Segundo revelado pela Adobe, que anualmente revela as informações sobre os produtos mais procurados e vendidos na Black Friday dos Estados Unidos, a consola da Microsoft foi a consola mais vendida neste dia que já é mundialmente famoso pelas promoções.
Os dados recolhidos pela Adobe na Digital Economy Index indicam que a Series S vendeu mais do que a Switch OLED, Xbox Series X e PlayStation 5, um resultado que merece elogios, mas a questão do stock certamente estará relacionada com isto, uma vez que ao contrário das outras consolas, ainda existe stock da Series S nas lojas dos Estados Unidos.
Recentes estudos de mercado indicam que a Series S é a mais vendida das duas mais recentes consolas da Xbox devido à falta de componentes que está a causar escassez mundial da Series X, mas ainda assim é um resultado que merece elogios para a consola de 299 euros da Microsoft.
Esperamos ter mais detalhes em breve sobre as vendas.
Segundo o portal de rastreamento de asteroides da NASA, um asteroide, mais potente que uma bomba nuclear, se aproximará da Terra no final de dezembro.
Os pesquisadores da agência espacial norte-americana estimam que o corpo celeste tenha entre 84 e 190 metros de diâmetro, algo que o torna potencialmente tão potente como o asteroide que caiu próximo ao rio Podkamennaya Tunguska, na Sibéria em 1908 e resultou em uma explosão equivalente à liberação de 12 toneladas de dinamite.
A NASA classificou o 2018 AH de objeto próximo da Terra, pertencente à categoria Apollo, que inclui os asteroides mais perigosos. Os asteroides Apollo têm órbitas que intersectam a órbita da Terra, colocando em perigo nosso planeta. No entanto, a agência afirma que é pouco provável que ele colida conosco.
Pelo menos 4 asteroides de até 230 metros de diâmetro se aproximam da Terra a partir deste domingo. No entanto, se o 2018 AH mudar sua trajetória, o impacto teria consequências terríveis. Por exemplo, o meteoro de 17 metros de diâmetro que explodiu em 2013 sobre o céu de Chelyabinsk, Rússia, danificou mais de 7.000 prédios e resultou em US$ 33 milhões de danos o equivalente a R$ 185,12 milhões.
A plataforma registra também um novo recorde de usuários em jogo
A Steam é disparada a maior plataforma no PC, sem dúvidas. Durante a pandemia, por conta do isolamento, aplataforma da Valve registrou números recordes de usuários ativos. Agora que a pandemia deu uma amenizada, muitos jogadores já voltaram à sua rotina, mas isso não impediu a Steam de registrar novos números ainda maiores. Em um tuite publicado ontem, o perfil SteamDB divulgou que a plataforma estava com mais de 27 milhões de usuários online.
Sendo mais específico, 27.384.959 jogadores estiveram online ao mesmo tempo. O recorde anterior foi de 26.9 milhões de usuários em abril. No momento desta notícia, 25,6 milhões de jogadores estão online. Não quer dizer que todos os que estavam online, estavam jogando. No momento desse recorde, 7.8 milhões estavam ativamente jogando algo, o que também é um outro recorde para a Steam.
Em fevereiro do ano passado, um pouco antes da explosão do Covid-19 no mundo acontecer, a Steam registrou seu primeiro recorde (18.8M) desde janeiro de 2018, que era de 18.5 milhões de usuários ativos e esse número só vem aumentando desde então. Assim que começou o lockdown no mundo, a partir de março, os números foram subindo para 20 milhões, depois 22 milhões ainda em março. Em dezembro de 2020, o número passou dos 24 milhões e chegou em 26.5 milhões em fevereiro deste ano com o recorde anterior acontecendo em abril como mencionado antes.
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Já entre os jogos mais jogados, Counter-Strike: Global Offensive continua no topo, como sempre, e hoje quase chegou na casa de um milhão de jogadores simultâneos. Depois dele vem DOTA 2, com números até que próximos. PUBG, New World, Apex Legends, Team Fortress 2, GTA V e Farming Simulator 22, Rust e MIR4 fecham o top 10 jogos mais jogados no momento.
Algo curioso que o perfil SteamDB publicou agora pouco é que existem mais pessoas jogando Farming Simulator 22 do que Battlefield 2042. Os números mostram mais de 93 mil pessoas sendo fazendeiros e 46 mil encarando a guerra do futuro. Embora o número pico de jogadores entre os dois jogo seja praticamente o mesmo, é válido lembrar que BF 2042 foi lançado três dias antes. Ou seja, Farming Simulator 22 está com um desempenho melhor em geral.
