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Saturday, October 30, 2021

Meta: por que novo nome do Facebook vira piada em Israel - G1

Facebook anuncia que sua controladora agora se chama Meta

Facebook anuncia que sua controladora agora se chama Meta

O anúncio de que o Facebook está mudando seu nome para Meta causou grande repercussão em Israel nos últimos dias. Isso porque o novo nome da empresa fundada por Mark Zuckerberg, em hebraico, remete à palavra "morta".

Assim, várias pessoas em Israel usaram o Twitter para compartilhar sua opinião sobre o novo nome com a hashtag #FacebookDead (Facebook morto, em tradução literal).

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"Em hebraico, 'Meta' significa 'morta'. A comunidade judaica ridicularizará esse nome por muitos anos", disse Nirit Weiss-Blatt, especialista em tecnologia, em um tuíte.

Voluntários do serviço de emergência Zaka, encarregados de coletar restos mortais para um enterro judaico adequado, participaram da discussão e disseram a seus seguidores: "Não se preocupem, estamos cuidando dele", referindo-se ao Facebook.

Mudança de nome

Facebook mudou nome da empresa para Meta. Funcionários revelam novo logo na Califórnia — Foto: Justin Sullivan / Getty Images North America / Getty Images via AFP

Facebook mudou nome da empresa para Meta. Funcionários revelam novo logo na Califórnia — Foto: Justin Sullivan / Getty Images North America / Getty Images via AFP

Ao anunciar a novidade, o Facebook disse que a mudança de nome não se aplica às suas plataformas individuais, como o Facebook, Instagram e Whatsapp, apenas à empresa que as possui.

Representantes da empresa disseram que as alterações conseguiriam "englobar" melhor o que ela faz, ampliando seu alcance para além das mídias sociais, chegando à realidade virtual e ao metaverso.

Nos últimos meses, o nome Facebook foi alvo de uma série de reportagens de denúncias e entrevistas com a ex-funcionária Frances Haugen, que acusa a empresa de colocar "lucros acima da segurança" — por exemplo negligenciando estudos que mostraram o impacto negativo do Instagram para a saúde mental das adolescentes ou tomando medidas pouco firmes para remover discurso de ódio de sua plataforma.

O fundador e diretor do Facebook, Mark Zuckerberg, atribuiu a mudança do nome a um contexto de de planos da empresa para construir um "metaverso" — um mundo online onde as pessoas podem jogar, trabalhar e se comunicar, muitas vezes usando aparelhos de realidade virtual.

Problemas na tradução

O Facebook não é a única empresa a ser ridicularizada pelas traduções de sua marca. Lembramos aqui de alguns exemplos de quando os significados se perderam na tradução:

Quando a KFC (rede de restaurantes dos EUA) chegou à China, nos anos 1980, seu lema "finger lickin' good" (algo como 'lamber o dedo é bom', em tradução literal para o português) não agradou muito aos habitantes locais. A tradução do lema em mandarim ficava: "coma seus dedos".

Mas isso não prejudicou muito a empresa. A KFC é uma das maiores redes de fast food do país.

A Rolls-Royce mudou o nome de seu carro Silver Mist por problemas com a tradução em alemão, que remetia a "excremento". Assim, o carro foi renomeado Silver Shadow.

A Nokia lançou seu telefone Lumia em 2011 e não obteve exatamente a reação que esperava. Em espanhol, Lumia pode ser sinônimo de prostituta, embora aparentemente só apareça em dialetos com forte influência cigana.

A Honda conseguiu escapar de um escorregão semelhante: quase chamou um novo carro de Fitta, que é uma descrição vulgar para vagina em sueco. Aparentemente, o problema foi detectado no início e foi tomada a decisão de nomear o veículo como Jazz na maioria dos países.

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Xiaomi anuncia Redmi Note 11 Pro+ com carregador superpotente de 120W - TechTudo

O celular intermediário Xiaomi Redmi Note 11 foi revelado esta semana durante uma conferência realizada na China junto com os modelos Pro e Pro+. E a grande novidade fica por conta dessa última variante, que traz bateria compatível com o carregador de 120W, capaz de de completar a carga em apenas 15 minutos.

Vale destacar que as três versões possuem câmera frontal de 16 megapixels, leitor de impressão digital sob a tela, entrada para fone de ouvido e suporte à rede 5G, além de saírem de fábrica com o Android 11 e a interface MIUI 12.5 instalados. Entretanto, as semelhanças entre eles param por aí.

