto shakespeariano — mais alguns segundos.

Continua após a publicidade

Então Craig pediu para o GPT-4 escrever a mesma descrição em versos alfabéticos — em que a primeira estrofe começa com a letra A, a segunda com B e assim por diante, até o fim do alfabeto. O que ele fez com uma criatividade impressionante:

Admirável em Washington, ó museu tão grandioso,

Base de nosso ensino e inspiração, arrimo compendioso.

Curiosas mentes afluem ao Planeta e à Palavra que ele abraça,

Dedicando-se profundamente à língua e sua intrincada graça.

Exposições por aqui têm todas as histórias para contar:

Falas das origens da linguagem e da arte de narrar.

Continua após a publicidade

E assim vai até o Z.

Eu mal consegui dormir naquela noite. Ao observar um sistema de inteligência artificial — seu software, seus microchips e sua conectividade — produzir esse nível de originalidade em várias línguas em poucos segundos a cada vez, bem, a primeira coisa que me vinha à cabeça era a observação do escritor de ficção científica Arthur C. Clarke, de que “qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia”.

Avanço da inteligência artificial tem sido exponencial.  Foto: REUTERS/Florence Lo/Illustration/File Photo

A estrada dos tijolos amarelos

A segunda coisa que me veio à mente foi um trecho do início de “O mágico de Oz” — a cena do tornado, onde tudo e todos são suspensos pela espiral rodopiante, incluindo Dorothy e Totó, varridos do mundano e incolor Kansas para a cintilante e futurista Terra de Oz, onde tudo era colorido.

Estamos prestes a ser atingidos por um tornado desses. Acabamos de entrar em um momento prometeico — um desses momentos na história em que certas novas ferramentas, maneiras de pensar ou fontes de energia introduzidas são uma inflexão e um avanço tão acentuado em relação ao que existia antes que nos obriga mudar não apenas em um aspecto, mas em tudo. Ou seja, a maneira como criamos, como competimos, como colaboramos, como trabalhamos, como aprendemos, como governamos e, sim, como trapaceamos, como cometemos crimes e como combatemos guerras.

Nós conhecemos as eras prometeicas cruciais dos últimos 600 anos: a invenção da imprensa, a revolução científica, a revolução na agricultura combinada à revolução industrial, a revolução nuclear, a computação pessoal, a internet e… agora… o atual momento.

Continua após a publicidade

Mas este momento prometeico não é orientado por uma única invenção, como a máquina de impressão ou o motor a vapor — ele é, em vez disso, ocasionado por um superciclo tecnológico. Trata-se de nossa capacidade de sentir, digitalizar, processar, aprender, compartilhar e agir, tudo com ajuda cade vez maior da inteligência artificial. Esse loop está sendo aplicado em tudo — dos nossos carros aos nossos refrigeradores, smartphones e caças de combate — e está orientando cada vez mais processos a cada dia que passa.

Podem dizer adeus ao Kansas

É por este motivo que eu chamo nossa era prometeica de “Idade da Aceleração, Amplificação e Democratização”. Nunca na história os humanos tiveram acesso a tantas ferramentas baratas que amplificam seu poder a uma taxa de aceleração constante — enquanto são espalhadas nas vidas pessoais e profissionais de cada vez mais gente no mesmo instante. E isso está ocorrendo mais rapidamente do que qualquer um antecipou.

A possibilidade de usar essas ferramentas para a solução de problemas aparentemente insolúveis — da biologia humana à energia de fusão, às mudanças climáticas — é formidável. Considere apenas um exemplo que a maioria das pessoas provavelmente nem ouviu falar: a maneira com que que o DeepMind, um laboratório de inteligência artificial da Alphabet, a empresa-mãe do Google, usou recentemente seu sistema de IA AlphaFold para resolver um dos problemas mais perversos na ciência — em velocidade e escopo que impressionaram os cientistas que passaram suas carreiras gradualmente e arduamente se aproximando de uma solução.

O problema é conhecido como enovelamento de proteínas. Proteínas são moléculas grandes e complexas, compostas por feixes de aminoácidos. E como Cade Metz, meu colega no Times, explicou em uma reportagem sobre o AlphaFold, proteínas são “mecanismos microscópicos que orientam o comportamento do corpo humano e de todos os outros seres vivos”.