O espaço é vasto e solitário. É perfeitamente compreensível, então, que uma pequena rocha decida acompanhar a Terra e a Lua em sua circunavegação anual do Sol.
Essa rocha, de 165 pés de comprimento, foi descoberta em 2016 pelo telescópio caçador de asteroides Pan-STARRS 1, do Havaí. O nome havaiano desta entidade excêntrica, (469219) Kamo'oalewa, significa "objeto celestial oscilante". Conforme gira repetidamente ao redor da Terra, esse corpo tímido nunca se aproxima mais do que 9 milhões de milhas, o que é 38 vezes mais distante do que a Lua. Ele fica tão distante quanto 25 milhões de milhas antes de retornar para um encontro mais próximo.
Os cálculos de sua valsa orbital indicam que ele começou a seguir nosso planeta de maneira relativamente estável há cerca de um século e continuará a fazer piruetas ao redor da Terra por vários séculos. Mas de onde veio Kamo'oalewa? É difícil estudar o objeto com telescópios por causa de suas dimensões minúsculas e sua tendência a se esconder nas sombras.
Mas em um artigo publicado na quinta-feira, 18, na Communications Earth & Environment, uma equipe de cientistas relatou que pode ter resolvido o mistério. Observando Kamo'oalewa por breves momentos quando ele foi iluminado pelo sol, os astrônomos descobriram que ele parece ser feito do mesmo tipo de matéria magmática congelada encontrada na superfície lunar.
“Minha primeira reação às observações de 2019 foi que provavelmente eu havia errado”, disse Benjamin Sharkey, um aluno de pós-graduação da Universidade do Arizona e autor principal do estudo.
Esperava-se que Kamo'oalewa fosse composto por minerais geralmente encontrados em asteroides. Mas observações adicionais nesta primavera deixaram claro que "os dados não se importavam com o que pensávamos", disse Sharkey. Kamo'oalewa realmente parecia uma versão extremamente pequena da Lua. Ao fazer essa descoberta, ele disse: “Fiquei animado e confuso ao mesmo tempo”.
Baseado em sua órbita e composição, Kamo'oalewa pode ser um fragmento da Lua, arrancado pelo impacto de um meteoro no passado.
Kamo'oalewa pode soar como uma Lua em miniatura, mas não é. Ao contrário da Lua, que está gravitacionalmente ligada à Terra, Kamo'oalewa está gravitacionalmente ligado ao Sol. Se você fizesse a Terra desaparecer subitamente, Kamo'oalewa continuaria a orbitar nossa estrela. É o que é conhecido como um quase-satélite. Os astrônomos conhecem quatro outros que permanecem nas proximidades da Terra, mas Kamo'oalewa tem a órbita mais estável.
Em abril de 2017, Kamo'oalewa estava bem iluminado quando a Terra estava entre o quase-satélite e o Sol. Os astrônomos observaram-no com dois telescópios no Arizona - o Large Binocular Telescope e o Lowell Discovery Telescope - e usaram a luz refletida para identificar seus minerais. Eles viram muitos silicatos, minerais encontrados em corpos rochosos em todo o sistema solar - e observações posteriores confirmaram que os silicatos de Kamo'oalewa se pareciam muito com os encontrados na Lua.
Pode ser uma coincidência e, então, os autores do estudo sugeriram outras possíveis histórias de origem: Kamo'oalewa pode ser um asteroide capturado com uma composição semelhante à da Lua, ou o fragmento de um asteroide dilacerado pela atração gravitacional do sistema Terra-Lua .
Os dados da equipe, no entanto, "dão mais suporte a uma origem lunar", disse Hannah Sargeant, uma cientista planetária da Universidade da Flórida Central não envolvida no estudo.
Este quase satélite pode não estar sozinho: as órbitas de três outros objetos próximos à Terra são semelhantes o suficiente às órbitas de Kamo'oalewa para sugerir que todos podem ter vindo do mesmo evento cataclísmico. Mas, no momento, "ainda não há evidências suficientes para afirmar com segurança como esses objetos se originaram", disse Sargeant.
“A única maneira de ter certeza é enviar uma espaçonave para este pequeno corpo”, disse Paul Byrne, um cientista planetário da Universidade de Washington em St. Louis que não esteve envolvido no estudo. A agência espacial da China planeja pousar nele e coletar amostras para voltar à Terra no final desta década.
