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Monday, August 8, 2022

O final violento do Universo sugerido pelos dados científicos - BBC News Brasil

  • Ruth Lazkoz
  • The Conversation*

Imagem de falsa cor telescópio espacial Spitzer da Nasa mostra as 'montanhas' onde as estrelas nascem, chamadas de 'Montanhas da Criação'

Crédito, NASA/JPL-Caltech/Harvard-Smithsonian CfA/ESA/STSc

Vamos colocar na coqueteleira um título impactante, uma antiga pergunta e algumas gotas de física. Se agitarmos bem, só nos resta saborear.

Mas será que vai deixar um gosto bom na boca saber o que o destino reserva para o Universo?

Reunimos aqui o testemunho de todas as pessoas que se perguntam isso desde a Antiguidade.

No entanto, temos uma vantagem: podemos finalmente fornecer respostas usando ciência de ponta, e as previsões sugerem que podemos estar caminhando para um final violento, um Big Rip (ou Grande Ruptura).

Os dados experimentais se encaixam muito bem com o Big Rip, indicando que é bastante provável que aconteça.

A base é que o Universo contém energia escura suficiente para "esticá-lo", expandindo-o de um modo cada vez mais rápido.

As galáxias vão se afastar cada vez mais, e a atração gravitacional vai pouco a pouco se tornar mais insignificante até que seu efeito desapareça.

Os planetas e os satélites vão perder suas órbitas, e as estrelas vão se dissociar das galáxias.

Haverá chegado então a Grande Ruptura do Universo.

A energia escura expande rapidamente o Universo

O Universo em grande escala está definitivamente ficando cada vez maior.

Especificamente, seu ritmo de expansão está acelerando.

As equações de Einstein indicam que a causa é que ele está composto principalmente de energia escura, que produz gravidade repulsiva.

Mas podemos refinar ainda mais?

Admitamos humildemente, antes de prosseguir, que nossos modelos disfarçam nossa ignorância fazendo-a passar por sabedoria.

Neles, imaginamos a energia escura como um fluido descrito de maneira bastante elementar. Usamos para isso variáveis ​​herdadas da termodinâmica.

De um lado, teríamos a pressão desse fluido; e do outro, a sua densidade, ou seja, a quantidade de energia por unidade de volume.

Se tivéssemos apenas partículas com velocidades pequenas, essa energia seria essencialmente a de suas massas.

Assim, nos bastaria pensar na gravitação à maneira de Newton, sem depender de Einstein.

Mas isso não é possível porque em nosso Universo também existem partículas muito rápidas, como fótons e neutrinos.

Diante disso, propomos então que o Universo é uma sopa de diferentes fluidos com suas diferentes propriedades.

Assim, fazemos com que as equações de Einstein nos falem sobre as propriedades que os diferentes fluidos devem ter para que se produza a expansão acelerada.

E não só isso, nos indicam em que proporções devem estar esses ingredientes.

Além dos fótons (neutrinos e outras tranqueiras), teremos matéria escura no setor de componentes que produzem gravitação atrativa. E entram em conflito com a energia escura.

A taxa de expansão pode se tornar infinita

O tipo mais intrigante de energia escura é a constante cosmológica e representa uma barreira bastante singular.

A hipótese de trabalho mais usual para descrever qualquer um dos fluidos mencionados é que a pressão e a densidade de energia são proporcionais entre si.

Mas cuidado! Enquanto a densidade de energia é sempre positiva, a energia escura tem pressão negativa.

Na verdade, tem que ser suficientemente negativa.

O número que rege a proporção de pressão em relação à densidade de energia desempenha um papel crucial nas soluções das equações de Einstein.

Esse parâmetro nos diz em primeiro lugar se o Universo está se expandindo rapidamente ou não.

Em outras palavras, determina se a pressão é negativa o suficiente para produzir a repulsão necessária.

Mas uma pressão ainda mais negativa pode levar a um comportamento dramático: a taxa de expansão poderia se tornar infinita de repente.

Na verdade, o mesmo aconteceria com o tamanho do próprio Universo (e seu fator de escala).

E isso teria consequências catastróficas, destruindo todas as estruturas conhecidas.

Na verdade, tudo seria um disparate sob estas condições. E também a mudança da mudança se tornaria infinita subitamente.