Redmi Note 11 Pro tem câmera tripla de 108 MP e tela AMOLED — Foto: Divulgação/Xiaomi

Redmi Note 11 Pro tem câmera tripla de 108 MP e tela AMOLED — Foto: Divulgação/Xiaomi

A versão convencional do Redmi Note 11 chega com processador MediaTek Dimensity 810, com opções com 4 GB, 8 GB ou 16 GB de memória RAM. Já os modelos Pro e Pro+ contam com o MediaTek Dimensity 920, que trabalha com 8 GB ou 16 GB de RAM.

Em todas as variantes o consumidor pode escolher entre 128 GB ou 256 GB de armazenamento interno. O preço inicial é de 1.199 iuanes (cerca de R$ 1.060 na cotação atual) para o modelo de entrada. As cores disponíveis são: azul, preto ou verde.

O Redmi Note 11 convencional possui tela de LCD com 6,6 polegadas e resolução Full HD. A bateria é de 5.000 mAh, mas o carregador é de apenas 33 W, o suficiente para recarregá-lo em até 62 minutos, de acordo com os dados fornecidos pela própria fabricante. A câmera é dupla, com 50 megapixels no sensor principal.

Redmi Note 11 possui câmera dupla na versão convencional e tripla nas Pro e Pro+ — Foto: Reprodução/ Xiaomi

Redmi Note 11 possui câmera dupla na versão convencional e tripla nas Pro e Pro+ — Foto: Reprodução/ Xiaomi

Já as versões mais caras Redmi Note 11 Pro e 11 Pro+ contam com tela OLED de 6,7 polegadas, com resolução Full HD e taxa de atualização de 120 Hz, ideal para jogos ou filmes por contar com imagens mais fluidas. Ambos possuem câmera tripla com 108 MP no sensor principal.

O Note 11 Pro possui bateria de 5.160 mAh com recarga de 67 W (43 minutos para a carga completa). Já o Note 11 Pro+ traz bateria menor, de 4.510 mAh, mas compatível com o carregador de 120W, que deve recarregar o aparelho por completo em até 15 minutos.

O preço inicial do Note 11 Pro é de 1.799 iuanes (cerca de R$ 1.592) para o modelo de 6GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Por outro lado, o Note 11 Pro+ começa em 1.999 iuanes (cerca de R$ 1.770) na versão com as mesmas configurações.

A versão mais completa - e cara - do aparelho custa 2.699 iuanes (em torno de R$ 2.389), com 8 GB de RAM e 256 GB de espaço interno, além de design e cores da edição limitada. O aparelho não tem previsão de chegar ao Brasil,

Outros lançamentos do evento

Redmi Watch 2 possui oxímetro e sensor NFC — Foto: Divulgação/Xiaomi

Redmi Watch 2 possui oxímetro e sensor NFC — Foto: Divulgação/Xiaomi

A Xiaomi também aproveitou o evento para anunciar o novo Redmi Watch 2, com tela de 1,6 polegadas e tecnologia AMOLED e múltiplas opções de personalização. O modelo conta ainda com sensor NFC - para pagamentos por aproximação -, GPS próprio e oxímetro. Ele começa a ser vendido na China por 399 iuanes, ou cerca de R$ 352, sem os impostos. Este produto também ainda não tem previsão de ser lançado no Brasil.

Redmi Buds 3 Lite são fones de ouvido sem fio mais acessíveis — Foto: Divulgação/Xiaomi

Redmi Buds 3 Lite são fones de ouvido sem fio mais acessíveis — Foto: Divulgação/Xiaomi

Outro produto apresentado foi o fone de ouvido sem fio Redmi Buds 3 Lite, que tem design compacto e perfil esportivo, carregador com conexão USB-C e bateria total com até 18 horas de autonomia. O preço na china será de 99 iuanes, ou cerca de R$ 87.

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Leve, mas não no preço: Xiaomi 11 Lite 5G NE chega ao Brasil por R$ 4.000 - Tilt

A Xiaomi trouxe ao Brasil três novidades: o celular Xiaomi 11 Lite 5G NE, o seu 1ª tablet no mercado brasileiro, o Xiaomi Pad 5, e os fones de ouvido Redmi Buds 3 Pro.

O smartphone, considerado pela empresa top de linha, é o mais fino e mais leve da marca chinesa no momento. O preço, no entanto, ainda é um pouco pesado: R$ 3.999,99 — na versão de 6 GB com 128 GB de memória interna.

As vendas dos produtos começam hoje no site da marca no Brasil e nas lojas físicas da Xiaomi. Os anúncios foram realizados em evento com transmissão ao vivo pela internet nas redes sociais da fabricante chinesa.