O que cada proteína é capaz de fazer, porém, depende em grande medida de sua singular estrutura tridimensional. Quando os cientistas forem capazes de “identificar as formas das proteínas”, acrescentou Metz, “eles poderão acelerar a capacidade de entender doenças, criar novos medicamentos e investigar de outras maneiras os mistérios da vida na Terra”.

Continua após a publicidade

Mas, segundo notou a revista Science News, foram necessárias “décadas de experimentos vagarosos” para revelar “a estrutura de mais de 194 mil proteínas, todas registradas no Protein Data Bank”. Em 2022, contudo, “o banco de dados AlphaFold explodiu com estruturas previstas para mais de 200 milhões de proteínas”. Para um humano, isso poderia render um Prêmio Nobel. Talvez dois.

E com isso nosso entendimento sobre o corpo humano deu um passo gigantesco adiante. Conforme coloca o artigo científico “Desdobrando o potencial da IA”, de 2021, publicado pelo Bipartisan Policy Center, o AlphaFold é uma metatecnologia: “Metatecnologias têm capacidade de (…) ajudar a encontrar padrões que auxiliam descobertas em virtualmente todas as disciplinas”.

O ChatGPT é outra dessas metatecnologias.

A diferença da inteligência artificial para avanços como a energia nuclear é que ela tem sido desenvolvida por empresas que almejam lucros e não por governos submetidos à vontade popular

A bruxa malvada de Oz

Mas como Dorothy descobriu quando foi subitamente transportada para Oz, existia uma bruxa malvada e uma bruxa boa por lá, ambas em luta pela alma da menina. O mesmo deverá suceder com o ChatGPT, o Bard, do Google, e o AlphaFold.

Nós estamos prontos para isso? Não parece: nós estamos debatendo se devemos ou não banir livros diante do alvorecer de uma tecnologia capaz fazer resumos ou responder perguntas a respeito de virtualmente todos os livros, para todas as pessoas, em todas as partes, em um segundo.

Continua após a publicidade

Como tantas outras tecnologias modernas com base em software e chips, a inteligência artificial tem “uso duplo” — pode ser ferramenta ou arma.

A última vez que nós inventamos uma tecnologia tão poderosa foi quando criamos a energia nuclear — que pode ser usada para fornecer eletricidade para um país inteiro ou obliterar o planeta inteiro. Mas a diferença da energia nuclear é que ela foi desenvolvida por governos, que criaram coletivamente controles para refrear sua proliferação para atores perversos; o que não sucedeu perfeitamente, mas também não fracassou de todo.

A inteligência artificial, em contraste, é desenvolvida por empresas privadas que almejam lucro. A pergunta que temos de fazer, argumentou Craig, é como governamos um país — e um mundo — em que essas tecnologias de IA “podem ser armas ou ferramentas em todos os campos”, enquanto elas são controladas por empresas privadas e aceleram seu poder a cada dia que passa? E fazer isso de uma maneira que não jogue o bebê fora com a água do banho.

Nós precisaremos desenvolver o que eu qualifico como “coalizões complexas adaptativas” — em que empresas, governos, empreendedores sociais, educadores, superpotências em competição e filósofos da moral se reúnam para definir como podemos obter o que há de melhor e evitar o que há de pior na inteligência artificial. Nenhum membro dessa coalizão é capaz de solucionar sozinho o problema. Isso requer um modelo de governança muito diferente da política de esquerda-direita. E nós teremos de transicionar para isso em meio às maiores tensões entre grandes potências desde o fim da Guerra Fria e guerras culturais que irrompem virtualmente em todas as democracias.

É melhor entrarmos logo em acordo, porque, “Totó, nós não estamos mais no Kansas”. / TRADUÇÃO DE GUILHERME RUSSO

Adblock test (Why?)


Thomas Friedman: Chat GPT, inteligência artificial e a nova ‘descoberta do fogo’ da humanidade - Internacional Estadão
Read More

Wednesday, March 22, 2023

Atualização 22/03 - Valve libera teste limitado do Counter-Strike 2 - DRAFT5

O que todo jogador de Counter-Strike espera há bastante tempo finalmente está acontecendo. Nesta quarta-feira (22), a Valve anunciou o Counter-Strike 2, que deve ser liberado no verão do Hemisfério Norte.

Além disso, a desenvolvedora mostrou um pouco do jogo e das suas novas funcionalidades, como a reforma nos gráficos, as smokes mais responsivas e melhorias no tickrate dos servidores. Apesar disso, o teste para o Counter-Strike 2 é limitado a alguns usuários.