Há evidências

A possibilidade desta situação ocorrer é bem conhecida do ponto de vista teórico. A surpresa é que os dados experimentais parecem favorecer essa situação. Em outras palavras, há evidências de que o Universo pode acabar em um Big Rip.

Bem, convém entrar nos pormenores para evitar os protestos de alguns colegas. Dependendo das fontes consultadas, este cenário não é necessariamente o que as estatísticas apoiam com mais força.

Mas, curiosamente, o consenso sugere que a atual margem de incerteza inclui o Big Rip entre os destinos finais muito prováveis.

A energia escura fantasma é a culpada

O tipo de energia escura que causa esse fim de festa violento é chamado de energia escura fantasma.

Para oferecer um pouco mais de detalhe, é necessário recorrer a um sistema de unidades escolhido para este fim.

Ao usá-lo, vemos que o Big Rip ocorrerá se a pressão exceder em valor absoluto a densidade de energia.

Se forem iguais, estamos diante de um caso limite, justamente a famosa constante cosmológica.

Este conhecido tipo de fluido foi introduzido por Einstein.

Paradoxalmente, seu objetivo era alcançar um Universo estático, sem expansão. O gênio o abandonou, classificando como o maior erro da sua vida quando Hubble evidenciou a expansão do Universo.

Faltam 130 bilhões de anos para o Big Rip

Mas voltando ao que importa.

Se o Universo vai se romper em mil pedaços, com que coisas devemos parar de nos preocupar? Será que quem tem uma hipoteca para pagar por mais 20 anos vai suspirar de alívio?

Receio não ser portadora de boas notícias.

A Grande Ruptura pode levar cerca de 130 bilhões de anos para acontecer.

Isso equivale a 10 vezes a idade atual do Universo.

Essa estimativa se baseia em selecionar um par de valores dentro das janelas estatisticamente válidas.

Em primeiro lugar, diríamos que a energia escura representa 70% do conteúdo do Universo.

E em segundo lugar, faríamos a relação entre a pressão e densidade de energia apenas 10% maior que para a constante cosmológica.

E com isso, pronto! Prevemos um Big Rip que levará muito tempo para chegar.

Para refinar mais todo esse panorama, precisamos ter observações do Universo em grande escala em maior quantidade e qualidade.

Os dados fornecidos pelos telescópios James Webb (em andamento) e Nancy Grace Roman (planejado), combinados com os de outros esforços internacionais, sem dúvida vão contribuir para isso.

E talvez o mais interessante não seja resolver o enigma do destino final do Universo.

Tampouco é a oportunidade de resolver outros sobre os quais não falamos.

Realmente emocionante seria a possibilidade de surgirem enigmas desconhecidos.

Porque, como disse o físico e Prêmio Nobel Kip Thorne, "a resposta certa raramente é tão importante quanto a pergunta certa".

* Ruth Lazkoz é professora de física teórica da Universidade do País Basco / Euskal Herriko Unibertsitatea, Espanha.

Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado aqui sob uma licença Creative Commons. Leia aqui a versão original (em espanhol).

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Sunday, August 7, 2022

Guia de Processadores 2022 - qual o melhor CPU para comprar? - Adrenaline

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Galaxy M51 ainda vale a pena? Descubra ficha técnica e preço atual - TechTudo

O Galaxy M51 é um celular Samsung com impressionante bateria de 7.000 mAh. A ficha técnica se destaca pela possibilidade de ficar dois dias longe da tomada, o que continua chamando a atenção, mesmo quase dois anos após seu lançamento. O smartphone foi lançado em 2020 por R$ 3.499 e atualmente é visto por R$ 1.629 na internet (R$ 1.870 de desconto). Nas linhas a seguir, conheça seus principais atributos. São dados essenciais para dizer se ainda vale a pena pegar um Galaxy M51.

Cabe lembrar que, de lá para cá, vieram sucessores do aparelho. O Galaxy M52 custa por volta de R$ 1.799 na Amazon. O modelo mais atual da linha é o Galaxy M53, disponível no site da fabricante sul-coreana por R$ 2.299.

