Abril é o mês do Ubuntu e desta vez chegou a versão 22.04 LTS Jammy Jellyfish. Depois de alguns anos a tentar conquistar alguma quota do Windows, o Linux tem atualmente pouco mais de 2% dos utilizadores mundiais de sistemas operativos.
Recentemente a Canonical lançou o Ubuntu 22.04 LTS! Será este o verdadeiro concorrente do Windows 11.
Ubuntu 22.04 LTS chega com o kernel 5.15
O Ubuntu é das distribuições Linux mais populares do mundo. Esta distribuição tem várias versões, sendo que a mais popular é para Desktop mas também há uma versão direcionada para servidores.
O novo Ubuntu 22.04 vem com um conjunto vasto de melhorias, incluindo um novo alternador horizontal do espaço de trabalho e iniciador de apps, novas cores de destaque da interface do utilizador, suporte RDP e kernel Linux 5.15. Além disso sendo esta uma versão LTS (long-term support), tem suporte para 5 anos.
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Esta nova versão do Ubuntu oferece também uma nova experiência, com uma renovada ferramenta para screenshots.
Visualmente, esta nova versão tem uma aparência menos pesada, com um novo conjunto de cores que tornam a navegação mais intuitiva. Estão também disponíveis um novo conjunto de wallpapers e um novo logótipo. A interface do utilizador do GNOME Shell também está mais simplificada nesta versão.
A conectividade foi expandida com suporte para RDP, enquanto o Linux 5.15 e o Mesa 22 estão incluídos para otimizar o desempenho do sistema. O Wayland é o servidor gráfico padrão para aqueles que atualizam a partir de 20.04 LTS.
Até ao momento os elogios ao Windows 11 são muitos. Serão que este novo Ubuntu 22.04 LTS conquistará alguns utilizadores do sistema da Microsoft?
O rover Perseverance Mars da Agência Espacial Americana (NASA) capturou imagens dramáticas de Phobos, a lua em forma de batata de Marte, cruzando a face do Sol.
Como detalhado pela NASA, essas observações podem ajudar os cientistas a entender melhor a órbita da lua e como sua gravidade puxa a superfície marciana, moldando a crosta e o manto do Planeta Vermelho.
Capturado com pela câmera Mastcam-Z em 2 de abril, o eclipse durou pouco mais de 40 segundos – muito mais curto do que um eclipse solar típico envolvendo a Lua da Terra.
As imagens são as mais recentes de uma longa história de naves espaciais da NASA capturando eclipses solares em Marte.
Mas Perseverance, que desembarcou em fevereiro de 2021, forneceu o vídeo mais ampliado de um eclipse solar de Fobos até agora – e com a taxa de quadros mais alta de todos os tempos. I
A equipe observou que, embora Perseverance primeiro envie miniaturas de baixa resolução que oferecem um vislumbre das imagens que estão por vir, é possível ficar impressionado com as versões de resolução total.
Como detalhado pela NASA, a cor também diferencia esta versão de um eclipse solar de Fobos. O Mastcam-Z possui um filtro solar que age como óculos de sol para reduzir a intensidade da luz.
Crédito (Reprodução NASA)
Rover Perseverance captura dramático vídeo de Eclipse Solar em Marte nunca visto antes
À medida que Fobos circula Marte, a sua gravidade exerce pequenas forças de maré no interior do Planeta Vermelho, deformando ligeiramente as rochas na crosta e no manto do planeta. Essas forças também mudam lentamente a órbita de Fobos.
Como resultado, os geofísicos podem usar essas mudanças para entender melhor o quão flexível é o interior de Marte, revelando mais sobre os materiais dentro da crosta e do manto.
Ainda de acordo com as informações, os cientistas já sabem que Phobos está condenado: a lua está se aproximando da superfície marciana e está destinada a colidir com o planeta em dezenas de milhões de anos.
Acrescentando lenha na fogueira na discussão, o bilionário já deu a entender que, caso a compra de US$ 43 bilhões seja realizada, pretende abrir o código do algoritmo do Twitter, para que qualquer pessoa possa olhar e sugerir mudanças.
