O celular é um item necessário para as relações pessoais e profissionais, sem falar no entretenimento de cada pessoa. Porém, o preço para ter um aparelho continua alto e ninguém quer levar prejuízos depois de gastar o necessário. Por isso, o uso das capinhas é fundamental, além das películas que protegem a tela do dispositivo.
No entanto, o que muitas pessoas não sabem, é que carregar o celular sem tirar a capinha pode ser um grande problema. Se para você esse tema também é uma novidade, entenda melhor o assunto a partir de agora e confira porque é importante retirar a capa de proteção do smartphone para fazer o carregamento adequado.
Por que você deveria tirar a capinha do celular para carregá-lo?
Primeiramente, entenda que a bateria de um celular tem vida útil. Isso quer dizer que um dia ela não será mais capaz de manter a energia dentro do aparelho para que ele seja utilizado normalmente. No entanto, esse dia deve demorar bastante para chegar até você.
Mesmo assim, sem energia, não impossível utilizar o aparelho. Logo, mantê-lo devidamente carregado é fundamental. Por isso, algumas pessoas costumam andar com power bank para garantir que não ficaram impossibilitadas de acessar as informações dos dispositivos móveis por falta de energia.
Se o celular fica tanto tempo na tomada, é importante saber que existem algumas atitudes que podem colocá-lo em risco, como manter a capinha fixada durante o carregamento.
Retire capinha para carregar
De modo geral, a capinha facilita o superaquecimento do celular, o que pode comprometer os componentes internos e a própria bateria dele. Além disso, ela também pode atrapalhar a fixação do conector de seu carregador, fato que pode gerar problemas a longo prazo.
Sendo assim, o mais indicado é retirar o acessório a fim de evitar todos esses problemas, os quais podem comprometer a vida útil da bateria e bom funcionamento do aparelho smartphone que tem em mãos.
Todo ano, o bilionário da tecnologia Bill Gates faz uma lista de indicações de livros – tal qual Barack Obama faz com músicas. No entanto, a seleção do co-fundador da Microsoft quis inovar neste ano e fugir do padrão.
A lista de livros 2023 de Bill Gates não trouxe apenas livros. “Na última década, recomendei ótimas obras literárias para ler a cada verão. Este ano, decidi misturar tudo e tentar algo diferente”, explicou ele.
Sendo assim, o bilionário selecionou apenas dois livros: um de ficção e um de não-ficção. Para completar a lista, ele indicou uma série da Netflix e uma playlist com algumas de suas músicas favoritas, que vão de Billie Holiday a Adele.
Confira a lista de 2023 de livros e outras coisinhas a mais de Bill Gates
Livro: “Amanhã, amanhã e amanhã” (Gabrielle Zevin)
O livro conta a história de dois amigos que, unidos pelos jogos de Super Mário, cresceram juntos. Ao chegar na universidade, começaram a fazer os próprios jogos.
Segundo Gates, a história o tocou porque se lembrou da sua amizade com Paul Allen, o outro co-criador da Microsoft.
Livro: “Nascido na escuridão” (Howard French)
Este livro-reportagem, escrito pelo jornalista Howard French, de ascendência africana, conta a história do continente de maneira mais aprofundada do que geralmente se vê.
“Na realidade, explica ele, vários reinos africanos estabeleceram cidades-estados que rivalizavam com as da Europa em termos de organização política, poder militar, comércio, arte e exploração. É um elogio quando digo que ‘Nascido na escuridão’ me deixou com vontade de saber mais”, afirma.
Série: “Borgen” (Netflix)
Agora a lista começa a ficar diversa. Bill Gates indicou a série “Borgen”, da Netflix. Este é um drama político dinamarquês que acompanha a primeira-ministra do país em um cenário fictício.
Playlist
O que você imagina que Gates escuta em seu tempo livre? Esta seleção de músicas do bilionário pode te surpreender. Ele afirmou eu estas são algumas de suas canções favoritas e misturou pop contemporâneo com clássicos de artistas consagrados.
Há faixas de Billie Holiday, Nat King Cole e Beatles. Mas também temos Adele, U2 e até mesmo Maroon 5. Ouça abaixo.
A noite deste domingo (4) está convidativa para olhar para o céu. A lua cheia, a primeira de junho, marca a despedida do outono para a entrada do inverno no Hemisfério Sul, no dia 20 de junho. A Super Lua recebe mundialmente dois apelidos – Lua de Morango e Lua de Mel.
Nos Estados Unidos, tradicionalmente é o início da colheita de morangos e por isto recebeu o apelido. Já na Europa, a relação é com os primeiros dias de casamento, ou seja, verdadeira uma lua de mel.
