Elden Ring já está disponível e, enquanto que a versão de PC apresenta problemas de perfomance, o jogo de PS5 também não é uma opção ideal, como ressaltamos em nossa análise.
A análise da Digital Foundry ainda não foi publicada, pois será baseada na atualização disponível no lançamento. Dito isso, veja o que o canal tem a dizer sobre Elden Ring no PS5:
O PS5 normalmente está operando em uma taxa de quadros mais alta que o Series X, embora claramente nenhum dos dois seja o ideal. O resultado final é que nenhum console oferece 60fps consistentes na versão final. Dito isto, existem soluções alternativas para cada plataforma que vale a pena considerar. O Xbox Series X é bastante aprimorado por seu suporte no nível do sistema para taxa de atualização variável (VRR) se você tiver uma tela compatível. O VRR ajuda a minimizar a trepidação percebida em sua faixa de 45-60fps no modo de taxa de quadros, criando uma experiência mais suave combinando a atualização da tela com a taxa de quadros. Isso pode não ser uma solução para todos, mas para aqueles com TVs compatíveis é a melhor opção no Xbox no momento. Os usuários de Series S também se beneficiam do VRR aqui. Dado que o modo de framerate desta plataforma corre entre 40-60fps neste momento é uma escolha viável, embora não perfeita, dado que a performance do Series S vai mais frequentemente para a extremidade inferior desta gama do que o Series X.
Enquanto isso, atingir 60fps estáveis no PS5 envolve outra tática inteiramente. Infelizmente, o suporte ao VRR não está disponível na máquina da Sony agora, mas, como no teste de rede, simplesmente executar o aplicativo de PS4 no PS5 deixa a taxa de quadros para 60fps suaves. O custo? O jogo corre em uma resolução mais baixa – no que parece ser 1800p reconstruído – e com configurações mais baixas na densidade da grama do que a versão nativa do PS5. Este é fundamentalmente o caminho de código do PS4 Pro, usando a maior potência do PS5 para atingir um nível de desempenho mais consistente. Mesmo com essas desvantagens, executar o aplicativo de PS4 no PS5 é atualmente a melhor opção em qualquer console para atingir 60fps consistentes – e é recomendado se você valoriza o desempenho total em relação à qualidade da imagem e recursos gráficos de ponta.
Todo o progresso obtido durante esse período poderá ser transferido para a versão final, caso o jogador decida comprá-lo. Além disso, o save é cross-plataforma, ou seja, é possível começar em um console e completar em outro.
Para baixar o game, acesse em:
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Controlando Odin, que deverá seguir viagem até o reino dos anões em Svartalfheim, os jogadores terão bastante conteúdo para explorar. A missão do Pai de Todos é salvar o filho Baldr, sequestrado por Surtr, um gigante de fogo imortal. É praticamente um stand-alone.
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O aguardado Elden Ring finalmente chega ao público nesta sexta-feira (25), mas aos poucos a publicadora Bandai Namco tem autorizado mais conteúdo de quem já conseguiu botar as mãos no jogo.
Ontem (22), START publicou sua review, que classificou Elden Ring como "sério concorrente a jogo do ano". E agora você pode tirar suas próprias conclusões, assistindo os primeiros 20 minutos da nossa gameplay.
O vídeo inclui a introdução da mitologia por trás do game e também várias mecânicas tutoriais. Mas de cara já tem algumas batalhas impressionantes. Confira:
O Galaxy S22 Ultra foi lançado recentemente com a promessa de melhorias no conjunto fotográfico de 108 MP. No entanto, o celular Samsung de ponta ficou atrás do rivaliPhone 13 Pro no ranking de qualidade da câmera feito pelo site DXOMark, especializado em testes de câmera.
No experimento, o Galaxy S22 Ultra obteve 131 pontos, o suficiente para ocupar apenas a 14ª posição do ranking geral. Já o iPhone 13Pro marcou 137 pontos, ocupando a quarta colocação. Vale ressaltar que esta análise foi feita com o celular Samsung equipado com processador Exynos 2200. O modelo à venda no Brasil traz chip Snapdragon 8 Gen 1.
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O DXOMark concluiu que o Galaxy S22 Ultra tem como principais vantagens a qualidade das fotos com fundo desfocado, o balanço de branco nas imagens e as cores agradáveis tanto em exposição normal quanto em modo zoom. Em gravação de vídeo, o dispositivo tem foco automático rápido e suave, boa estabilização de vídeo ao caminhar e tom de pele adequado como os seus principais destaques.