A questão é que, se a ideia se concretizasse, não seria nem um pouco nova: o Mastodon é um concorrente do Twitter que já funciona exatamente assim, com código aberto, conduzido pelos próprios usuários e sem publicidade.
Em vez de o controle estar concentrado nas mãos dos acionistas ou de uma empresa, como acontece com o Twitter e redes sociais como o Facebook, o Mastodon é dominado totalmente por quem o usa. Há moderadores para garantir a segurança da plataforma e ferramentas antiabuso, mas o esquema é de automoderação — algo similar ao funcionamento da Wikipédia.
Seu fundador, Eugen Rochko, revelou que o número de inscritos no principal servidor cresceu 9% na última semana, após Musk declarar seu interesse em comprar a rede rival. Como qualquer pessoa pode fazer sua própria versão do Mastodon, outros servidores podem ter crescido ainda mais.
Mas o que é esse Mastodon, como ele funciona e qual é a semelhança com o Twitter? Tilt explica.
Como o Mastodon funciona?
Apesar de ter um modelo de negócios distinto, o uso prático do Mastodon é bem parecido com o do Twitter: os usuários postam fotos, vídeos, emojis, mas com limitação de 500 caracteres.
Feed inicial do Mastodon visto pelo computador
Imagem: Mastodon
Também é possível esconder informações num post por meio de um aviso de spoiler (bom para quem curte comentar séries e filmes) e escolher quem pode ver seus posts, como se fosse o recurso de "melhores amigos" do Instagram.
Tudo isso está estruturado em um código aberto que pode ser mexido por qualquer um que entende de programação. Isto significa que não existe só um Mastodon: qualquer desenvolvedor pode criar seu próprio app baseado no sistema.
No site oficial, inclusive, os criadores listam vários apps que funcionam com o código deles, incentivando que os usuários a colocarem mesmo a mão na massa. Mas, claro, tudo isso para quem estiver afim — se você não manja dos códigos e só quiser curtir a rede social, fique à vontade para usar a versão padrão.
Como ela é gratuita e sem publicidade, a plataforma só continua a funcionar graças à ajuda das empresas que apoiam o Mastodon. Dentre eles estão organização que lidam com criptomoedas, NFTs e VPNs.
Tudo isso parece agradar bastante gente: são 2,2 milhões de usuários do mundo. Apesar de o número parecer pequeno quando comparado com os 321 milhões do Twitter, já é uma quantidade expressiva de pessoas empenhadas em impulsionar uma rede social controlada por elas mesmas.
Perfil de Eugen Rochko, fundador do Mastodon, na versão padrão da rede social: até visual lembra o do Twitter
Imagem: Reprodução
E por que isso é diferente do Twitter?
O controle do Twitter está nas mãos de uma empresa, com executivos e conselho administrativo — ou seja, é um controle centralizado. Uma consequência disso, por exemplo, é a constante mudança no conjunto de ferramentas da rede social.
Quando os Fleets apareceram, uma espécie de "Stories" do Twitter, não foram bem recebidos. Para celebrar a despedida da ferramenta, em agosto do ano passado, os usuários transformaram os conteúdos temporários em um grande espaço de nudes, mas nem mesmo esse último gesto foi suficiente para salvar o recurso — a decisão de matá-lo já tinha sido tomada pela administração.
Se o Twitter fosse descentralizado como o Mastodon, manter ou eliminar o recurso seria uma decisão dos usuários, e não dos diretores da empresa. Quem quisesse poderia usar uma versão do app com a função, e outros poderiam usar uma versão sem. Na rede centralizada, todo mundo é obrigado a ter a mesma experiência.
Além disso, o Twitter é pouco transparente sobre quais dados estão sendo coletados do usuário e como os algoritmos utilizam essas informações para manter o usuário mais tempo na rede e mais suscetível aos anunciantes.
Prós e contras
Como nem tudo são flores, tanto uma rede social descentralizada como o Mastodon como uma centralizada como o Twitter possuem seus prós e contras.