Na atualização desta quarta-feira, a desenvolvedora enviou o mecanismo que libera os jogadores para testar o Counter-Strike 2 e também fez uma modificação no mapa Ember. Confira abaixo a nota de atualização:

(TESTE LIMITADO DO COUNTER-STRIKE 2)

- Enviado o mecanismo para os jogadores terem acesso ao Teste Limitado do Counter-Strike 2.

- Se você foi selecionado para participar do teste limitado, verá um banner de convite ao iniciar o CS:GO com mais instruções.

Continua depois do anúncio

Ember
- As galinhas colocam ovos coloridos
- Bolas de canhão substituídas por ovos
- Imagem festiva no tablet
- Ervas daninhas
- Atualizações gerais
- Adicionado novo caminho na piscina
- Os jogadores não recebem mais dano de balas de canhão lentas

Fonte: Site oficial

Adblock test (Why?)


Atualização 22/03 - Valve libera teste limitado do Counter-Strike 2 - DRAFT5
Read More

Microsoft lança no Brasil 'óculos' de realidade mista que custa quase R$ 60 mil - G1

Microsoft lança no Brasil 'óculos' de realidade mista que custa quase R$ 60 mil — Foto: Divulgação/Microsoft

Microsoft lança no Brasil 'óculos' de realidade mista que custa quase R$ 60 mil — Foto: Divulgação/Microsoft

Quatro anos depois de seu anúncio global, a Microsoft lançou nesta quarta-feira (22) os óculos de realidade mista HoloLens 2 no Brasil. O dispositivo, equipado com câmeras e sensores, tem como objetivo atender indústrias, hospitais e escolas, com a promessa de mais eficiência e produtividade.

Ele foi lançado nos Estados Unidos em 2019, custando a partir de US$ 3.500 (cerca de R$ 18.400, na conversão atual). Segundo a big tech, o atraso para chegar ao mercado brasileiro se deu devido à pandemia.

Por aqui, são duas versões disponíveis: HoloLens 2 convencional, que custa US$ 7.729 (cerca de R$ 40.499, na cotação atual), e o HoloLens 2 Industrial Edition, preparado para ambientes altamente controlados, e que está à venda por US$ 10.973 (ou R$ 57.446).

Como funciona

Ao vestir o HoloLens 2, o usuário pode interagir com objetos virtuais (hologramas) e colocá-los em algo físico, como uma mesa de verdade, para visualizar peças, por exemplo. Daí o termo realidade mista, que une físico e virtual para uma única forma de interação.

Como ele é conectado ao Microsoft Teams, a pessoa pode usar os óculos para conversar com um profissional que está em outro ambiente distante, e que dará instruções para o conserto, também por meio do Teams.

Cirurgia remota, treinamentos em indústria e exploração de um ambiente, como uma sala de estar a ser decorada, são algumas formas de uso citadas pela Microsoft.

O dispositivo foi preparado para o Brasil (o adaptador de energia segue o padrão brasileiro). Apesar disso, ele não será fabricado aqui, conta ao g1 Marcondes Farias, diretor de produtos da Microsoft Brasil.

Segundo a empresa, o usuário pode instalar aplicativos no HoloLens 2, incluindo jogos. A Microsoft também promete soluções de inteligência artificial para o dispositivo, como o ChatGPT, no futuro.

O HoloLens 2 tem alguns concorrentes que ainda não estão disponíveis no Brasil, como o Quest Pro, desenvolvido pela Meta (empresa dona de Facebook, Instagram e WhatsApp).

HoloLens 2 em demonstração na sede da Microsoft no Brasil — Foto: Darlan Helder/g1

HoloLens 2 em demonstração na sede da Microsoft no Brasil — Foto: Darlan Helder/g1

HoloLens 2 em demonstração na sede da Microsoft no Brasil — Foto: Luiz Franco/g1

HoloLens 2 em demonstração na sede da Microsoft no Brasil — Foto: Luiz Franco/g1

LEIA TAMBÉM:

Adblock test (Why?)


Microsoft lança no Brasil 'óculos' de realidade mista que custa quase R$ 60 mil - G1
Read More

Tuesday, March 21, 2023

Novo recurso do WhatsApp é descoberto e surpreende; veja! - Notícias Concursos

O WhatsApp está sempre atualizando o seu aplicativo para melhorar a experiência de seus usuários. Um dos recursos mais utilizados são os grupos, desse modo, em breve os usuários contarão com uma novidade.