O Galaxy M51 foi lançado em 2020 — Foto: Divulgação/Samsung

O Galaxy M51 foi lançado em 2020 — Foto: Divulgação/Samsung

Design do Galaxy M51

Samsung Galaxy M51 — Foto: Reprodução/Samsung

Samsung Galaxy M51 — Foto: Reprodução/Samsung

De modo geral, o design do Galaxy M51 é bastante similar ao encontrado nos demais aparelhos da Samsung. Trata-se de um smartphone em formato de barra, com corpo e laterais feitos de plástico. Essa escolha não é ruim, uma vez que o material pode auxiliar na absorção de impactos. A tampa traseira tem acabamento brilhoso, nas cores branco e preto. O sensor biométrico está integrado ao botão de energia, de fácil acesso aos dedos.

O ponto negativo fica por conta da certificação IP, que está ausente no M51. Portanto, vale o aviso: deixe o aparelho longe de poeira e de respingos de água.

Tela do celular Samsung

A tela do Galaxy M51 também merece destaque. Trata-se de uma tela de Super AMOLED Plus, de 6,7 polegadas. O Super AMOLED apresenta cores mais vivas e vibrantes, além de gastar menos energia do aparelho. O preto "verdadeiro", por exemplo, é bem visualizado em telas desse tipo. A qualidade da tela deve também se beneficiar da resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels) para exibir imagens nítidas e vivas.

O aparelho também conta com proteção Gorilla Glass 3+, contra riscos e pancadas na tela. Mas não há, porém, incremento na taxa de atualização da tela. Não há notch também, já que a câmera frontal fica abrigada em um furo centralizado na parte superior da tela.

Câmera do Galaxy M51

O Galaxy M51 oferece conjunto de câmeras quádruplo — Foto: Reprodução/Samsung

O Galaxy M51 oferece conjunto de câmeras quádruplo — Foto: Reprodução/Samsung

O conjunto de câmeras do Galaxy M51 está alocado num módulo na parte traseira do celular. A Samsung incluiu dois potentes sensores, um de 64 MP na câmera principal, e um de 32 MP na câmera frontal, além das lentes ultra wide e macro – para fotos em grande ângulo ou com proximidade - e do sensor de profundidade para imagens com o modo retrato.

Tanto o módulo principal quanto o sensor de selfies possui HDR e podem gravar vídeos em resolução 4K, mas não há menção a estabilizadores de imagem. Há também possibilidade de se utilizar um zoom digital de até oito vezes e câmera lenta de até 240 FPS na resolução HD.

Confira o conjunto de câmeras do Galaxy M51:

  • Principal de 64 MP (f/1.8)
  • Ultra wide de 12 MP (f/2.2)
  • Macro de 5 MP (f/2.4)
  • Sensor de profundidade de 5 MP (f/2.4)
  • Sensor frontal de 32 MP (f/2.2)

Armazenamento

Apesar da caixa do celular informar que o armazenamento é de 128 GB, na prática, a Samsung entrega 106 GB, sendo o restante utilizado para o sistema do aparelho. E caso o usuário ache o valor modesto, é possível utilizar também um cartão microSD de até 512 GB para auxiliar. O cartão ocupa lugar próprio, sem interferir nos dois espaços para os SIM cards.

Processador e memória RAM

O processador do Galaxy M51 é um Snapdragon 730 — Foto: Divulgação/Samsung

O processador do Galaxy M51 é um Snapdragon 730 — Foto: Divulgação/Samsung

O processador embarcado no Galaxy M51 é o Snapdragon 730, da Qualcomm. O chip tem oito núcleos de processamento que podem chegar até os 2,2 GHz de velocidade. O desempenho deve ser bom no uso cotidiano, até mesmo em jogos.

O celular deve funcionar sem travamentos ou engasgos, uma vez que ele também conta com 6 GB de memória RAM. Essa combinação de processador e memória RAM deve garantir um bom desempenho em jogos como Free Fire e PUBG.

Bateria do Galaxy M51

Bateria do Galaxy M51 promete dois dias completos de autonomia — Foto: Divulgação/Samsung

Bateria do Galaxy M51 promete dois dias completos de autonomia — Foto: Divulgação/Samsung

O maior destaque do Samsung Galaxy M51 é a sua bateria. São 7.000 mAh de capacidade, número encontrado apenas no Galaxy M62, entre os aparelhos mais recentes da Samsung. No uso diário, o celular deve chegar aos dois dias de uso sem precisar recorrer a um carregador, a depender da intensidade do uso. E a Samsung garantiu que o carregamento seria veloz ao incluir um carregador com 25 W de potência na caixa do smartphone.

