Há mais de 1 mês, a Xiaomi revelou o lançamento do novo fone Redmi Buds 3 Pro. Na China, o produto foi lançado em setembro, mas agora os consumidores brasileiros também podem aproveitar a novidade.
Quando lançaram aos consumidores chineses, os fones custavam 199 yuan, cerca de R$ 172 na cotação atual — já no AliExpress, por exemplo, o acessório pode ser encontrado por US$ 60 (R$ 332 na cotação atual). Por aqui, a Xiaomi revelou que o novo produto estará disponível por R$ 899 aos brasileiros.
Até 28h de bateria e recarga sem fio
No mercado chinês, os fones foram lançados como AirDots 3, mas mudaram para Redmi Buds 3 Pro durante o lançamento global. O dispositivo sem fio funciona com Bluetooth 5.2 e tem bateria de 35 mAh (cada um), com até 6 horas de uso contínuo ou 3 horas com o recurso de cancelamento de ruído (Noise Cancelling, NC) ativado.
"Com carregamento rápido, os fones de ouvido podem carregar por apenas 10 minutos e já permitir que você ouça música por até 3 horas. Se a bateria estiver fraca, faça uma pequena pausa e deixe-o ligar. O estojo de carregamento também suporta carregamento sem fio, tornando o carregamento muito conveniente", foi publicado na página oficial do produto.
A inteligência artificial do NC entende o nível de ruído e ajusta conforme os diferentes ambientes.Fonte: Xiaomi
O NC é um sistema de cancelamento de ruídos e, com o aparelho da Xiaomi, será possível reduzir sons externos de até 35 dB. Além disso, o produto conta com drivers de 9 mm, certificação IP54 de resistência à água, modo de baixa latência e possibilidade de conexão em 2 aparelhos ao mesmo tempo.
O Redmi Buds 3 Pro traz um conjunto de seis microfones, três em cada lado, para captar idealmente o som ao redor. E, claro, não podemos esquecer de citar a case do dispositivo, com bateria de 470 mAh e mais 28 horas de recarga sem fio, segundo a marca — a porta USB-C permite recargas rápidas de 10 minutos para até 3 horas adicionais de uso.
"Os drivers de 9 mm oferecem uma excelente experiência de áudio. Após ser ajustado por profissionais do laboratório de som interno da Xiaomi, um som agudo é claro e não distorcido, enquanto um som grave é rico e puro, com qualidade de som mais refinada", foi revelado pela Xiaomi.
Os fones Redmi Buds 3 Pro já estão disponíveis no site nacional da Xiaomi por R$ 899.
Os novos MacBooks Pro já estão entre nós — o que significa, claro, que já temos entrevistas de executivos da Apple falando sobre as novas máquinas.
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Mas Joanna Stern, do Wall Street Journal, foi além: a repórter publicou seu review completo das novas máquinas e, no mesmo artigo, trouxe uma entrevista com John Ternus, vice-presidente sênior de engenharia de hardware, e Tom Boger, vice-presidente de marketing de produto para o Mac e o iPad. E, além das discussões sobre o novo MacBook Pro em si, Stern tocou em vários assuntos pertinentes ao universo dos Macs em geral.
Um assunto logo veio à tona: de acordo com Stern, é impossível olhar para o notch dos novos portáteis da Maçã e não pensar que todo aquele espaço poderia abrigar os componentes de um eventual Face ID. Segundo Boger, entretanto, isso não está nos planos da Maçã — e a razão está simplesmente no formato do laptop:
O Touch ID é mais conveniente [no Mac] porque suas mãos já estão no teclado.
Concorde ou não, o fato é que as tecnologias de reconhecimento facial ainda são raras no mundo dos computadores portáteis. Por outro lado, um recurso que já está basicamente consolidado há muitos anos no mundo do Windows (e dos Chromebooks) é o de máquinas com telas sensíveis ao toque — algo que a Apple nunca fez e, pelo visto, continua sem quaisquer planos de fazer.
Nós já fazemos o melhor computador sensível ao toque do mundo, que é o iPad. Ele é totalmente otimizado para isso. E o Mac é totalmente otimizado ao controle indireto. Nós nunca encontramos nenhuma razão para mudar isso.
Os executivos também admitiram, de certa forma, que o retorno de várias portas que tinham sumido nas versões recentes do MacBook Pro — MagSafe, HDMI, leitor de cartões SD — foi um caso de a Apple simplesmente ouvir seus consumidores e entender quais são as necessidades de cada público-alvo da empresa. Eles também reconheceram que, para devolver esses recursos às máquinas, foi preciso deixá-las “um pouco mais grossas e um pouco mais pesadas”.
