1 de 1 Ícone do Instagram. — Foto: REUTERS/Thomas White
Ícone do Instagram. — Foto: REUTERS/Thomas White
O Instagram não é mais um app de compartilhamento de fotos, segundo Adam Mosseri, chefe da plataforma.
Em um post feito em suas redes sociais na última quarta-feira (30), ele disse que a empresa está voltando para o entretenimento e vídeos.
"A razão número um pela qual as pessoas dizem que usam o Instagram em pesquisas é para se entreterem", afirmou antes de elencar algumas das novidades que o app planeja até o final do ano.
Mosseri disse que o aplicativo deve realizar testes e mostrar aos usuários vídeos em tela cheia na tela principal, incluindo recomendações de novas contas.
"Não somos mais um app de compartilhamento de fotos ou um app de compartilhamento de fotos quadradas", afirmou o executivo, que citou competidores como um dos motivos para essas mudanças.
"Sejamos honestos, há uma competição muito grande neste momento", disse ele. "O TikTok é enorme, o YouTube é ainda maior, e há muitos outros [apps] se destacando também", disse.
Com a popularização de aplicativos de conteúdos curtos, como o TikTok, o app vem se mexendo novamente.
A mais recente adição nesse sentido é o Reels, ferramenta que permite a gravação de vídeos curtos com efeitos especiais e trilhas sonoras. O formato de edição é bastante parecido com o do TikTok.
Ainda que tenha interrompido a venda de smartphones no Brasil, a Huawei continua trazendo dispositivos de outras linhas para o mercado local. Nesta quinta-feira (1º), a empresa chinesa começa a vender a Huawei Band 6, um relógio fitness de tela grande, monitoramento cardíaco e com a promessa de aguentar até duas semanas sem precisar carregá-lo.
O preço convencional do relógio é R$ 549. No entanto, até o dia 14 de julho, ele estará disponível por R$ 349 no Submarino, Shoptime e Americanas.
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Huawei Band 6: pulseira ou relógio?
Havia uma divisão clara entre smartwatches (relógio) e pulseiras fitness. Os primeiros têm tela redonda ou retangular (como o Apple Watch), enquanto os segundos costumam ser finos e com uma tela discreta, geralmente da mesma largura da pulseira, para mostrar informações básicas (como contagem de passos, horário ou notificações).
Com o Band 6, a Huawei manteve o nome que a caracteriza como pulseira ("band", em inglês), mas colocou uma "telona retangular" de 1,47 polegada Amoled, que o deixa mais parecido com um relógio inteligente (smartwatch) convencional.
O vestível não conta com GPS para monitorar corridas, no entanto, ele vem com monitoramento contínuo de SpO2 (saturação de oxigênio) — nos gadgets anteriores da Huawei, a medição só era feita quando a pessoa quisesse. Esta funcionalidade ajuda a pessoa que se exercita a entender melhor sua capacidade cardiopulmonar.
O Huawei Band 6 ainda conta com monitoramento contínuo de batimento cardíaco e análise de sono, indicando as diferentes fases (leve, pesado e REM).
Para quem curte se exercitar, o vestível suporta até 96 modos de exercício, que vai de spinning a boxe. Automaticamente, ele consegue detectar quatro atividades físicas: caminhada, corrida, remada e elíptico.
Diferente de outros relógios, com autonomia de até dois dias, o Huawei Band 6 aguenta, segundo a empresa, até 14 dias de uso moderado. Em uso intenso, a fabricante fala em até 10 horas.
Huawei Band 6
Imagem: Divulgação
Dá para usar o dispositivo enquanto toma banho tranquilamente, pois ele é à prova d'água. De acordo com a Huawei, ele suporta até 5 ATM, ou até 50 metros submerso.
O Huawei Watch 6 será disponibilizado em duas cores no Brasil: preto (grafite black) e rosa (sakura pink).
A Samsung anunciou, nesta semana, que vai oferecer cinco anos de atualizações de segurança para alguns modelos de celulares da linha Galaxy. A fabricante sul-coreana incluiu, na lista, vários modelos de smartphones corporativos, que agora terão um período a mais para receber os pacotes de segurança do Android.