Xiaomi 11 Lite 5G NE

O novo celular da empresa já segue uma nova nomenclatura: a fabricante abandonou o "Mi" para focar no próprio nome.

O Xiaomi 11 Lite 5G NE possui 6,81mm de espessura. Em uma visível "cutucada" na Apple, em um teaser divulgado nas redes sociais, a marca chinesa diz que o novo aparelho é "mais leve que uma maçã", com peso de 158 gramas.

Tilt recebeu um celular para testes e, à primeira vista, ele tem um visual elegante e uma pegada agradável, é mesmo bem leve.

São três opções de cores: preto, azul e branco. A última é a que temos em mãos e é bem bonita, com um efeito que lembra mármore. O acabamento é fosco, então nada de manchas ou marcas de dedos.

O Xiaomi 11 Lite 5G NE possui uma tela plana Amoled de 6,55 polegadas, com taxa de atualização de 90 Hz e resposta de toque de 240 Hz, que reduz significativamente os travamentos. Esse índice faz referência a velocidade de exibição de animações na tela (de jogos e aplicativos, por exemplo). Quanto maior, melhor.

Xiaomi 11 Lite 5G NE - Renata Baptista/Tilt - Renata Baptista/Tilt

Xiaomi 11 Lite 5G NE

Imagem: Renata Baptista/Tilt

O celular possui um conjunto de câmera tripla, com principal de 64 MP, a ultra angular de 8 MP e a telemacro de 5MP (para objetos aproximados).

Para deixar o corpo fino, a Xiaomi precisou reduzir a capacidade de bateria. São 4.250 mAh — que ainda assim podem manter o celular longe do carregador por um dia, segundo a fabricante. A capacidade de carregamento rápido é de 33 W.

O processador é o Snapdragon 778G, fabricado pela Qualcomm, com seis núcleos. A promessa é de que o celular não deixará na mão quem gosta de jogos online.

Ficha técnica: Xiaomi 11 Lite 5G NE

  • Tela: 6,55 polegadas; FHD+ (2400 x 1080);Amoled; 90 Hz
  • Processador: Qualcomm Snapdragon 778G;
  • Memória: 6 GB de RAM;
  • Armazenamento: 128 GB;
  • Câmeras: 64 MP (principal), 8 MP (ultra-wide), 5 MP (macro); frontal de 20 MP;
  • Bateria: 4.250 mAh.

Tablet Xiaomi Pad 5

Xiaomi Pad 5 - Divulgação - Divulgação

Xiaomi Pad 5

Imagem: Divulgação

O Xiaomi Pad 5, que também foi lançado hoje, é o primeiro tablet da marca chinesa no Brasil. No entanto, o aparelho, que foi apresentado mundialmente em agosto, já foi vendido de maneira antecipada na loja física da marca no Morumbi Shopping, em São Paulo, inaugurada no começo de outubro.

Ele chega pelo valor de R$ 4.299,99 na versão de 6 GB de RAM (que ajuda no processamento) com 128 GB de memória interna.

O tablet está equipado com o processador Snapdragon 860 — o mesmo do Poco X3 Pro, queridinho dos gamers — e tem um display LCD de 11 polegadas, resolução de 2.560 x 1.600 (2.5 K) e taxa de atualização de 120 Hz.

São quatro alto-falantes, sendo dois de cada lado — que prometem uma maior imersão para jogos e vídeos.

Ele está disponível em duas cores: Cosmic Gray (cinza) e Pearl White (branco), com bordas em alumínio e acabamento fosco.

A câmera frontal tem 8 MP, e a principal, 13 MP. O tablet poderá ainda ser conectado com a caneta inteligente Xiaomi, que tem previsão de ser lançada aqui no Brasil no próximo ano, de acordo com a empresa.

Redmi Buds 3 Pro

Redmi Buds 3 Pro - Divulgação - Divulgação

Redmi Buds 3 Pro

Imagem: Divulgação

Uma outra novidade que chega no Brasil são os fones de ouvido Redmi Buds 3 Pro, equipados com tecnologia híbrida de cancelamento de ruído (ANC) e dotados com um microfone duplo que promete filtrar barulhos de fundo e gera ondas antirruídos.

De acordo com a Xiaomi, a tecnologia proporciona uma experiência sonora profundamente imersiva.

O gadget chega por aqui nas cores preta e cinza, com o preço de R$ 899,99. De acordo com a Xiaomi, com uma carga, o Redmi Buds 3 Pro oferece até 6 horas de bateria e até 28 horas com o estojo de carregamento. Dez minutos no estojo carregam os fones para até 6 horas de som constante.