Por fim, Stern perguntou a Boger e Ternus se há planos de construir, em algum momento, um MacBook resistente a água. A resposta também não foi muito animadora: “Isso não é algo que está nas listas de desejos de muitas pessoas”, disse Boger.
Um bom nome é essencial para uma empresa. É a partir dele, afinal de contas, que o público conhecerá e lembrará de uma marca, produto ou serviço. Em alguns casos, porém, essa lembrança não é mais vantajosa para a companhia, e mudar de nome se torna uma estratégia tentadora.
Da onda de mudança de nome das grandes varejistas nos últimos anos até os novos nomes de empresas investigadas na Operação Lava Jato, o movimento acabou ganhando mais destaque. E não apenas no Brasil.
Na quinta-feira (28), o Facebook decidiu que era hora de a empresa, dona do WhatsApp, Instagram e da rede social com mesmo nome, passar por uma mudança. A decisão ocorre em meio a uma série de denúncias e críticas contra políticas da companhia fundada por Mark Zuckerberg. Com isso, sai o Facebook, e entra a Meta.
Entretanto, especialistas entrevistados pelo CNN Brasil Business afirmam que, sozinha, a mudança costuma ser pouco efetiva. Hoje é cada vez mais fácil para os consumidores lembrarem do passado de empresas, independente do nome delas.
A escolha do nome
Clotilde Perez, professora da PUC-SP e da ECA-USP, afirma que o nome da marca é a principal expressão da empresa. “Existem outras como símbolo, logotipo, slogan e cor, mas o nome é o primeiro elemento identitário.”
O nome acaba se tornando o principal elemento que associa uma empresa ao imaginário do público. Com o tempo, essa construção se expande, alinhada com ações publicitárias, sociais ou produtivas.
Paulo Nassar, presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), vê as marcas como “representações históricas”. Os nomes acabam refletindo o próprio contexto em que a empresa se insere, e a narrativa e história que ela busca contar.
“Todos que têm contato com um produto ou empresa têm que saber o que é aquilo. Daí surgem as marcas e slogans que ajudam nisso. Isso vai depender de cada contexto, inclusive concorrencial, social, econômico e até político”, diz.
Para Nassar, que também é professor na ECA-USP, se a marca não consegue mostrar porque a sociedade precisa dela, a empresa enfrentará uma crise.
Em geral, as crises estão ligadas a fatores técnicos (como não conseguir entregar um produto ou serviço que seja útil), estéticos (como mudanças de gosto na sociedade) e éticos (quando a empresa passa a ter uma prática associada a algo negativo, reprovável, e até criminoso).
Se a inovação ajuda a resolver problemas ligados aos dois primeiros pontos, é a governança que ajuda a resolver desafios ligados à ética.
Além do novo nome
O professor afirma que, atualmente, a sociedade encontra cada vez mais problemas éticos nas relações entre empresas e estado, e nas práticas das próprias empresas.
“As relações precisam ser ajustadas, daí cresceu também essa ideia do compliance, que evolui para o ESG, em que há a governança sobre meio ambiente, relações sociais e na própria empresa”, diz.
Esse “olhar ético”, segundo o professor, é necessário também para a saúde financeira das empresas. Hoje, problemas de governança acabam afastando investidores. Com isso, Nassar afirma que o impacto sobre marcas desalinhadas é muito grande. Nesse cenário, trocar o nome da empresa pode ser “a decisão mais fácil”.
Perez afirma, porém, que apenas mudar o nome não é garantia que todos os problemas serão resolvidos. “A primeira questão é que mudar o nome de uma marca antiga, longeva, com grande investimento, representa mudar o nome de um ativo também, é algo radical”.
“Faz sentido em um problema grave de infração porque marca uma ruptura simbólica com o passado. O nome tem essa força, está jogando fora o que fez antes para sinalizar uma mudança”, diz.
Entretanto, é necessário que esse novo nome também seja acompanhado de ações que eliminem as causas do problema de reputação. Do contrário, o mais provável é que eles retornem.
Além disso, Nassar lembra que, com a internet, está cada vez mais fácil para as pessoas obterem informações sobre empresas, incluindo seu passado. Com isso, a chamada responsabilidade histórica ganha força, e dificulta “manobras retóricas” das companhias.
Os casos mais recentes de empresas com problemas reputacionais que mudaram de nome são a Odebrecht, que virou Novonor, e a Camargo Corrêa, cuja holding passou a se chamar Mover. Ambas foram investigadas pela Operação Lava Jato.
Em outras situações, porém, a mudança de nome pode sinalizar movimentos como vendas ou um novo foco de atuação. De 2018 para cá, três gigantes do varejo, Magazine Luiza, Via Varejo e Lojas Americanas, decidiram reduzir seus nomes.