Atualmente a marca é uma das melhores no que diz respeito às atualizações de seus aparelhos. Entre intermediários e topos de linha, a empresa costuma liberar novos updates para vários aparelhos com periodicidade mensal. Além disso, até modelos mais antigos ou mais básicos também recebem, pelo menos a cada três meses, um novo patch de segurança do sistema operacional do Google.
É importante destacar que a Samsung já prometeu quatro anos de atualizações para vários modelos de smartphones pessoais e, agora, ampliou para cinco anos o período de updates para alguns celulares corporativos. Confira, abaixo, quais aparelhos receberão esse tratamento:
Quanto aos demais modelos corporativos, a Samsung segue com a promessa de quatro anos de atualizações de segurança. No entanto, é possível que a fabricante também estenda essa atualização de cinco anos para as unidades dos celulares destinadas para o uso pessoal, assim como já fez, no passado, com os dispositivos das séries Galaxy S6, S7 e S8.
Para quem não está familiarizado, aparelhos de uso corporativo são, em tese, como um celular comum. No entanto, eles são configurados para ter uma funcionalidade de acordo com a empresa para o qual são vendidos. Com isso, é possível que tenham alguma limitação em relação ao uso de aplicativos ou até contem com algumas funcionalidades nativas diferentes das que são vistas nos smartphones comercializados normalmente para o uso pessoal.
Com a página no ar, é possível conferir uma série de informações novas, além de imagens que mostram o tratamento nos gráficos e a remodelagem dos personagens para um novo estilo artístico.
Estão previstas também adições na interface, a opção de batalhas automatizadas e extras como galeria de ilustrações e reprodutor de trilha sonora.
Preço
Na pré-venda, que é válida até o dia 11 de agosto, os jogos saem a um preço promocional
As páginas de Final Fantasy IV, Final Fantasy V e Final Fantasy VI, que completam o pacote, também estão no ar. Entretanto, elas ainda não foram atualizadas com novas informações, imagens que mostram a remasterização ou a data de lançamento.
Na página do bundle, entretanto, consta que os três também custarão R$ 70 cada. Se comprados individualmente e sem qualquer desconto, todos os títulos do pacote saem por R$ 370.
Versão em português
Outra novidade confirmada pelas páginas da loja digital é que os seis títulos da coletânea Final Fantasy Pixel Remaster terão o português do Brasil como opção de idioma — algo antes disponível somente de forma não-oficial, graças a projetos paralelos mantidos pela comunidade.
As maiores águias do mundo estão em perigo. O desmatamento na Amazônia brasileira fez com que as harpias [ave mais conhecida no Brasil pelo nome de gavião-real], que podem pesar mais de sete quilos e medir até um metro de comprimento e dois de envergadura (distância entre as extremidades das asas), não tenham presas suficientes para manterem-se saudáveis e para alimentar seus filhotes, segundo revelou uma nova pesquisa publicada na quarta-feira na Nature.
Everton Miranda, professor da Escola de Ciências da Vida da Universidade de KwaZulu-Natal, na África do Sul, e primeiro autor do trabalho, conta que quando o desmatamento do habitat destas aves ultrapassa 50%, os filhotes começam a morrer de fome. “Durante o estudo, vimos filhotes de harpia que só recebiam comida a cada 15 dias durante meses antes de morrer”, diz Miranda.
A alimentação da harpia, o principal predador aéreo da Amazônia, se baseia exclusivamente em mamíferos que vivem nas copas das árvores, especialmente preguiças, macacos-prego marrons e macacos-lanudos cinzas. “Com o corte de árvores e a queima das matas tropicais da região de Mato Grosso, estas presas se vão e as harpias não encontram o que comer nem como alimentar os filhotes”, diz o pesquisador.
Harpia adulta chega com um braço de macaco a um ninho monitorado por uma armadilha fotográfica.Everton Miranda.