“Até lá, ficamos com a possibilidade de, em nossa jornada pelo espaço, sermos acompanhados pelos restos de uma colisão que fez um buraco na lua”, disse Byrne. “E isso é muito legal.” /TRADUÇÃO LÍVIA BUELONI GONÇALVES
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O que será necessário para construir o metaverso — o mundo paralelo e totalmente digital que grandes corporações, como o Facebook e a Microsoft, estão tentando desenvolver?
Esse universo na nuvem baseado em realidade aumentada precisará de muitos recursos, anos e colaboração de corporações de diferentes setores.
Criar um mundo novo é desenvolver a economia por meio de bens e serviços que ainda não existem e, provavelmente, inspirar a criação de novas empresas ao longo do caminho.
Os especialistas concordam que é pouco provável que uma única empresa possa construir e manter o cibermundo.
A Bloomberg Intelligence calcula que a oportunidade de mercado para o metaverso pode atingir US$ 800 bilhões (R$ 4,5 trilhões) até 2024. Já o Bank of America incluiu o metaverso na sua lista de 14 tecnologias que revolucionarão a nossa vida.
"O metaverso compreenderá inúmeros mundos virtuais conectados entre si e com o mundo físico", segundo os especialistas no recente "relatório temático do Bank of America: As 14 tecnologias que revolucionarão a nossa vida".
"Eles gerarão uma economia forte, englobando o trabalho e a diversão, enquanto transformam indústrias e mercados muito tradicionais, como as finanças, os bancos, o comércio e a educação, saúde e fitness, além do entretenimento para adultos", segundo o relatório.
"No final da década — em 2030 —, passaremos mais tempo no metaverso que na 'vida real'", segundo o inventor americano Raymond Kurzweil, pioneiro no desenvolvimento de diversos avanços tecnológicos e diretor de engenharia da Google desde 2012.
Mas o conceito, na verdade, não é novo. Diversos videogames online vêm desenvolvendo mundos virtuais há décadas. Não se trata do metaverso, mas há algumas ideias em comum.
Grandes investimentos
"Não se trata de algo novo. A novidade é o volume de investimentos que o metaverso vem recebendo, além da crescente aceitação dos ativos digitais em uma população cada vez mais nativa do mundo digital", segundo Benjamin Dean, diretor de ativos digitais da empresa de análise e investimentos WisdomTree.
"O ritmo da transformação continua se acelerando, o que significa que tecnologias [que considerávamos] distantes e de longo prazo estão se aproximando cada vez mais rápido", segundo ele.
Crédito,Getty Images
"Nos últimos anos, nos países industrializados, a maioria das pessoas (mais de 50%) não se lembra de como era a vida antes da internet. Essa mudança demográfica continuará se aprofundando, especialmente nos países onde os smartphones são onipresentes e a população é mais jovem", segundo o especialista da WisdomTree.
"Dez anos atrás, chamei esse processo de virtualização do mundo", acrescenta Dean.
Segundo o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, no universo digital que será o metaverso, "você poderá se teletransportar instantaneamente como um holograma para chegar ao escritório sem necessidade de deslocamento, a um concerto com os amigos ou à sala da casa dos seus pais para saber das novidades".
Mas, ao contrário da realidade virtual atual, que é principalmente utilizada para videogames, o metaverso poderá englobar o entretenimento, os jogos, shows, cinema, o trabalho, a educação e muito mais. E isso fará com que se desenvolvam novas empresas e tecnologias nesses setores específicos.
Shows, conteúdo e entretenimento
A cantora Ariana Grande, o DJ Marshmello e o rapper Travis Scott já se apresentaram no famoso videogame Fortnite, da Epic Games, em uma demonstração de como poderia ser o futuro dos shows musicais no metaverso.
Até 12,3 milhões de jogadores da plataforma chegaram a se reunir em tempo real em abril do ano passado para presenciar o lançamento da música The Scotts, composta pelo superastro do rap Travis Scott e seu colega Kid Cudi.
E até o ratinho Mickey parece estar pronto para interagir no metaverso. O diretor-executivo da Disney Bob Chapek afirmou que o conglomerado está se preparando para dar um salto tecnológico rumo ao mundo da realidade virtual nos seus parques temáticos.
Mas a experiência não ficaria limitada aos parques. "Estender a magia dos parques da Disney para os ambientes domésticos é uma possibilidade real", segundo ele.
