Equipamento identificou o item no dia 12 de julho através da câmera de prevenção de riscos, mas dias depois não conseguiu encontrá-lo novamente
NASA/JPL-CaltechNasa acredita que seja restos de um componente utilizado para pousar o explorador robótico na superfície de Marte em fevereiro de 2021
O Perseverance, o robô da Nasa que explora Marte, descobriu um objeto misterioso e deixou os observadores do espaço intrigados e provocou comentários irônicos que questionam a qualidade deste “prato” da culinária italiana na superfície do planeta vermelho. Apesar das suposições criativas, a explicação mais plausível é que se trata dos restos de um componente utilizado para pousar o explorador robótico na superfície de Marte em fevereiro de 2021. “Estivemos discutindo de onde veio, mas especula-se que seja um pedaço de corda do para-quedas ou do sistema de pouso que leva o robô ao solo”, disse um porta-voz de um laboratório da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos. “É preciso ter em conta que não está confirmado que seja uma coisa ou outra”, acrescentou.
Os destroços foram detectados pela primeira vez em 12 de julho, através da câmera de prevenção de riscos situada na parte frontal esquerda do rover. Quatro dias depois, quando o Perseverance retornou ao mesmo lugar, os objetos já não estavam mais lá. Acredita-se que o vento tenha arrastado o objeto para outro lugar, um fato que já aconteceu com um pedaço de manta térmica avistado no mês passado, que pode ter saído do sistema de pouso propulsado por foguetes. O acúmulo de “lixo” do Perseverance é considerado um pequeno preço a se pagar pelos objetivos científicos do robô: buscar sinais biológicos de antigas formas de vida microbiana. Além disso, algum dia esses objetos poderão se transformar em valiosos artefatos para os futuros colonos de Marte.”Dentro de cem anos, mais ou menos, os marcianos reunirão com entusiasmo todo este material para expor em museus ou transformá-los em ‘tesouros históricos'”, tuitou o “astrônomo amador” Stuart Atkinson.
O que muitos queriam está acontecendo. A nova atualização do WhatsApp beta para Android permite que você decida quem pode ver seu status "online" quando estiver usando o aplicativo.
Até então, era possível restringir quem tinha a informação do "Visto por último", ou seja, a última vez que você entrou no app. No entanto, todos os seus contatos saberiam se você estivesse ativamente online no momento em que eles abrissem o chat privado.
Agora, com o WhatsApp beta versão 2.22.16.12 para Android, você pode ocultar completamente seu status "online" de todos os seus contatos ou apenas pessoas específicas.
Diferença do menu de privacidade com a atualização v2.22.16.12 do WhatsApp beta para Android. (9to5google | WABetaInfo)Fonte: 9to5google
Como tirar o "online" do WhatsApp beta para Android
Para usar esse novo recurso, primeiro você tem que atualizar o WhatsApp beta para a versão v2.22.16.12. Feito isso, entre nas Configurações e selecione Conta> Privacidade> Visto por último e online.
Abaixo da subdivisão "Quem pode ver meu último visto", terá uma nova seção chamada "Quem pode ver quando estou online". Você pode escolher entre "Todos", deixando que seus contatos vejam quando estiver ativo, ou espelhar a configuração do "Visto por último". Se escolher a segunda opção, poderá restringir o seu "online" apenas para contatos salvos, tirar a visualização de pessoas específicas ou deixar ninguém ver.
Outro ponto importante é que a regra continua a mesma: se você tirar a visualização do "online" para uma pessoa ou todos, não poderá ver quando eles estiverem ativos também.
O WABetaInfo já divulgou que esse recurso deve chegar aos aparelhos iOS em algum momento também. Não há uma previsão oficial para que a nova opção de privacidade chegue aos usuários do aplicativo padrão do WhatsApp, já que ainda está em desenvolvimento.
Astrônomos podem pela primeira vez detectar a colisão de sóis mortos, conhecidos como estrelas de nêutrons, graças a um novo e poderoso telescópio.
Colisões de estrelas de nêutrons são fundamentais para nossa compreensão do Universo.
Acredita-se que tenham criado metais pesados que formaram estrelas e planetas, incluindo o nosso, bilhões de anos atrás.
A luz das colisões só é visível por algumas noites, então o telescópio precisa ser ágil para localizá-las.
Astrônomos observaram uma dessas colisões em 2017, mas se depararam com ela praticamente por acaso.