Os biólogos de todo o mundo sabem com certeza que os predadores ápice, que estão no topo da cadeia alimentar e não têm outros predadores, estão seriamente ameaçados e que suas extinções locais se devem frequentemente a falhas na aquisição de presas. No entanto, até agora nenhum estudo tinha examinado o impacto da perda de floresta na ecologia alimentar destas grandes aves.Miranda e seus colegas monitoraram com armadilhas fotográficas 16 ninhos de harpia ativos no meio de paisagens da Amazônia brasileira que sofreram de 0 a 85% de perda florestal.
Descobriram que apesar da redução de possíveis presas, estas águias não puderam mudar de dieta e continuaram buscando, sem sucesso, os mesmos mamíferos que antes viviam nas copas das árvores.
O estudo também mostrou que as presas alternativas que existem em áreas desmatadas não são adequadas para alimentação dos filhotes. “As áreas com mais de 50% de desmatamento não são aptas para que as harpias criem seus filhotes com êxito”, se lê nas conclusões do estudo. Os autores estimam que desde 1985 o desmatamento possa ter causado uma diminuição substancial no número de casais reprodutores, aproximadamente de 3.256.
Harpia pousada em uma árvore na floresta do Mato Grosso, na Amazônia brasileira.Lailson Marques
Peres diz que as harpias estão muito ameaçadas e são as menos conhecidas de todas as grandes águias existentes na Terra. “O desmatamento em seu bastião da Amazônia está destruindo grande parte do habitat dentro de sua área de distribuição geográfica. Como biólogos da conservação, estes se tornam temas urgentes para investigar”, diz o pesquisador brasileiro. Além do desmatamento, Peres afirma que outra ameaça a estas aves é a caça indiscriminada. “Trabalhei durante muito tempo no norte do Mato Grosso e sei que os agricultores mataram muitas harpias ao longo dos anos.”
Os dois cientistas, que há décadas estudam os efeitos do desmatamento sobre a biodiversidade da Amazônia, concordam que os primatas e as preguiças que ainda vivem nas florestas são muito poucos para atender às demandas alimentares da harpia: “Cada adulto consome 800 gramas de carne por dia”, diz Miranda. E acrescenta: “As taxas de alimentação diminuíram substancialmente com a perda de florestas e vimos três indivíduos mal alimentados morrer de fome”.
Miranda e Peres explicam que o desmatamento no estado de Mato Grosso chega a 35% dos 428.800 km2 de floresta que existiam antes da chegada do homem. “É um percentual altíssimo se considerarmos que só foi colonizado há 45 anos”, diz Miranda. Em apenas cinco décadas, o habitat dessa espécie foi reduzido em mais de um terço.
Harpia adulta chega ao ninho sem presa para alimentar seu filhote.Everton Miranda.
Outra descoberta do trabalho mostrou que nas partes da floresta onde o desmatamento ultrapassou 70% as águias nem sequer podiam fazer ninhos. Os autores concluem que, como as harpias reprodutoras dependem de alimentos específicos e raramente caçam em áreas desmatadas, sua sobrevivência depende da conservação da floresta.
Nesse sentido, os pesquisadores propõem uma ação decisiva de conservação florestal. É fundamental interromper o corte de árvores e assim tentar preservar a conectividade da floresta que ainda existe, levar as águias jovens para habitats com mais árvores e fornecer suplementos alimentares aos filhotes recém-nascidos. “As estratégias imediatas são o fornecimento controlado e responsável de alimentos complementares aos filhotes em ninhos em lugares com mais de 50% de perda de floresta”, diz Miranda, e conclui: “É urgente e necessário que o Governo reprima adequadamente o desmatamento ilegal”.
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NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que torna um arquivo digital ‘único’
Os arquivos com o código-fonte original da World Wide Web foram vendidos nesta quarta-feira (30) por US$ 5,4 milhões (cerca de R$ 26,9 milhões). O material criado por Tim Berners-Lee estava sendo leiloado há uma semana.