Crédito,Fortnite
"A geração Z impulsionará a mudança para o metaverso e o uso de hologramas, além de maior criação de conteúdo para os mundos virtuais. Essa ação poderá beneficiar o setor, ainda que em prazo muito longo", segundo o relatório do Bank of America.
Os provedores de conteúdo, que incluem filmes (Disney), televisão (Discovery Channel), esportes (Fox Sports), música (Universal Music Group, Live Nation), provedores de plataformas (Netflix) e jornais (The New York Times) começaram a fazer experiências de imersão em 3D.
O diretor da saga O Senhor dos Anéis, Peter Jackson, recentemente anunciou a venda do seu estúdio de efeitos especiais, Weta Digital, para uma empresa de software americana (Unity) que quer desenvolver o metaverso — uma operação que demonstra o movimento muito rápido do setor.
"Oferecer assentos de imersão na "primeira fila" de um evento esportivo, show musical ou desfile de moda poderia ser lucrativo para as empresas e aumentaria a acessibilidade de eventos ao vivo", segundo o relatório do Bank of America.
Escritório e presença virtual
Mas um legado da pandemia de Covid-19 é o trabalho remoto.
Infinite Office é o lugar de trabalho idealizado pelo Facebook. Ele tem salas de reuniões virtuais, onde os participantes podem simultaneamente usar seus computadores do mundo real.
Crédito,Reuters
Mas o Facebook não é a única dentre as grandes empresas de tecnologia que estão desenvolvendo conceitos desse tipo.
A Microsoft comentou recentemente sobre a criação de um "metaverso para empresas", com base no Microsoft Teams, a plataforma de reuniões que se popularizou durante a pandemia. Com ele, segundo a empresa, será possível oferecer espaços virtuais para eventos, reuniões e oportunidades de networking.
Para a empresa de consultoria PwC, o setor de formação tem muito a ganhar com ambientes de escritórios virtuais.
"A realidade virtual já está impulsionando programas de formação de vários setores, criando ambientes que seriam caros, perigosos ou limitados no mundo real", segundo seus especialistas em um relatório de 2020.
Eles acreditam que uma experiência de imersão e emoção, que pode ser muito mais emocionante que a formação tradicional no local de trabalho, pode estimular a memória e ser muito mais eficaz no aprendizado de novas habilidades e procedimentos.
Grandes desafios
Os especialistas concordam que ainda há um longo caminho a ser percorrido antes de podermos ver o metaverso materializado.
O ex-engenheiro da IBM Thomas Frey recorda que a infraestrutura da internet, a possibilidade de ter um grande número de participantes interagindo em tempo real, as barreiras do idioma e os problemas de latência (o tempo decorrido para abrir uma página web ao clicarmos nela) são os principais desafios do metaverso.
Serão necessários computadores e chips de processamento de gráficos e vídeo mais potentes e as companhias mais importantes do setor, como NVIDIA, AMD e Intel, já vêm trabalhando neles. O desenvolvimento de toda essa tecnologia oferecerá novas oportunidades de negócios para todos os fabricantes de microchips.
Outro setor que promete transformações é o da educação.
"A ideia fundamental é baseada na aprendizagem adaptativa, que existiu por muitos anos", segundo Haim Israel, Felix Tran e Martyn Briggs, estrategistas da BoA Merrill Lynch. "As lições mudam de resposta de acordo com as reações dos estudantes sobre a matéria, como inclinar a cabeça ou até pegar no sono. Podem ser criados questionários, vídeos e explicações adicionais para aumentar a compreensão ou animar a aula", acrescentam eles.
No campo da educação superior, tudo indica que as universidades criarão seus próprios campi virtuais, o que poderia aumentar o número de estudantes.
Crédito,Getty Images
As possibilidades são quase infinitas. Os estudantes de astronomia poderiam observar a colisão de galáxias e a aula de história da arte poderia ocorrer na Capela Sistina.
Cada vez mais usuários procuram soluções digitais para assistência médica e a pandemia exacerbou essa tendência. A medicina e a telemedicina poderiam ter um campo para crescer e desenvolver novos serviços.
O mesmo aconteceu com o comércio eletrônico. Gigantes como a Amazon e o Mercado Livre viram suas vendas multiplicar-se e o Bank of America acredita que o metaverso levará os consumidores a comprar mais nos mundos virtuais.
Para Benjamin Dean, todo esse novo comércio precisará de moedas alternativas que convivam com o dinheiro existente: dólares, euros, ienes, reais...
"A linha divisória entre a realidade física e a virtual vem se dissipando e isso continuará a acontecer durante a próxima década", afirma ele.
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