Já como pontos negativos, o S22 Ultra tem foco automático lento e ruído nas fotos em ambientes com muita luz. Há também perda de detalhes em partes escuras de fotografias com HDR ligado, além de balanço de branco instável em gravações de vídeo com pouca luz. De acordo com o DXOMark, outro ponto fraco do aparelho são as gravações feitas em movimento, que perdem nitidez.
2 de 3 Galaxy S22 Ultra tem um conjunto quádruplo de câmeras na parte traseira — Foto: Thássius Veloso/TechTudo
Galaxy S22 Ultra tem um conjunto quádruplo de câmeras na parte traseira — Foto: Thássius Veloso/TechTudo
A câmera traseira do Galaxy S22 Ultra é composta por um sensor principal de 108 megapixels, um ultrawide de 12 MP e duas câmeras teleobjetivas com 10 MP cada. O celular consegue filmar em resolução 8K com até 24 quadros por segundo.
Já o iPhone 13 Pro teve as seguintes características destacadas em seu teste: cores agradáveis e alta qualidade de imagem em todas as situações fotográficas, boa performance em fotos e vídeos no formato selfie, com bons detalhes em ambientes com muito brilho e em locais fechados também.
3 de 3 iPhone 13 Pro Max é um dos smartphones que estão na frente do S22 Ultra — Foto: Thássius Veloso/TechTudo
iPhone 13 Pro Max é um dos smartphones que estão na frente do S22 Ultra — Foto: Thássius Veloso/TechTudo
Os aspectos negativos da câmera do aparelho da Apple incluem poucos detalhes em fotos de longo alcance, além de um tom de pele pouco natural, e alguns ruídos em certas fotos no formato selfie.
Desde sua primeira aparição, na E3 de 2019,Elden Ring virou um híbrido de lenda e meme. Convenhamos: a escassez de informações sobre o game colaborou bastante. Com novidades divulgadas a conta-gotas pela FromSoftware, muita gente duvidou até mesmo se ele, de fato, existia.
Sim, ele existe, está entre nós e o longo período de desenvolvimento não resultou em problemas. Pelo contrário: o game que chega na sexta (25) para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series S e X renova de maneira ousada a fórmula consagrada por Dark Souls. E, sem exagero, praticamente não apresenta falhas em tudo que se propõe.
Mundão véio sem porteira
É impossível falar de Elden Ring sem citar Dark Souls. Isso não significa que ele seja um "Dark Souls 4", como já foi dito por aí. Fica claro desde o início: a colaboração entre Hidetaka Miyazaki e o escritor George R. R. Martin (de Game of Thrones) resultou em uma história palpável (ainda que recheada de mistério revelados aos poucos), cuja compreensão não depende da leitura da descrição de itens, como ocorria em Dark Souls.
A missão do jogador é reunir os fragmentos do Elden Ring (Anel Prístino, em português), derrotando os atuais portadores corrompidos por desses pedaços. Quem restaurar o artefato se tornará o próximo Elden Lord (Lorde Prístino).
Mitologia envolve fragmentos de anel que corrompem o portador
Imagem: Divulgação/Bandai Namco
A aventura se passa nas chamadas Terras Intermédias, um mundo com praias, montanhas, florestas, diversos outros biomas e enormes construções medievais.
E, aqui, Elden Ring já começa a brilhar: é um cenário povoado, com animais selvagens, flora diversificada, inimigos e monstros gigantescos. É aquele tipo de "mundo aberto" onde você se sente que tudo é possível. Se você enxerga um lugar, pode chegar até lá. Lembra bastante The Legend of Zelda: Breath of the Wild, mas mais "adulto".
É diferente, portanto, de Dark Souls, que sempre teve áreas grandes, mas até certo ponto isoladas.
Vagar, explorar e descobrir é essencial à dinâmica
Imagem: Divulgação/Bandai Namco
Para explorar esse mundo, o jogador conta com duas ferramentas poderosas: um cavalo espectral, chamado Torrent, e um botão de pulo dedicado, que adiciona uma verticalidade inédita nos games da FromSoftware.