Para quem está em Curitiba ou mesmo na Região Metropolitana, a visibilidade da Lua é possível devido ao bom tempo na região. Segundo o Simepar, mesmo com a queda na temperatura no período noturno, o tempo vai seguir limpo.
Diferentes nomes
Em todos os meses do ano, existe uma denominação diferente para a Lua. Tem a da colheita, fruta, do castor e até do caçador. “Isto foi definido por pessoas no hemisfério norte. A relação é com eles e difere da gente, que está em outro posicionamento”, ressaltou o diretor do Parque da Ciência, Anisio Lasievicz
Abaixo, a lista completa das luas cheias do ano:
Lua do Lobo (janeiro) – ganhou esse nome dos índios americanos por causa dos uivos dos lobos.
Lua da Neve (fevereiro) – o nome é por causa das nevascas nesta época do ano no hemisfério norte.
Lua das Minhocas (março) – é o início do fim do inverno no hemisfério norte, quando minhocas surgem no solo.
Lua do Ovo (Abril) – o nome está relacionado ao período da desova dos peixes no Hemisfério Norte.
Lua das Flores (maio) – o nome está relacionado à primavera no hemisfério norte, a estação das flores.
Lua do Morango (junho) – neste período é a colheita de morangos nos Estados Unidos.
Lua do Feno (julho) – neste período é a colheita do feno que alimenta os animais no hemisfério norte.
Lua do Peixe (agosto) – neste período começa a pesca do esturjão nos lagos dos Estados Unidos.
Lua da Fruta (setembro) – neste período começa a colheita das frutas no hemisfério norte.
Lua do Caçador (outubro) – nesta época do ano caçadores iam para as florestas garantir carnes para o inverno.
Lua do Castor (novembro) – os castores começam a concluir suas tocas nos rios para sobreviverem ao inverno.
Lua Fria (dezembro) – marca a chegada de fato do frio no inverno, com noites mais longas.
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O WhatsApp implantou há um tempo um recurso muito útil para os usuários. Após enviar uma mensagem, a pessoa tem alguns minutos para, caso deseje, apagá-la antes que todos leiam.
Essa ferramenta evita alguns equívocos, mas também gera curiosidade. No entanto, ensinaremos uma forma simples de ler a mensagem no WhatsApp mesmo após ela ter sido deletada. Confira o passo a passo a seguir.
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Checagem de conteúdos apagados
Quando alguém envia uma mensagem na conversa e apaga em seguida, antes mesmo que você possa ler, isso gera uma curiosidade.
Algumas pessoas podem recorrer a aplicativos clandestinos para realizar a leitura dessas postagens, mas aqui apresentaremos uma maneira legal de ler a mensagem enviada no WhatsApp, mesmo após ter sido deletada.
Para conseguir acesso a esse conteúdo, você terá que se encaixar em algumas exigências. A primeira delas é que o seu sistema de notificações deve estar ativo em alta prioridade para as conversas particulares.
Além disso, você não deve silenciar a pessoa no app e o seu celular deve ter o sistema operacional Android 10 ou superior. Um último ponto importante esse método funciona apenas para visualizar mensagens.
Foto: TeroVesalainen/Canva Pro
Dito isso, seguimos com o passo a passo:
mantenha o seu WhatsApp atualizado;
com o aplicativo aberto, clique no ícone de três pontinhos no canto superior direito;
nele, estão expostas as opções de configurações;
dentre elas, selecione o botão para ativar o item “notificações de alta prioridade”;
o próximo passo é entrar na conversa do seu amigo e conferir se nas notificações a opção “Silenciar notificações” está desativada.
A próxima modificação deve ser feita nas configurações do seu próprio smartphone:
avance em notificações até a opção avançada;
selecione o item “Histórico de notificações”;
deixe o último ponto ativo, e assim poderá ter acesso às mensagens.
Agora, sempre que você quiser ver uma mensagem apagada, basta acessar as configurações e o histórico de notificações.
A realidade virtual é uma tecnologia aplicada a jogos e atividades, permitindo a experimentação dos usuários em situações que aparentam ser reais.
Ao longo dos anos, ela conseguiu conquistar diferentes atualizações, mas algo ainda não imaginado está próximo de se tornar acessível. Uma empresa japonesa desenvolveu uma tecnologia de sensibilidade para realidades virtuais.