O M51 também pode ser utilizado para carregar outros dispositivos e acessórios, uma vez que ele conta com a possibilidade de carregamento reverso.

Versão do sistema Android

A previsão é de que o Galaxy M51 receba o Android 12 ainda em 2022 — Foto: Marcela Franco/ TechTudo

A previsão é de que o Galaxy M51 receba o Android 12 ainda em 2022 — Foto: Marcela Franco/ TechTudo

O Galaxy M51 foi lançado originalmente com o Android 10. O celular já tem atualização liberada para o Android 11 e tem previsão de receber nova atualização para o Android 12 ainda em 2022, conforme lista divulgada pela Samsung. Junto com o novo Android, o aparelho deverá receber também a Interface One UI 4, mais fluida.

A dupla com Android 12 e One UI 4 promete levar melhorias na segurança e privacidade ao dar a opção do usuário utilizar permissões temporárias para aplicativos, gravação de tela e capturas de tela roláveis. O Galaxy M51 poderá receber atualizações de segurança até 2023, segundo a política de atualizações da Samsung.

Recursos extras

O Samsung Galaxy M541 é compatível com o Samsung Pay — Foto: Reprodução/Samsung

O Samsung Galaxy M541 é compatível com o Samsung Pay — Foto: Reprodução/Samsung

Entre os recursos adicionais do Galaxy M51 estão o leitor de impressões digitais integrado ao botão de energia e a possibilidade de utilizar o Samsung Pay, modo de pagamentos da Samsung que utiliza o NFC para realizar pagamentos por aproximação. Além do já mencionado NFC, o celular pode utilizar redes Wi-Fi de 2,4 e 5 GHz e seu Bluetooth é a versão 5.0.

Dois outros pontos de destaque do aparelho são a entrada de 3,5 mm para fones de ouvido e o rádio FM, dois recursos que têm sumido de smartphones mais recentes.

Preço e onde comprar o Galaxy M51

Ainda que seja uma interessante opção para quem busca uma bateria potente sem abrir mão de outros aspectos, o celular já não é mais vendido oficialmente pela Samsung. Ele foi sucedido, em território nacional, pelo Galaxy M52, e mais recentemente, pelo M53. O TechTudo já fez um comparativo entre esses aparelhos. Apesar disso, o Galaxy M51 está disponível no varejo online por cerca de R$ 1.629.

Ficha técnica do Samsung Galaxy M51

  • Tamanho da tela: 6,7 polegadas
  • Resolução da tela: Full HD+ (2340 x 1080 pixels)
  • Câmera principal: quádrupla, 64, 12, 5 e 5 MP
  • Câmera frontal: 32 MP
  • Sistema: Android 10
  • Processador: Snapdragon 730 (octa-core de até 2,2 GHz)
  • Memória RAM: 6 GB
  • Armazenamento: 128 GB
  • Cartão microSD: sim, microSD de até 512 GB
  • Capacidade da bateria: 7.000 mAh
  • Dual SIM: sim
  • Dimensões e peso: 163,9 x 76,3 x 9,5 mm; 213 g
  • Cores: branco e preto
  • Início das vendas no Brasil: novembro de 2020
  • Preço no Brasil: R$ 1.629

Com informações de Samsung (1/2) e Versus

Nota de transparência: Amazon e TechTudo mantêm uma parceria comercial. Ao clicar no link da loja, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de agosto de 2022.

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8 funções do Xbox Series X/S que muita gente esquece de usar - TechTudo

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8 coisas que você pode fazer no celular em momentos de tédio - TechTudo

Usar o celular pode ser uma boa maneira de fugir de momentos de tédio, e é comum que as redes sociais sejam a primeira alternativa buscada nessas situações. Porém, além das redes sociais, existem outras opções que podem ser feitas no aparelho e que também ajudam a preencher os momentos ociosos. Tarefas como personalizar tela de início e de bloqueio, fazer manutenção do dispositivo e reorganizar as mensagens podem ser úteis para ocupar o tempo com algo que nem sempre é possível de ser feito em dias com mais afazeres.

Alguns apps podem ainda auxiliar na busca por novas opções de lazer, como músicas, podcasts, filmes e leituras. É possível, inclusive, encontrar essas sugestões nos próprios assistentes virtuais nativos do celular. Confira, nas próximas linhas, oito coisas para fazer no celular que vão além das redes sociais e que podem servir para melhorar os dias de tédio.