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A armadilha mística do uniforme de Mark Zuckerberg no lançamento do metaverso - EL PAÍS Brasil

Em pleno escândalo sobre o poder de influência do Facebook e como essa rede social polarizou nossas opiniões para pior, seu CEO e fundador, Mark Zuckerberg, fez a coisa mais Zuckerberg que se poderia esperar: anunciar a aspiração de que vivemos imersos em um universo paralelo que ele pode controlar. O anúncio de Meta, a mudança do nome de raiz de sua big tech em meio à maior crise de reputação da empresa até hoje, foi também uma apresentação monográfica sobre o metaverso, seu mundo virtual que os usuários acessariam por meio de dispositivos de realidade virtual aumentada.

“Não consigo superar a ideia de que o grande negócio seja que você pode usar o que quiser e criar a realidade dos seus sonhos mais loucos, e esta seja a roupa que você escolha”, tuitou a sempre mordaz jornalista Rachel Syme quando constatou que o avatar de Zuckerberg estava vestido da mesma maneira simples, minimalista e sem esforço como ele se veste na vida real: um suéter preto, calças da mesma cor e tênis branco. Um estilo que é a marca da casa na mística que envolve o imaginário daquele garoto que, de meias, moletom universitário e chinelos, montou uma rede social com o único objetivo de pontuar a atratividade das garotas de sua faculdade que não o convidavam para festas e não se dignavam a falar com ele.

É o que acontece com Mark Zuckerberg, com os acólitos de Marie Kondo e com todos aqueles que subiram na roda-gigante da cultura do menos é mais, regra não escrita que prevalece desde os anos 90 no Olimpo dos gurus do design tecnológico destinado a mudar a humanidade: acreditar que roupas chamativas (ou imaginativas) não contribuem, não adicionam ou não se rendem aos nossos corpos. Além do mais, diminuem a credibilidade.

Zuckerberg durante a apresentação do Meta. Com um suéter preto, obviamente.
Zuckerberg durante a apresentação do Meta. Com um suéter preto, obviamente. FACEBOOK (Reuters)

Já há duas décadas, e desde que um certo espírito antimoda se inter-relacionou com esse imaginário de progresso associado ao biohacking corporal dos CEOs do Vale do Silício, assumiu-se socialmente que se vestir de maneira funcional, com suéteres e calças anódinas em tons escuros ou terrosos, nos fará parecer mais inteligentes porque demonstraremos ao mundo que somos mais práticos e eficientes. Que se a gente deixa de lado as cores berrantes ou as estampas em geral, se colocamos um suéter preto de gola alta como o outfit que Steve Jobs popularizou, seremos “frugais”, estaremos otimizados e aprimorados, seremos pessoas mais inteligentes e mais focadas. Que se nos esforçarmos para mostrar que não desperdiçamos tempo pensando no que vamos vestir de manhã, isso nos renderá mais porque estaremos mais próximos dessa mística dos gênios do nosso tempo, dos titãs dispostos a moldar o futuro da humanidade.

“Vista-se para estar sempre alerta”

“”Não farei meu trabalho se gastar parte de minha energia em coisas bobas ou frívolas em minha vida”, disse Zuckerberg em 2012, quando mostrou como guardava 20 camisetas exatamente iguais em uma gaveta na sede do Facebook. Quase uma década depois, no Vale do Silício, os trabalhadores da nova economia digital, os tech bros, abraçaram essa filosofia de vestir-se para o rendimento pessoal, adotando o minimalismo eficiente no verão e o gorpcore no inverno, o estilo que leva a roupa técnica do trekking para as start ups. Vista-se como se fosse escalar o Everest, mas para passar o dia sentado, programando dados: “Usavam botas australianas de trabalho, roupas de flanela e coletes esportivos de poliéster reciclado, tomavam doses de bebidas energéticas no meio da tarde e ingeriam suplementos de vitamina D pela manhã para se manterem centrados e alertas”, relatou a jornalista Anna Wiener sobre essa cultura do trabalho no livro Uncanny Valley (vale estranho), de 2019, uma análise crua em que percebeu quanto a mística do vestuário está intrinsecamente unida à eficiência pessoal.

“A suposta indiferença das elites da tecnologia em relação à moda é um desprezo pelos bens comuns”, escreveu Drew Austin sobre a mística do uniforme tecnológico em seu ensaio Worn Out, publicado na Realife. Em vez de testemunhar uma vocação superior ou um senso mais refinado daquilo que ‘importa’, essa rejeição da moda também poderia ser vista como um ponto cego, que revela uma rejeição mais ampla dos propósitos aos quais a moda serve, para além de sua suposta frivolidade ou ostentação”, observou. Ou seja, a maneira como a indústria de tecnologia se veste insinua o tipo de condições culturais que espera enfrentar ou, mais significativamente, como ele explica no texto, as condições que espera criar. “A moda implica o desejo de ver e ser visto ao mesmo tempo que afirma a necessidade de gerar espaços e ocasiões públicas. Para o mundo da tecnologia, essas externalidades positivas parecem suspeitamente ineficientes”, diz Austin. Por que você vai se vestir com algo que não poderá capitalizar?