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Aproximação entre o real e o virtual
Quem nunca assistiu a um filme ou jogou um game e teve vontade de se sentir parte dele? A tecnologia atual permite a mistura da ficção com o real e possibilita aos usuários conhecer mais sobre esse mundo fantástico.
Ultrapassando todos os níveis até hoje alcançados, uma empresa japonesa desenvolveu uma tecnologia de sensibilidade para realidade virtual. A H2L Technologies é a responsável pela criação de um dispositivo que permite experimentar múltiplas sensações na realidade on-line.
Foto: SHVETZ/Canva Pro
Como funciona o dispositivo?
Por meio do aparelho, serão enviados sinais elétricos que induzirão o cérebro a gerar as sensações. Algumas delas são: prazer, dor, frio, entre outras. Essa iniciativa tem como uma das maiores incentivadoras a Sony.
O fundador da startup é Emi Tamaki e ele contou um pouco em entrevista sobre como surgiu a ideia para esse projeto. Tamaki possui algumas limitações devido a problemas cardíacos, por isso não consegue experimentar tudo o que deseja.
Nesse sentido, ele resolveu focar os estudos na criação de um produto que permitisse, não só a ele, mas a todos que se encontram em algum tipo de restrição, experimentar novas sensações.
O desenvolvedor compartilhou que essa tecnologia permitirá ainda mais imersão daqueles que a utilizarão. Quanto mais sensações disponíveis, maior será a proximidade com o real.
As relações virtuais de afeto podem ser importantes quando, por exemplo, um abraço a distância for necessário. Todos desejarão sentir-se o mais próximo possível do abraço presencial.
Esse é um caminho ainda não estudado ou desenvolvido justamente pela complexidade exigida. Mesmo com a ajuda de grandes empresas como a Sony, esse resultado pode ser apresentado ao consumidor final apenas daqui a alguns anos.
Santiago Ramon y Cajal foi o cientista espanhol que descobriu a estrutura dos neurônios. E, por isso, ganhou o Prêmio Nobel em 1906. O cérebro de cada um de nós contém 86 bilhões de neurônios. É muito: lembre que hoje só existem 8 bilhões de seres humanos no planeta, menos de um décimo do número de neurônios no cérebro de cada um de nós. Ramon y Cajal descobriu que os neurônios estavam interligados por longos filamentos, os dendritos e axônios. Cada neurônio recebe sinais elétricos de dezenas de outros neurônios através de sinapses presentes nos dendritos e, dependendo de quanto é estimulado ou inibido por esses sinais, envia sinais elétricos para outros neurônios através de seu axônio.
Essa descoberta gerou a analogia que é usada até hoje para explicar o funcionamento do cérebro: uma gigantesca rede de interconexões elétricas entre neurônios, algo parecido com a rede elétrica ou telefônica que interliga países, cidades, casas e pontos de luz ou tomadas dentro de cada prédio. O modelo do cérebro, visto como uma rede de conexões, foi reforçado quando se descobriu que os axônios conectam, por exemplo, os olhos às regiões do cérebro que controlam a visão e também as regiões do cérebro que controlam os movimentos dos músculos.
Essa rede que conecta os 86 bilhões de neurônios entre si é chamada de conectoma e está longe de ser totalmente conhecida. Um dos objetivos dos neurocientistas é construir um mapa dessa rede, como construir um mapa de uma rede elétrica de uma cidade ou um projeto elétrico de uma casa. Por trás desse objetivo está a crença que, conhecendo o conectoma, será possível entender como nosso cérebro funciona, guarda nossas memórias ou produz nossa consciência.
Outra consequência dessa teoria é que a forma, ou geometria do cérebro, não é relevante, o importante é qual parte está ligada a que parte. É como o circuito elétrico de uma casa: o que importa é qual interruptor liga a lâmpada. Se o interruptor está do lado esquerdo ou direito de uma porta isso não é relevante para o funcionamento do sistema.
Ressonância magnética de um cérebro saudável (esquerda) e outro com Alzheimer (direita), onde vários buracos pretos mostram a diminuição do órgão Foto: Universidade de Cambridge/AFP
Essa semana foi publicado um estudo que mostra que esta maneira de imaginar o cérebro pode estar errada ou incompleta. Isso pode revolucionar nossa maneira de entender o cérebro, mudando nosso paradigma, de maneira semelhante à ocorrida quando a teoria da relatividade de Einstein substituiu a visão newtoniana da Física.