O movimento de Magalu, Via e Americanas procurou passar a imagem de que o foco das empresas agora vai além do universo do varejo, lojas físicas ou magazines, com aproximações com o e-commerce. Já a BR Distribuidora mudou de nome para Vibra após a Petrobras vender toda sua participação na companhia.
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Confira algumas empresas que passaram por alteração de nome nos últimos anos
Crédito: Amador Loureiro/Unsplash
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Facebook anunciou que passará a se chamar Meta. O nome simboliza um novo foco de atuação da gigante de tecnologia: o desenvolvimento do chamado metaverso
Crédito: Divulgação/Facebook
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Em 2015, o Google anunciou uma reestruturação, com a criação da Alphabet. A empresa se tornou a responsável por administrar o próprio Google e antigas subsidiárias, na tentativa de dar mais independência e transparência aos negócios
Crédito: SOPA Images/LightRocket via Gett
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Dona da Casas Bahia e do Ponto Frio, a Via Varejo revelou em 2021 que decidiu mudar de nome para Via. O movimento representa uma busca da empresa de atuar em múltiplos setores, incluindo o e-commerce, indo além do varejo físico
Crédito: Via/Divulgação
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Outra varejista que mudou de nome há pouco tempo foi a Magazine Luiza. Em 2018, as lojas mantiveram o nome, mas a empresa passou a se chamar Magalu. A mudança também refletiu uma aproximação com o comércio digital
Crédito: Divulgação/ Magazine Luiza
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A BRF surgiu em 2013, resultado da fusão de duas gigantes do setor de alimentos: a Perdigão e a Sadia. O nome vem da BR Foods, dona da Sadia
Crédito: BR Foods/Divulgação
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Em 2006, surgiu a B2W, empresa resultante da fusão dos sites Americanas, Submarino e Shoptime. O nome permaneceria até 2021, quando a Lojas Americanas anunciou a fusão com a empresa, que passou a se chamar apenas Americanas
Crédito: SOPA Images/LightRocket via Gett
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A BR Distribuidora também mudou de nome em 2021 para Vibra. A alteração ocorreu depois de a Petrobras vender sua participação na empresa
Crédito: Divulgação
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Ainda em 2021, foi a vez da Duratex mudar de nome. A empresa, que atua na área de decoração, passou a se chamar Dexco, simbolizando uma nova estratégia de negócios voltada para a expansão na área de construção civil
Crédito: Duratex/Divulgação
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Envolvida em denúncias de corrupção no âmbito da Operação Lava Jato, a construtora Odebrecht, fundada há mais de 70 anos, informou em 2020 que passaria a se chamar Novonor
Crédito: Rovena Rosa/ Agência Brasil
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Também envolvida em denúncias no âmbito da Operação Lava Jato, a construtura Camargo Corrêa anunciou em 2018 que sua controladora mudaria de nome, passando a se chamar Mover
Crédito: Camargo Corrêa/Divulgação
O caso do Facebook
Já em relação à mudança de nome do Facebook para Meta, é possível encontrar os dois cenários. Oficialmente, o nome simboliza um novo foco de atuação da gigante de tecnologia: o desenvolvimento do chamado metaverso.
Ao mesmo tempo, o anúncio ocorre enquanto a empresa recebe uma enxurrada de críticas e denúncias, com ameaças de punição e regulação em especial nos Estados Unidos. Novos documentos internos apontaram uma série de problemas da empresa, envolvendo desde dificuldade para combater fake news até ameaças à própria democracia de países.
“Isso de mudança de mentalidade é um argumento interessante, mas tem que ter como suporte algo que está acontecendo no presente, alguma estrutura tecnológica que aponte para isso, por exemplo, ou uma cultura organizacional e dinheiro que apontem para isso”, afirma Nassar.
Já Perez vê o movimento como “unir o útil ao agradável”. “A história que conta para fora me parece ser a melhor, dizer que é uma mudança sensata, planejada. Mas o quanto de fato é o caso é complicado”.
A professora afirma que faz sentido para a empresa mudar de nome para indicar uma nova área de atuação, já que Facebook ainda é um nome totalmente associado à área de rede social, o que poderia dificultar a associação da empresa com o novo campo.
Mesmo assim, ela não considera que uma simples mudança de nome resolverá os problemas de imagem atuais da empresa. “A associação vai se manter, principalmente se não encontra respaldo nas mudanças”.
Não contavam com a astúcia da Epic Games! A empresa revelou, nesta sexta-feira (29), um dos personagens mais queridos da TV vai chegar ao Fortnite: Chapolin Colorado.