A venda foi realizada por meio de um NFT ("non-fungible token" ou token não-fungível) em um leilão organizado pela Sotheby's. O lance inicial era de US$ 1.000 (R$ 4.900).
O NFT é um certificado de propriedade ligado a um produto digital, como imagens, vídeos, animações, fotos, áudios e textos.
1 de 1 Tim Berners-Lee, o "pai" da internet. — Foto: Creative Commons
Tim Berners-Lee, o "pai" da internet. — Foto: Creative Commons
O leilão não causará nenhuma mudança na web, que ainda poderá ser acessada normalmente. A oferta envolveu apenas registros originais criados por Berners-Lee entre outubro de 1990 e agosto de 1991.
Os arquivos com o código-fonte da web têm ao todo cerca de 9.555 linhas e contam com a data em que foram criados.
Além desse material, o NFT inclui uma animação de 30 minutos que reproduz a criação do código usado no projeto; um arquivo com uma carta em que Berners-Lee reflete sobre o processo de criação; e um pôster digital com a imagem do código.
O leilão marcará a primeira vez que Berners-Lee ganhará dinheiro diretamente com sua invenção. O código criado por ele nunca foi patenteado e entrou em domínio público à epoca da criação.
A Sotheby's, que classificou os arquivos da web como um dos artefatos digitais mais significativos historicamente já vendidos, afirmou que o valor será destinado para iniciativas apoiadas por Berners-Lee.
O leilão da colagem digital também foi a primeira venda de uma obra de arte eletrônica por uma grande casa de leilões.
Em junho, um único NFT "CryptoPunk" – uma imagem pixelada de um rosto de um personagem de cartoon – foi vendido por 11,8 milhões de dólares na Sotheby’s.
No tutorial abaixo, o TechTudo mostra como enviar mídias com visualização única no WhatsApp. A seguir, você pode conferir como utilizar a ferramenta, que autodestrói o conteúdo assim que o destinatário da mensagem fecha a imagem e retorna ao chat. Vale lembrar que o recurso, apesar de ser similar ao de outras plataformas — como as mídias enviadas no chat privado do Instagram ou no chat secreto do Telegram — não envia aviso de print ao remetente.
2 de 5 Tutorial mostra como enviar fotos e vídeos com visualização única no WhatsApp — Foto: Clara Fabro/TechTudo
Tutorial mostra como enviar fotos e vídeos com visualização única no WhatsApp — Foto: Clara Fabro/TechTudo
Passo 1. Abra um chat no WhatsApp e toque sobre o ícone de câmera para enviar uma foto;
3 de 5 Toque sobre o ícone de câmera e selecione a imagem para enviar uma foto pelo WhatsApp — Foto: Reprodução/Clara Fabro
Toque sobre o ícone de câmera e selecione a imagem para enviar uma foto pelo WhatsApp — Foto: Reprodução/Clara Fabro
Passo 2. Selecione a imagem desejada e, antes pressionar o botão de "enviar", toque sobre o novo ícone de timer que aparece ao lado do avião verde. Uma notificação aparecerá na tela indicando que a mídia enviada possui visualização única;
4 de 5 Selecione o ícone de timer ao lado do avião verde antes de enviar a imagem — Foto: Reprodução/Clara Fabro
Selecione o ícone de timer ao lado do avião verde antes de enviar a imagem — Foto: Reprodução/Clara Fabro
Passo 3. Pronto! Agora você pode enviar mídias com visualização única e que se autodestroem pelo WhatsApp. No chat, um balão com o símbolo de um relógio indicará o tipo de conteúdo: se é uma foto ou um vídeo. Quando o destinatário das mensagens visualizar as mídias, o balão aparecerá como "Mensagem aberta", indicando que a foto ou o vídeo já foram visualizados.
5 de 5 As mídias com visualização única aparecerão ao lado de um relógio na conversa — Foto: Reprodução/Clara Fabro
As mídias com visualização única aparecerão ao lado de um relógio na conversa — Foto: Reprodução/Clara Fabro
WhatsApp não envia fotos e vídeos? Entenda os motivos e saiba resolver