Conheça oito itens para fazer no smartphone em momentos de tédio — Foto: Pond5

Conheça oito itens para fazer no smartphone em momentos de tédio — Foto: Pond5

1. Customizar e reorganizar Tela de Início e de Bloqueio

Uma boa alternativa para momentos ociosos é experimentar novas organizações para a tela de início e de bloqueio do celular. A partir de recursos nativos, é possível modificar tema, papel de parede, ícones, cores e outros. Para abrir o ajuste no Android, pressione por alguns segundos a tela inicial até que apareçam as opções de personalização. No iPhone, é possível baixar alguns aplicativos para poder realizar essas alterações, como o Nova Launcher e o Moloko, disponíveis na App Store.

Também pode ser interessante aproveitar o momento para reorganizar aplicativos e analisar quais apps estão sendo pouco usados e podem ser descartados. Além disso, incluir ou alterar widgets na tela inicial - como de eventos do calendário, notas e previsão do tempo -, também pode ser uma boa opção.

Atualizar tema e ícones pode ser um passatempo interessante para dias entediantes — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

Atualizar tema e ícones pode ser um passatempo interessante para dias entediantes — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

2. Fazer manutenção do celular

Outra coisa a fazer é analisar o desempenho e segurança do celular e aplicar as manutenções necessárias. Acessar as configurações do smartphone e verificar, por exemplo, quais apps estão com permissões desnecessárias ou que consomem muita bateria, podem ser análises importantes. Para fazer isso no Android, vá em “Configurações” > “Aplicativos” e toque nos apps desejados. No iPhone, abra a tela “Ajustes” > “Privacidade” para administrar permissões, e “Ajustes” > “Bateria” para verificar uso da bateria pelos apps.

Alguns sistemas também incluem antivírus e proteção contra malwares embutidos. Por isso, pode ser útil aproveitar o momento para realizar uma varredura nos aplicativos por meio desses softwares. Caso esses serviços não estejam disponíveis de forma nativa, é possível fazer o download de apps que cumprem a mesma função na Google Play e App Store, como o dfndr security.

Configure o aparelho para aumentar a segurança do sistema — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

Configure o aparelho para aumentar a segurança do sistema — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

3. Vasculhar e explorar o mundo através do Street View do Google Maps

Essa opção é voltada mais para o entretenimento do que para produtividade. O Street View do Google Maps permite ter uma visão 360° de ruas e regiões em vários lugares do mundo, e explorá-los por meio do app pode ser uma boa forma de passar o tempo.

Para usar o Street View, basta entrar no Google Maps, pesquisar o lugar desejado e pressionar no mapa a rua ou região que deseja ver. Então, o aplicativo irá exibir uma imagem em miniatura do local, com uma seta circular, símbolo do Street View. Abra a imagem e percorra o espaço ao deslizar o dedo ou tocar duas vezes na tela.

Conheça lugares novos pelo Street View, do Google — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

Conheça lugares novos pelo Street View, do Google — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

4. Reorganizar caixa de e-mails e mensagens

Outra alternativa para os momentos de tédio é organizar e limpar e-mails e mensagens do WhatsApp e SMS. É comum que arquivos fiquem acumulados nesses aplicativos, e remover conversas que não são importantes, ou e-mails que já foram lidos, pode ser uma boa opção para gastar seu tempo, além de garantir também a limpeza da memória do celular.

Outra dica é reorganizar a caixa de e-mails por pastas ou assuntos. Assim, ficará mais fácil de filtrar os arquivos e armazenar aqueles que não podem ser descartados. Veja como fazer isso aqui.

Organize e-mails e mensagens em dias mais ociosos — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

Organize e-mails e mensagens em dias mais ociosos — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

5. Procurar novas músicas e/ou podcasts no seu app de streaming

Caso tenha fone de ouvidos em mãos, descobrir novas músicas ou podcasts é outra forma interessante de ocupar tempo ocioso no celular. No Spotify, por exemplo, é possível acessar diversos recursos que possibilitam essa procura. A guia “Buscar” do serviço de streaming apresenta várias opções de novidades que podem ser escutadas, como canções e programas de rádio. Também é possível encontrar podcasts e músicas em alta que estejam alinhados com o seu perfil e gostos musicais.