Por exemplo: o Mastodon recebeu, no ano passado, uma onda migratória de usuários de uma outra rede social, chamada Gab, muito utilizada por partidários da extrema-direita. Quando isso aconteceu, a comunidade não tinha uma autoridade concentrada para reclamar ou apresentar denúncias.
A maneira que os usuários encontraram para lidar com os neonazistas que estavam inundando a plataforma foi isolar os acessos deles por meio do código aberto, bem como contar com o apoio dos aplicativos de terceiros que também deixaram de permitir que os ex-Gabs utilizassem suas ferramentas.
Esse tipo de movimentação, em teoria, é mais eficiente no Twitter. Qualquer um pode denunciar contas que infrinjam as regras da comunidade, como ataques homofóbicos, racistas e que ameacem grupos ou indivíduos.
Nem sempre o resultado dessas denúncias é satisfatório. E, para piorar, às vezes pode acontecer o inverso: pessoas se organizando para denunciar contas que não fizeram nada demais.
Quais as chances de o Twitter virar um Mastodon?
Ninguém sabe ao certo. O próprio Elon Musk ainda não detalhou quais são seus planos para a rede social, mas já deu a entender que torná-lo totalmente descentralizado não é a ideia: quando questionado sobre a possibilidade, sugeriu que um Twitter descentralizado seria, basicamente, só um protocolo de email.
O que se sabe é que descentralizar o controle do conteúdo é um sonho antigo do Twitter. O fundador da rede, Jack Dorsey, que deixou o cargo de presidente executivo no ano passado, chegou a dar início a um projeto batizado de "bluesky", que tem a intenção de criar um protocolo de código aberto sobre o qual o Twitter deverá operar no futuro.
O desenvolvedor de criptomoedas Jay Graber chegou a ser contratado para liderar o projeto. Se Elon Musk assumir o controle, pode ser que o Bluesky seja acelerado e se torne o principal rival do Mastodon, ou totalmente esquecido. Mas, ao que tudo indica, o fim dessa novela ainda está longe.
Se você não estiver ocupado pegando as estradas para o feriado do Dia de Tiradentes, em 21 de abril, que tal olhar para o céu? Na madrugada do dia 21 para o dia 22, precisamente entre as 3h e as 5h, teremos o pico da Chuva de Meteoros Líridas, uma série de meteoros que consistem de fragmentos do Cometa Thatcher, que passou pelo sistema solar no século XIX.
A expectativa do evento (que já começou e tem registros desde o início de abril) é alta para os astrônomos e observadores – profissionais, afiliados ou independentes – pois nesta ocasião, especialistas estimam que a chuva dos Líridas deve exibir em torno de 15 a 20 meteoros por hora, todos bem brilhantes.
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Registro da Chuva de Meteoros Líridas: evento astronômico já começou, mas seu pico deve chegar apenas entre 21 e 22 de abril, bem no meio do feriado prolongado brasileiro (Imagem: Observatório Heller & Jung/Reprodução)
“Os meteoros Líridas são fragmentos deixados pela passagem do cometa Thatcher (C/1861G1) no nosso sistema solar no século 19. Somente daqui 200 anos é que ele deverá passar por aqui novamente”, explicou Carlos Jung, diretor do Observatório Heller & Jung em Taquara, Rio Grande do Sul.
O especialista ainda indica que, no horário informado acima, há boa possibilidade de que ocorram grandes bólidos – nome atribuído a uma multitude de meteoros que podem ir desde os excepcionalmente brilhantes até os grandes formadores de crateras. Na opinião de Jung, isso só serve para aumentar o interesse no evento.
“As pessoas devem procurar lugares com menos luminosidade para observar, embora seja importante ressaltar que os Líridas são bem brilhantes”, ele comentou.
A Chuva de Meteoros Líridas tem visualização favorecida no hemisfério Norte, mas o Brasil também é facilmente contemplado nessa atividade, uma vez que o evento deve ser visível por todas as regiões daqui (sobretudo Norte e Nordeste). Considerando que sua trajetória indica que eles saiam da Constelação de Lira, há mais ou menos 25 anos-luz do Sol, é recomendado que você use um aplicativo que indique a posição dela no céu para localizar a chuva, como o gratuito Carta Celeste (Android / iOS).