Construído pelos britânicos, o Observador Óptico Transitório de Onda Gravitacional (GOTO, na sigla em inglês), localizado acima das nuvens na ilha vulcânica de La Palma, na Espanha, agora vai rastreá-las sistematicamente.
"Quando surge uma detecção realmente boa, todos colocam a mão na massa para aproveitar ao máximo", diz o professor Danny Steeghs, da Universidade de Warwick, na Inglaterra, que está em La Palma.
"A velocidade é essencial. Estamos procurando algo com vida muito curta — não há muito tempo até que desapareçam".
As estrelas de nêutrons são tão pesadas que uma pequena colher de chá do seu material pesa quatro bilhões de toneladas.
O telescópio permite que astrônomos, na prática, consigam ver seu "conteúdo interior".
Crédito,BBC News/Kevin Church
Para que possa ter uma visão clara do céu, o telescópio está localizado no pico de uma montanha, que abriga uma dúzia de instrumentos de todas as formas e tamanhos, cada um estudando um fenômeno diferente.
Quando suas cúpulas gêmeas se abrem, revelam duas baterias pretas de oito telescópios cilíndricos aparafusados juntos — estruturas que mais parecem lançadores de foguetes ameaçadores. Cada bateria cobre o pedaço do céu acima dela girando rapidamente vertical e horizontalmente.
Uma estrela de nêutrons é um sol morto que colapsou sob seu imenso peso, esmagando os átomos que antes a faziam brilhar. Elas possuem uma gravidade tão forte que são atraídas uma pela outra. Mais cedo ou mais tarde, colidem e se fundem.
Quando isso acontece, elas criam um clarão de luz, e uma poderosa onda de choque se propaga pelo Universo. Ela faz oscilar tudo no Universo, inclusive, imperceptivelmente, os átomos dentro de cada um de nós.
A onda de choque, chamada de onda gravitacional, distorce o espaço. E quando é detectada na Terra, o novo telescópio entra em ação para encontrar a localização exata do clarão.
Crédito,BBC News/Stelios Thoukidides
O objetivo dos operadores é localizá-la dentro de horas, ou até mesmo minutos a partir da detecção da onda gravitacional.
Eles tiram fotos do céu e depois removem digitalmente as estrelas, planetas e galáxias que estavam lá na noite anterior.
Qualquer ponto de luz que não estava lá antes pode ser a colisão de estrelas de nêutrons.
Isso normalmente leva dias e semanas, mas agora deve ser feito em tempo real. É uma grande tarefa, realizada por meio de um software de computador.
"Você poderia pensar que essas explosões são muito energéticas, bastante luminosas, deve ser fácil", diz o professor de astrofísica Joe Lyman.
"Mas temos que procurar em cem milhões de estrelas o único objeto em que estamos interessados."
"E temos que fazer isso muito rápido porque o objeto desaparecerá em dois dias."
Crédito,BBC News/Kevin Church
A equipe trabalha com outros astrônomos para estudar a colisão com mais detalhes.
Uma vez que identificam a colisão, eles se voltam para telescópios maiores e mais poderosos em todo o mundo, para analisar a colisão com muito mais detalhe, e em diferentes comprimentos de onda.
Esse processo está "nos contando sobre a física ao extremo", explica Lyman.
Crédito,BBC News/Kevin Church
O pico da montanha aproxima os astrônomos um pouco mais das estrelas. Com o telescópio, eles têm uma nova maneira de explorar o cosmos, diz Kendall Ackley, cientista de instrumentação do GOTO.
Segundo ela, a astronomia tradicional se resumia a "ter sorte". Mas isso está mudando.
"Agora não ficamos mais à espera de novas descobertas. Em vez disso, estamos sendo informados sobre onde encontrá-las e descobrindo, peça por peça, o que existe no Universo."
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1 de 1 Imagem tirada em Marte pelo rover Perseverance mostra o que parece ser uma corda. Foto tirada em 12 de julho de 2022 — Foto: NASA/JPL-Caltech
Imagem tirada em Marte pelo rover Perseverance mostra o que parece ser uma corda. Foto tirada em 12 de julho de 2022 — Foto: NASA/JPL-Caltech
O Perseverance, o robô da Nasa que explora Marte, descobriu um objeto que tem intrigado os observadores do espaço e, inclusive, provocou comentários irônicos que questionam a qualidade deste "espaguete" na superfície do planeta vermelho. O objeto também foi descrito como "planta rolante do deserto" e "linha de pesca".