Mesmo sem saber os detalhes do conectoma, os cientistas conseguem estudar que partes do cérebro estão ativas ou inativas quando estamos em repouso, executando uma atividade qualquer, como ver um filme, ler um livro, andar ou falar. Isso é feito usando uma máquina de ressonância semelhante às que existem nos hospitais. Essas máquinas conseguem produzir filmes que mostram que parte do cérebro está ativa, ligada ou desligada quando o cérebro executa tarefas como as descritas acima.
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Essa variação na atividade de cada região do cérebro corresponde a maior ou menor atividade dos neurônios presentes nessas regiões e se espalham pelo cérebro como se fossem ondas de atividade. A teoria clássica é que este espalhamento da atividade depende unicamente da estrutura do conectoma. Mas será que pode existir outra explicação para esse fenômeno?
Em muitos sistemas, as propriedades observadas dependem da forma do objeto, algo que a teoria do conectoma não leva em conta. Alguns exemplos são a produção do som por um tambor, a transmissão de luz em uma fibra óptica ou o movimento de correntes elétricas em diversos materiais. Em todos esses casos existe um modelo matemático, que só depende da forma (ou da geometria) do objeto, de sua composição e organização, que explica esse comportamento.
O que um grupo de cientistas australianos fez foi tentar usar esses modelos físico/matemáticos (chamados de eigenmodes) para explicar a ativação e o espalhamento da atividade dos neurônios quando o cérebro executa diferentes atividades. O sistema usado é complicado, mas basta entender que os cientistas utilizaram 10 mil desses filmes de atividade cerebral, obtidos em experimentos com pacientes, e tentaram modelar o que acontecia no cérebro usando o modelo de conectoma e o modelo dos eigenmodes. Para surpresa dos cientistas, os modelos usando os métodos de eigenmodes se mostraram capazes de simular o que ocorre no cérebro. E mais, quando comparados com modelos baseados nos conectomas, se mostraram capazes de explicar melhor o que é medido de fato no cérebro dos voluntários.
Esses resultados indicam que talvez a maneira como o cérebro funciona seja diferente do que imaginávamos até agora. Se isso se confirmar é provável que, para compreender seu funcionamento, teremos que construir modelos (talvez mais simples, talvez mais complicados) do que os imaginados pelas teorias tradicionais do conectoma.
Ainda é cedo para entender como essa descoberta vai impactar as pesquisas sobre o cérebro, mas muitas vezes na história da ciência uma mudança de paradigma pode levar os cientistas a progredir rapidamente. Isso ocorre pois o progresso estava bloqueado por um paradigma incorreto ou incompleto. Foi isso que ocorreu na astronomia quando a ideia que a Terra era o centro do universo foi substituída pela ideia que os planetas, a Terra inclusive, giram ao redor do Sol. Vamos ter de esperar, mas seguramente essa descoberta vai gerar muita discussão.
Rumores sobre as câmeras do Galaxy S24 Ultra não param de surgir, dando indícios de que a Samsung pode fazer um upgrade importante na próxima geração do seu celular top de linha. O mais recente sugere que a variante avançada da série vai ganhar um sensor telefoto com zoom óptico de 5x.
Conforme revelou o site GalaxyClub nesta quinta-feira (1º), o sensor substituirá a atual câmera com zoom de 3x utilizada no Galaxy S23 Ultra, que também é a mesma presente no S22 Ultra e no S21 Ultra. A gigante sul-coreana, por sua vez, ainda não divulgou qualquer melhoria em relação ao componente.
Já a outra lente telefoto do conjunto traseiro do smartphone mais parrudo da linha deve continuar com o zoom de 10x. Especulações anteriores trouxeram a possibilidade de a versão contar com apenas uma câmera teleobjetiva, em vez da configuração dupla atual, mas é provável que a alteração fique para depois.
O design do Galaxy S23 Ultra também deve inspirar o visual do futuro lançamento.Fonte: Samsung/Divulgação
Algo que também deve permanecer inalterado é a presença da câmera principal de 200 MP no Samsung Galaxy S24 Ultra. A marca vai realizar alguns upgrades no conjunto fotográfico, mas é possível que eles fiquem restritos às atualizações de software, otimizando o desempenho dos componentes.
Quando o Galaxy S24 Ultra será lançado?
Da mesma forma que o Galaxy S23 Ultra, a próxima geração virá com suporte à caneta S Pen, permitindo escrever notas rápidas e desenhar na tela com facilidade. Quanto ao processador, o celular deverá adotar a futura atualização do chip Snapdragon top de linha, embora haja rumores sobre o retorno dos processadores Exynos.
Caso mantenha o mesmo cronograma adotado este ano, a Samsung deve lançar o Galaxy S24 Ultra e os demais integrantes da série em fevereiro de 2024.
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