Steve Jobs.
Steve Jobs. DAVID PAUL MORRIS (GETTY)

Do ‘pense diferente’ a uniforme de golpistas

“”Admiro Steve Jobs, mas uso uma gola olímpica desde os 7 anos de idade”, contava Elizabeth Holmes, fundadora da Theranos, no documentário The Inventor (HBO). A golpista mais fascinante deste século, e que agora, coincidentemente, se abriu a novas gamas cromáticas em seu guarda-roupa em sua nova rotina judicial, queria se vender como uma versão feminina do venerado magnata da computação em seu uniforme pessoal para adicionar credibilidade à sua start up. “Eu me visto de preto porque está de acordo com minha vida de dedicação de toda a minha energia a este trabalho”, dizia ela aos repórteres quando perguntavam por que nunca usava outra cor, também imersa na narrativa de desprezo pela moda e pela imaginação. “Seus suéteres pretos de gola alta não só provam que estava enlouquecida, mas também como ficamos cegos pelo ‘pense diferente’ da start up que todo mundo agora imita. Nossas cabeças deveriam explodir com o fato de que tantas pessoas não questionassem suas práticas porque ela usava o mesmo suéter que Steve Jobs”, escreveu Vanessa Friedman sobre isso no The New York Times depois de ver o filme.

O uniforme de Steve Jobs se tornou involuntariamente uma bandeira vermelha para detectar golpistas. Além de Holmes, o ex-advogado de Trump, Michael Cohen, recorreu à blusa de gola alta preta na televisão na tentativa de obter o perdão do público. A atriz Felicity Huffman foi fotografada com um igual ao se declarar culpada no escândalo das fraudes universitárias. Poderiam dizer que Mark Zuckerberg sabia por que nunca deveria usar um suéter preto de gola alta. Além de romper com seu branding pessoal, ninguém confia mais nele. Antes era o caminho mais curto para ter sucesso nas rodadas de investimento; agora, diretamente, te leva ao tribunal.

Elizabeth Holmes, em uma imagem promocional da Theranos, em seu característico uniforme preto de gola alta.
Elizabeth Holmes, em uma imagem promocional da Theranos, em seu característico uniforme preto de gola alta.

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Pasta do Google Photos boa para guardar nudes vai chegar para iPhone - Link Estadão

Pasta bloqueada deve chegar ao iOS no início de 2022

É sempre bom guardar nudes em lugares seguros. Pensando nisso, o Google está expandindo um serviço de privacidade e segurança que oferece uma pasta bloqueada dentro do Google Photos. Presente até então apenas em alguns aparelhos Android,  a função será disponibilizada para usuários do iPhone no início de 2022.

Atualmente, o recurso de pasta bloqueada permite que sejam ocultadas fotos e vídeos em locais protegidos por senha e biometria. Depois do anúncio em setembro de que, em breve, o serviço chegaria para todos os usuários do Android além dos modelos Pixel da empresa, o plano agora é levá-lo para iOS.

A empresa afirmou também que o recurso de VPN (rede privada virtual, na sigla em inglês) do serviço por assinatura Google One será expandido para países como Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Irlanda, Holanda, Noruega, Suécia e Suíça, sem custo extra para clientes dos planos premium (2 TB de armazenamento para cima). Isso já acontece em locais como Canadá, França, Alemanha, Itália, México, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos. Ainda não há informações sobre lançamento no Brasil. 

Além disso, o Google que tem planos de lançar o Security Hub, já disponível no aparelho Pixel 6, para Androids em geral. Seu principal objetivo é oferecer uma visão geral mais simples da segurança do aparelho e dar avisos se configurações como Encontre Meu Dispositivo ou Bloqueio de tela não estiverem ativadas. O recurso já aparece em Pixels mais antigos com Android 12. Agora, a empresa planeja “implementar isso em todo o nosso ecossistema no futuro”, declarou via comunicado em seu blog.

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Apple lança sistema antirroubo para iPhone; saiba como ativar - G1

1 de 1 iPhone ganha nova configuração para evitar roubos — Foto: Bagus Hernawan/Unsplash iPhone ganha nova configuração para evitar...