Contudo, para além das suposições "criativas" dos observadores, a explicação mais plausível é que se trata dos restos de um componente utilizado para pousar o explorador robótico na superfície de Marte em fevereiro de 2021.
"Estivemos discutindo de onde veio, mas especula-se que seja um pedaço de corda do paraquedas ou do sistema de pouso que leva o robô ao solo", disse à AFP um porta-voz de um laboratório da Nasa.
"É preciso ter em conta que não está confirmado que seja uma coisa ou outra", acrescentou.
Os destroços foram detectados pela primeira vez em 12 de julho, através da câmera de prevenção de riscos situada na parte frontal esquerda do rover. Quatro dias depois, quando o Perseverance retornou ao mesmo lugar, os objetos já não estavam mais lá.
O acúmulo de "lixo" do Perseverance é considerado um pequeno preço a se pagar pelos objetivos científicos do robô: buscar sinais biológicos de antigas formas de vida microbiana. Além disso, algum dia esses objetos poderão se transformar em valiosos artefatos para os futuros colonos de Marte.
"Dentro de cem anos, mais ou menos, os marcianos reunirão com entusiasmo todo este material para expor em museus ou transformá-los em 'tesouros históricos'", tuitou o "astrônomo amador" Stuart Atkinson.
Novo feed do Facebook busca atrair jovens para a plataforma (Foto: Reprodução/Facebook)
A Meta disse nesta quinta-feira (21) que está reformulando o feed principal em seu aplicativo do Facebook para priorizar a descoberta de novos conteúdos, numa tentativa de estilizar seus aplicativos em linha com o rival de vídeo curto TikTok.
Os executivos do Meta expressaram maior urgência nos últimos meses em aumentar os 'Reels', similar ao formato de vídeo curto do TikTok, que tem sido popular entre usuários mais jovens.
A página principal do feed de notícias do Facebook que os usuários vêem quando abrem o aplicativo, começará a apresentar postagens populares de contas que os usuários não seguem, incluindo reels e stories, disse Meta em comunicado.
O Facebook vai sugerir postagens aos usuários com um sistema de classificação de aprendizado de máquina e está investindo em inteligência artificial para fornecer conteúdo recomendado.
Seu feed de notícias atual, com postagens recentes de amigos, páginas e grupos que os usuários escolhem ativamente seguir, será movido para uma nova guia separada chamada 'Feeds'.
Os feeds incluirão anúncios, porém a Meta disse que não terá postagens sugeridas para o usuário.
Adam Mosseri, chefe do aplicativo Instagram, anunciou testes de uma experiência de visualização mais imersiva no estilo TikTok em maio, enquanto o presidente-executivo Mark Zuckerberg disse em abril que a companhia estava fazendo investimentos significativos em inteligência artificial e aprendizado de máquina para apoiar o abordagem de "motor de descoberta".
O WhatsApp vem mudando bastante conforme o Meta observa as alterações feitas em outras redes do grupo. Dessa forma, não é tão difícil para a equipe do Mark Zuckerberg atender às necessidades de um público cada vez mais exigente. Aproveitando da popularidade da solução em mensagens instantâneas, quem sabe um dia a ferramenta seja integrada ao Instagram ou Facebook.
Nos stories, é possível reagir usando emojis e até avatares, ferramenta adicionada recentemente em meio às transformações do layout. A interatividade aumenta porque fica muito mais fácil responder a uma publicação. Geralmente quando a atualização acontece, os sistemas Android e iOS se beneficiam, automaticamente, das configurações mais recentes.
Status do WhatsApp está ficando cada vez mais parecido com o Stories do Instagram
O status do WhatsApp serve para criar conteúdos instantâneos que serão vistos pelos contatos salvos. Como é um app no qual são adicionados perfis de confiança, as imagens e textos tendem a ser mais pessoais. Depois de ter liberado a reação com ícones em mensagens contemplando várias opções e não só as seis que foram selecionadas anteriormente, agora resolveram expandir a função.
A funcionalidade ainda está em desenvolvimento e foi publicada pelo portal especializado WABetaInfo. Nada foi oficializado, porém, as chances de que sejam liberadas em breve são grandes, com 8 emojis pré-definidos, levando em conta a preferência dos usuários. Na versão beta a reação seria ativada ao deslizar para cima, em ‘’Responder’’, diferente do Instagram, que disponibiliza um botão específico que ativa a ação.