Um pacote com a vestimenta e itens do polegar vermelho, incluindo a marreta biônica, chega na próxima segunda-feira, 1 de novembro.
A roupa e os itens podem ser adquiridos separadamente, além de outras variações: Agente Colorado, Capitana Colorada, Soldado Colorado, Amazona Colorada, Guerrero Colorado, Guerrera Colorada, Héroe Colorado, Heroína Colorada, Defensor Colorado, e Defensora Colorada.
A Xiaomi está realizando diversos lançamentos hoje no Brasil como o Xiaomi 11 Lite 5G NE com tela AMOLED e Snapdragon 778G. Agora vamos falar de outros dois produtos que estão chegando hoje ao Brasil: o Xiaomi Pad 5 e o Redmi Buds 3 Pro. Conheça agora as principais especificações destes dispositivos que chegam hoje ao território nacional oficialmente.
Redmi Buds 3 Pro
Começando pelos fones TWS Redmi Buds 3 Pro temos um design leve e ergonômico. O design dos fones ainda inclui sensores sensíveis ao toque e carregamento wireless. Além de certificação IPX4 para resistência a água e poeira.
Falando de áudio, os fones tem suporte ao codec adaptável aptX com cancelamento de ruído para chamadas de voz com 3 microfones integrados e conexão Bluetooth 5.2. Os drivers de som são de 9mm.
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Por fim, a bateria dos Redmi Buds 3 Pro garante até 6 horas de reprodução e mais 28 horas com o estojo, que tem suporte a carregamento rápido via USB-C, onde 10 minutos fornecem 3 horas de uso.
Xiaomi Pad 5
Falando agora do Xiaomi Pad 5 temos uma tela de 11 polegadas com resolução WQHD+ e 120Hz. O tablet ainda é compatível com a caneta Xiaomi Smart Pen para facilitar seu uso tanto pessoal quanto profissional.
O tablet tem um processador Snapdragon 860 emparelhado com 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno. O setor multimídia é conta ainda com 4 alto-falantes para garantir maior imersão sonora com Dolby Atmos.
No setor de câmeras encontramos apenas um sensor traseiro de 13MP e um frontal de 8MP para videochamadas e selfies. A bateria é de 8720mAh com carregamento de 22,5W via USB-C. O Bluetooth é 5.2 e o WiFi tem banda dupla. O sistema operacional é a MIUI 12.5 para tablets, que integra diversas otimizações para uso com a tela grande com modos multitarefa.
Especificações do Xiaomi Pad 5
Tela de 11 polegadas, WQHD+ (2560x1600px), 120 Hz
Qualcomm Snapdragon 860
6 GB RAM
128 GB de armazenamento
Câmera traseira 13 MP
Câmera frontal 8 MP
Bateria 8720mAh (carregamento de 22,5 W)
Alto-falantes quádruplos
Compatível com a Xiaomi Smart Pen e teclado(vendida separadamente)
Dimensões: 254,69 x 166,25 x 6,85 mm
Cores Cinza Cósmico, Branco Pérola
Preço e disponibilidade
O Xiaomi Pad 5 está sendo oficializado no Brasil pelo preço sugerido de R$ 4.299,99 e estará disponível nos principais varejistas e na loja oficial da chinesa na internet. O preço dos Redmi Buds 3 Pro é de R$ 899,99.
Na superfície do Sol, que atualmente se encontra na fase inicial de um novo ciclo, uma explosão de classe X1 foi observada nas últimas horas. Trata-se da erupção mais poderosa detectada durante a tempestade que está afetando a estrela nestes dias.
O fenômeno foi capturado em vídeo pelo Observatório de Dinâmica Solar da agência espacial da NASA, que em julho fotografou um impacto com intensidade semelhante.
De acordo com o Spaceweather.com, a explosão causou uma enorme erupção de partículas solares com índice de Kp relativamente alto que poderiam chegar à Terra durante o fim de semana e gerar uma tempestade geomagnética de severa (G4) a extrema (G5).
Uma erupção solar é uma violenta explosão de matéria que explode da fotosfera liberando uma enorme quantidade de energia, equivalente a dezenas de milhões de bombas atômicas, sob a forma de radiação eletromagnética.
Segundo a NASA, a classificação X corresponde ao maior grau de intensidade que uma erupção solar pode chegar. O brilho intenso teria causado um apagão temporário de rádio de ondas curtas no lado ensolarado da Terra centrado na América do Sul.
A chama da classe X1 registrada se originou de uma mancha solar chamada AR2887, que já havia sido responsável nas horas anteriores por duas outras erupções solares mais moderadas de classe M. Atualmente, a mancha fica posicionada no centro do Sol e voltada para a Terra.