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1 de 5 A Via Láctea, nossa galáxia — Foto: NASA/JPL-CALTECH/R. HURT (SSC/CALTECH)
A Via Láctea, nossa galáxia — Foto: NASA/JPL-CALTECH/R. HURT (SSC/CALTECH)
Nosso sistema solar está envolto em um gigantesco "túnel magnético" que liga duas vastas regiões de nossa galáxia que pareciam estar desconectadas.
Essa é a conclusão de um estudo recente na área dos campos magnéticos do cosmos, uma característica do nosso universo sobre a qual ainda existem muitas perguntas sem resposta.
Essa descoberta de uma equipe da Universidade de Toronto (Canadá) pode ser útil para entender melhor como os campos magnéticos do universo funcionam e como eles afetam o comportamento e a evolução das galáxias.
"Este modelo tem implicações para o desenvolvimento de um modelo holístico de campos magnéticos em galáxias", escrevem os autores do estudo.
O que foi descoberto e como isso pode ajudar a melhorar nossa compreensão do universo?
Campos conectados
A investigação foi focada em duas estruturas gigantescas da nossa Via Láctea conhecidas como "Esporão Polar Norte" (NPS, na sigla em inglês) e "Região do Ventilador" (Fan).
O Esporão Polar Norte é uma enorme faixa de gás quente que emite raios-X e ondas de rádio.
Por sua vez, a Região do Ventilador é uma área altamente polarizada, cujo campo elétrico se abre no formato de um ventilador. Ambas as regiões são visíveis através de radiotelescópios e, da Terra, estão localizadas em lados opostos do espaço.
2 de 5 As linhas verdes ilustram como os filamentos magnéticos formam uma estrutura de túnel. — Foto: DUNLAP INSTITUTE FOR ASTRONOMY & ASTROPHYSICS
As linhas verdes ilustram como os filamentos magnéticos formam uma estrutura de túnel. — Foto: DUNLAP INSTITUTE FOR ASTRONOMY & ASTROPHYSICS
Até agora, essas duas estruturas foram estudadas individualmente, mas o trabalho da Universidade de Toronto mostra pela primeira vez que elas estão conectadas por um "túnel" dentro do qual nosso sistema solar está localizado.
"Os campos magnéticos não existem isoladamente", diz Jennifer West, pesquisadora em magnetismo de galáxias no Instituto Dunlap de Astronomia e Física da Universidade de Toronto e principal autora do estudo.
"Todos eles precisam se conectar uns aos outros. Portanto, o próximo passo é entender melhor como esse campo magnético local se conecta tanto ao campo magnético galáctico de maior escala quanto aos campos magnéticos de menor escala do nosso Sol e da Terra."
3 de 5 Esta imagem mostra a região da Via Láctea onde está nosso Sistema Solar. As linhas laranja mostram o túnel formado pela Região do Ventilador (Fan) e o Esporão Polar Norte (NPS). O ponto vermelho representa o Sol. — Foto: DUNLAP INSTITUTE FOR ASTRONOMY & ASTROPHYSICS
Esta imagem mostra a região da Via Láctea onde está nosso Sistema Solar. As linhas laranja mostram o túnel formado pela Região do Ventilador (Fan) e o Esporão Polar Norte (NPS). O ponto vermelho representa o Sol. — Foto: DUNLAP INSTITUTE FOR ASTRONOMY & ASTROPHYSICS
O campo magnético das galáxias
Toda galáxia tem um campo magnético natural, mas ele é fraco, explica Christopher S. Bair, professor de física da West Texas A&M University.
"O campo magnético da nossa galáxia é cerca de cem vezes mais fraco do que o campo magnético da Terra", escreveu Bair no blog Science Questions With Surprising Answers.
O campo magnético de uma galáxia é criado de forma semelhante ao campo magnético da Terra: através do efeito dínamo.
A rotação da galáxia faz com que o gás interestelar cheio de partículas carregadas se mova. Desta forma, a energia cinética das partículas em movimento cria um campo magnético.
Esse campo magnético, por sua vez, atua sobre as partículas carregadas, amplificando assim o campo magnético.