Na prática, o mensageiro está preparando uma ferramenta que dará mais autonomia aos administradores, inclusive no que diz respeito a incluir ou excluir participantes. A novidade foi descoberta pelo portal WABetaInfo.

Mais poder para o administrador

Em suma, o indivíduo responsável pela administração do grupo poderá aprovar a entrada de novos membros sempre que houver solicitação. Dessa forma, o usuário não terá acesso às conversas antes de ser aceito pelo administrador.

Contudo, para que isso ocorra os administradores devem ativar a opção. Assim, quando a configuração estiver habilitada, o responsável pelo grupo terá mais controle de entrada e saída.

Função de silenciar chamadas desconhecidas

O site WABetaInfo também descobriu na mais nova versão do WhatsApp Beta um recurso que permitirá silenciar chamadas de números desconhecidos. A nova ferramenta trará diversas vantagens, como reduzir interrupções e não ser incomodado por chamadas de spam.

O lançamento vem junto a implementação das Comunidades, uma vez que alguns usuários estão reclamando por estarem sendo abordados por números desconhecidos que fazem parte da comunidade. Assim, a funcionalidade prevê a diminuição dos incômodos.

De acordo com o portal, o novo recurso ficará na seção de configurações. Desse modo, para utilizá-la, será necessário fazer a ativação. Com a ferramenta já habilitada, as chamadas indesejadas só ficarão listadas nas chamadas e no centro de notificações.

Contudo, é importante frisar que a nova funcionalidade para silenciar números desconhecidos ainda está em desenvolvimento e não foi disponibilizada para os usuários beta. Portanto, caso não sejam encontrados problemas graves, ela será liberada para testes.

Novo recurso do WhatsApp é descoberto e surpreende; veja!

Novo recurso do WhatsApp é descoberto e surpreende. Imagem: Getty / NurPhoto.

Transcrição de áudios para textos

Leia Também:

Uma função que será muito útil para os usuários do WhatsApp está perto de ser lançada. Em breve, estará disponível a ferramenta de transcrição de notas de voz para textos. Desse modo, quem não quiser ouvir as mensagens de áudios, por ser muito longas inclusive, poderão convertê-las em mensagens de texto.

De acordo com o WABetaInfo, o recurso já está em fase de desenvolvimento. Em resumo, a transcrição dos áudios será feita de forma automática, dentro do próprio aplicativo. Além disso, será possível fazer a conversão para outros idiomas. No entanto, será preciso baixá-los como adicionais e incluí-los na plataforma de mensagens.

Contudo, vale ressaltar que a opção de reprodução do áudio ainda será padrão no WhatsApp. Sendo assim, a função de transcrição deve ser ativada pelo usuário após selecionar o áudio que queira ler. Ademais, por ainda estar em desenvolvimento, não há previsão de lançamento para todos os usuários do mensageiro.

Recurso de editar mensagens enviadas

WhatsApp está testando um recurso esperado por muitos usuários. Em breve, será possível editar mensagens já enviadas na plataforma de mensagens. No entanto, a funcionalidade ainda está em desenvolvimento na versão beta do mensageiro para iOS.

Segundo informações do site WABetaInfo, após enviar a mensagem, o usuário terá até 15 minutos para corrigir algum erro ou adicionar alguma informação. Entretanto, para isso, será necessário que o aplicativo esteja em sua última versão. O recurso está sendo testado numa versão de iOS.

Além disso, é possível que haja uma nova atualização que permitirá editar legendas de mídias, sejam elas fotos ou vídeos. Contudo, não há nenhuma previsão oficial de quando a funcionalidade chegará na versão final. Da mesma forma, não se sabe se vai ser exclusivo do iOS ou se também será implementado no Android.

 

Gostou do texto? Deixe seu comentário no final da página.

 

Veja o que é sucesso na Internet:

Adblock test (Why?)


Novo recurso do WhatsApp é descoberto e surpreende; veja! - Notícias Concursos
Read More

Apple lança sistema antirroubo para iPhone; saiba como ativar - G1

1 de 1 iPhone ganha nova configuração para evitar roubos — Foto: Bagus Hernawan/Unsplash iPhone ganha nova configuração para evitar...