Na aba "Rádio" , é possível encontrar opções semelhantes ao artista, canção ou playlist selecionada. É uma ferramenta interessante para conhecer novas bandas e cantores, além de músicas diferentes que ainda não foram ouvidas. Caso não tenha um fone próximo a você, uma boa dica é guardar para ouvir mais tarde.

Função Rádio no Spotify cria playlist com músicas semelhantes ao artista ou canção selecionada — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

Função Rádio no Spotify cria playlist com músicas semelhantes ao artista ou canção selecionada — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

6. Descobrir no Letterboxd novos filmes para ver

Descobrir novos filmes para assistir também pode ser uma opção interessante para se distrair nos momentos entediantes. Para facilitar a busca por títulos diferentes, por exemplo, o Letterboxd pode ser útil. O aplicativo funciona como uma rede social, e permite ler resenhas, verificar avaliações de outros usuários e descobrir mais informações das produções cinematográficas, como elenco e sinopse.

O app apresenta também os filmes mais populares do momento, o que facilita a busca por novas opções para assistir. Para usá-lo, basta se cadastrar na plataforma e percorrer as guias de navegação, como “Films”, “Reviews”, “Lists” e “News”. Outra alternativa é digitar o nome da produção que deseja saber mais e verificar o que já foi publicado e informado sobre ela. O app está disponível tanto para Android quanto para iPhone (iOS).

App Letterboxd é opção para conhecer novas produções cinematográficas — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

App Letterboxd é opção para conhecer novas produções cinematográficas — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

7. Conferir notícias no Google News

O Google News é mais uma opção de app disponível na Google Play Store e App Store que pode servir como um passatempo, além de manter você devidamente informado(a) no dia a dia. Na plataforma, é possível selecionar quais assuntos te interessam e filtrar por manchetes, notícias locais e editorias variadas.

Na aba “Para você”, o app elege matérias sobre temas que o usuário selecionou anteriormente. Em “Manchetes”, é possível visualizar os destaques de diversos portais de notícias do Brasil e do mundo. Além disso, é possível receber notícias de locais e sites específicos.

Google News traz notícias de portais diversos em app — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

Google News traz notícias de portais diversos em app — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

8. Testar recursos da câmera e dos assistentes virtuais

A câmera nativa do celular pode proporcionar várias funcionalidades interessantes, e testá-las pode ser uma boa opção de passatempo em momentos de tédio. Ferramentas como imagens panorâmicas e vídeos em câmera lenta são recursos que podem ser configurados com o objetivo de agregar resultados diferenciados para fotos e vídeos. É possível ainda aplicar a grade para fazer fotografias bem centralizadas, além de testar diferentes efeitos.

Ainda, outra atividade interessante de se fazer em momentos de ócio é testar os recursos disponíveis dos assistentes virtuais. A Siri, do iPhone, e Google Assistente, do Android, podem realizar diversas tarefas, como contar piadas, apresentar fatos curiosos e indicar leituras específicas. É possível pedir, por exemplo, sugestões de eventos e locais para conhecer, como restaurantes próximos ou filmes em cartaz. Veja comandos interessantes de testar aqui.

Google Assistente apresenta desde piadas até seleção de filmes em cartaz — Foto: Reprodução/Flávia Fernandes

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Com informações de MakeUseOf e ReviewGeek

Veja também: 5 Aplicativos gratuitos que você precisa ter no celular!

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Saturday, August 6, 2022

Twitter confirma vazamento de dados de 5,4 milhões de contas - Globo

Twitter entra com batalha judicial contra Elon Musk — Foto: AP

Twitter entra com batalha judicial contra Elon Musk — Foto: AP

O Twitter confirmou, nesta sexta-feira (5), que corrigiu uma vulnerabilidade que expôs os dados de 5,4 milhões de contas. Em comunicado, a empresa diz que o problema foi corrigido em janeiro deste ano, mas o volume extraído por criminosos permanece à venda na internet.

O bug permitia a qualquer pessoa identificar o titular da conta ao informar o número de telefone ou um endereço de e-mail nos sistemas da rede social. Depois disso, a rede social apresentava a conta em que esses dados estavam vinculados, expondo perfis privados e pseudônimos.

A companhia alega que, ao saber da vulnerabilidade, realizou uma atualização no código de segurança.

A nota publicada pela companhia diz que eles descobriram o vazamento através da imprensa. Nenhuma senha foi exposta, diz a empresa.