4 de 5 O campo magnético da Terra é 100 vezes mais forte que o da Via Láctea — Foto: Nasa
O campo magnético da Terra é 100 vezes mais forte que o da Via Láctea — Foto: Nasa
Filamentos
Para descobrir esse "túnel", West e seus colegas fizeram simulações de como seria o espaço da Terra se as ondas de rádio do Esporão Polar Norte e da Região do Ventilador estivessem emitindo luz.
Dessa forma, eles perceberam que ambas as regiões estão conectadas por estruturas de filamentos magnéticos.
"Se pudéssemos ver a luz do rádio (ondas), veríamos esse material brilhante se estendendo pelo céu em várias direções diferentes", disse West.
West refere-se a um sistema complexo de partículas carregadas e filamentos magnéticos que formam uma espécie de túnel que envolve o sistema solar e algumas estrelas externas.
De acordo com os cálculos de West, esse túnel teria cerca de mil anos-luz de comprimento.
5 de 5 É assim que nossa galáxia é vista em ondas de rádio — Foto: HASLAM ET AL. (1982) COM ANOTAÇÕES DE J. WEST.
É assim que nossa galáxia é vista em ondas de rádio — Foto: HASLAM ET AL. (1982) COM ANOTAÇÕES DE J. WEST.
Dentro do túnel
Segundo os autores da pesquisa, suas descobertas podem servir para entender melhor outras estruturas de filamentos que estão sendo cada vez mais observadas por radiotelescópios modernos.
"Ainda não entendemos completamente a origem e a evolução dos campos magnéticos regulares nas galáxias e como esses campos são mantidos", escrevem eles em seu estudo.
"Imagine que estamos sentados dentro de um túnel... e o resto da galáxia está fora desse túnel, e o resto do universo está fora desse túnel. Mas nós estaríamos dentro", disse West.
"Como estamos dentro dele, temos que olhar através dele o tempo todo. Acho que é um primeiro passo muito importante para entender o universo de forma mais ampla."
A nova atualização foca em correções de bugs e mudanças no equilíbrio de equipamentos e magias
A Bandai Namco lançou na manhã desta terça-feira (19) o patch 1.04 de Elden Ring, que promete mudar muito do equilíbrio do jogo. Com a atualização, a empresa se concentrou em oferecer mais poder às espadas colossais do título e a reforçar a capacidade de dano de ataques mágicos, entre outros quesitos.
As melhorias nas espadas se concentram no aumento de suas velocidades de ataque e na diminuição do tempo de recuperação após um golpe — algo que não afeta os golpes dados enquanto o jogador pula. A From Software também aumentou o dano de duas mãos para esse tipo de equipamento, bem como a quantidade de bloqueio físico oferecido por ele.
Esta última mudança também afetou as Armas Colossais, Machados Grandes, Espadas Grandes, Lanças Grandes e Alabardas. Ao mesmo tempo, a desenvolvedora fez ajustes em uma lista intensa de magias que, em geral, se tornaram mais poderosas, exigem menos tempo de recuperação e consomem menos recursos — clique aqui para conferir a lista completa de alterações.
Patch 1.04 foca na mudança de equilíbrio
A atualização também se concentrou em modificar a forma como mais de uma dúzia de Cinzas de Guerra e habilidades de equipamentos funcionam, com foco deixá-las mais poderosas. As exceções ficam por conta de opções como a Thundercloud Form, que, embora consuma menos recursos, agora passou a demorar mais tempo para ser ativada.
O patch 1.04 de Elden Ring também trouxe uma quantidade generosa de correções de bugs, que afetam animações, sessões multiplayer cooperativas e os diálogos do jogo. A empresa também se focou em garantir que as missões do jogo vão progredir normalmente, passando a oferecer acesso mais fácil ao item “Tonic of Forgetfulness” na Mansão Vulcânica, por exemplo.
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Outras alterações incluem correções que garantem a exibição correta do mapa, a reprodução dos sons programados pela From Software e evitam que inimigos tenham visuais e comportamentos inesperados. A atualização já está disponível para download no PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC, via Steam (nesta última, ele pesa 854,83 MB).