Isso também faz de Elden Ring um game pouquíssimo linear. É claro que os jogadores podem ignorar as inúmeras masmorras e cavernas e simplesmente seguir o fluxo da história. Mas não é uma boa ideia. As atividades opcionais são ótimas oportunidades para adquirir runas (a "moeda" do jogo, usada para comprar itens e também evoluir o personagem) e materiais para a criação de itens (outra novidade de Elden Ring).
Além disso, essa exploração te coloca frente a frente com chefes opcionais bem interessantes. Explorar as Terras Intermédias é, por si só, divertido, já que toda hora o jogador acaba descobrindo coisas novas.
Prepare-se para chefões que irão exigir muita paciência e habilidade
Imagem: Divulgação/Bandai Namco
Dificuldade na medida certa
Um dos pontos que afastam muitos jogadores de games similares a Dark Souls é a alta dificuldade. Aqui, Elden Ring faz um esforço para agradar a "gregos e troianos".
Não, não há uma seleção de dificuldade (e, sim, isso seria bem-vindo, tanto para facilitar a vida de novatos no gênero quanto de quem está mais interessado no desenrolar da história do que no desafio em si). Há, porém, elementos que aliviam a sensação de frustração típica de jogos do gênero soulslike.
Há muitos locais de graça, que funcionam como as fogueiras de Dark Souls e servem para o jogador descansar, recarregar as barras de energia e preencher os frascos usados para se curar. Raramente você terá que andar muito até encontrar esse santuário, então dificilmente você perderá em definitivo as runas conquistadas.
Elden Ring é cuidadoso para preservar o avanço do jogador
Imagem: Divulgação/Bandai Namco
Há também uma mecânica de compensação. Ao derrotar grupos de inimigos, especialmente na parte aberta do mapa, você recebe uma recarga variável na quantidade de uso dos frascos de cura. É um alento, especialmente após confrontos difíceis.
Por fim, é possível viajar instantaneamente entre os locais de graça - uma ajuda e tanto para agilizar a exploração do enorme mapa.
As facilidades, porém, acabam por aí. As lutas contra os chefões de fase são capazes de tirar qualquer um do sério. Há, sim, trechos bastante desafiadores e desfavoráveis.
Isso é algo que tende a variar consideravelmente de acordo com a classe de personagem escolhida - são dez ao todo, com arquétipos mais voltados ao uso de magias, aos ataques de longa distância ou à "porrada" cara a cara.
Ainda assim, Elden Ring se mostra equilibrado. Difícil em alguns momentos, mas quase nunca injusto. E, em praticamente todos eles, é possível descobrir uma forma mais fácil de vencer.
Difícil? Às vezes. Injusto? Raramente
Imagem: Divulgação/Bandai Namco
Praticamente perfeito
Outro ponto que merece destaque é o seu visual. Ainda que não haja todo o refinamento técnico visto no remake de Demon's Souls, a direção de arte de Elden Ring é de tirar o chapéu. As Terras Intermédias são um cenário lindo e é bem fácil passar minutos contemplando sua vastidão.
O sistema de passagem do tempo e variação climática também contribuem. Algumas regiões mudam completamente de atmosfera de acordo com o horário em que são exploradas. Alguns inimigos também só aparecem em determinadas horas do dia.
O desafio muda de acordo com a hora do dia
Imagem: Divulgação/Bandai Namco
Em um game que testa constantemente os reflexos dos jogadores, qualquer travamento ou queda de frames acaba sendo um enorme problema. Felizmente, Elden Ring não sofre desse mal: no modo performance, a taxa de quadros se mantém alta e não há nada que atrapalhe os jogadores.
O maior desafio técnico, porém, continua sendo a câmera. Se ela não for manejada com perícia (especialmente quando está travada em inimigos rápidos), pode acabar contribuindo para uma morte prematura e desagradável.
2022 nem começou e o jogo do ano talvez já esteja entre nós
Imagem: Divulgação/Bandai Namco
É um problema bem pequeno diante da grandiosidade de Elden Ring. Não é nenhum exagero dizer que a FromSoftware acertou na mosca ao encontrar um equilíbrio perfeito, trazendo novidades, com mecânicas, abordagens e ideias inéditas, sem se afastar demais de tudo que Dark Souls já lapidou.
O resultado disso é que, dentro do seu gênero, Elden Ring flerta com a perfeição. É uma experiência imperdível que, sem dúvida nenhuma, já nasce como um sério candidato a jogo do ano.