“Depois de revisar uma amostra dos dados disponíveis para venda, confirmamos que um ator ruim havia se aproveitado do problema antes de ser resolvido. Iremos notificar diretamente os proprietários de contas que podemos confirmar que foram afetados por este problema”, diz o Twitter.

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Mais potente que bomba: erupção de vulcão em Tonga pode aquecer a Terra - UOL Confere

A grande erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga Ha'apai, no arquipélago de Tonga, ocorrida em janeiro, lançou uma enorme quantidade de vapor de água na estratosfera da Terra, o que é capaz de influenciar temporariamente o clima do planeta, segundo a Nasa.

De acordo com reportagens da BBC e ABC, o vapor originado pela explosão foi detectado pelo Microwave Limb Sounder, da NASA, responsável por medir a emissão de gases atmosféricos.

A quantidade de água expelida na estratosfera, camada que fica entre 12 e 53 quilômetros acima da superfície da Terra, é o suficiente para encher mais de 58 mil piscinas olímpicas. Por isso, os cientistas consideram que o evento foi considerado mais potente que a bomba de Hiroshima.

Apesar de ainda não ter uma projeção adequada do impacto, a pesquisa publicada na "Geophysical Research Letters" examina a quantidade de vapor de água que o vulcão Tonga expeliu para a estratosfera e, segundo Luis Millán, cientista atmosférico do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa no sul da Califórnia e líder do estudo, "nunca foi visto nada parecido".

O raro evento de erupção deixou mortos no Peru e foi sentida até no Alasca. Foram lançados cerca de 146 teragramas (1 teragrama equivale a um trilhão de gramas) de vapor d'água na estratosfera. Isso representa 10% do vapor presente nessa camada.

Magnitude

Uma magnitude desta dimensão só foi possível devido à formação subaquática do vulcão. A estrutura do Tonga, também chamada de caldeira, fica localizada em uma profundidade no oceano que possibilitou a enorme expulsão de vapor.

Mas essa capacidade é rara, segundo os cientistas. Há 18 anos a Nasa rastreia esses dados, e apenas duas outras tiveram a capacidade de expelir grande quantidade de vapor: o evento Kasatochi, em 2008 no Alasca, e a erupção Calbuco, em 2015, no Chile.

Contudo, ao contrário do Hunga Tonga, em ambos os casos o vapor de água se dissipou rapidamente. Já no evento ocorrido este ano, o vapor ficará na atmosfera por muitos anos, de acordo com os estudos.

Esquentar ou esfriar?

A quantidade de vapor d'água foi tão grande que os cientistas temem que ela aqueça a superfície da Terra mais do que o esperado - embora seu efeito seja apenas temporário, diz a BBC.

"Essa erupção pode afetar o clima (...) por meio do aquecimento da superfície, devido à força radioativa do excesso de água estratosférica", segundo o estudo.

O artigo explica que se trata de um efeito anômalo, já que as grandes erupções vulcânicas normalmente esfriam o clima do planeta, devido às nuvens de cinza que encobrem o Sol. É o chamado "inverno vulcânico" — um exemplo aconteceu após a erupção do monte Tambora, na Indonésia (1815), que desencadeou o "ano sem verão" em 1816.

Os pesquisadores acreditam que o excesso de vapor d'água pode permanecer na estratosfera por vários anos, causando reações químicas que enfraquecem a camada de ozônio que protege a Terra.

Mas eles destacam que esse efeito terá menor escala e será temporário, dissipando-se à medida que o vapor excedente for reduzido.

Por isso, não se acredita que ele seja suficiente para ampliar as mudanças climáticas causadas pelas atividades humanas, que todos já enfrentamos.

Como funciona a erupção

1 - O magma sobe em alta velocidade

2 - O contato do magma em alta velocidade com a água fria cria uma "interação combustível -refrigerante"

3 - O magma se fragmenta e os pedaços ficam expostos a uma maior quantidade de água do mar

4 - Reação em cadeia e grande explosão química

5 - As partículas saem em disparada com velocidade hipersônica.

*Com informações da BBC Brasil

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Apple lança sistema antirroubo para iPhone; saiba como ativar - G1

1 de 1 iPhone ganha nova configuração para evitar roubos — Foto: Bagus Hernawan/Unsplash iPhone ganha nova configuração para evitar...