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Tuesday, June 1, 2021

Nvidia anuncia GeForce RTX 3080 Ti e 3070 Ti na Computex 2021 - Voxel

Hoje (01), a Nvidia anunciou duas novas placas de vídeo durante a Computex 2021: a GeForce RTX 3080 Ti e a RTX 3070 Ti, novas GPUs que incrementam suas versões originais com maior poder de fogo. A RTX 3080 Ti será comercializada por US$ 1.199 e a RTX 3070 Ti chega por US$ 599. A RTX 3080 Ti chega no dia 3 de junho e a 3070 Ti será lançada no dia 10 de junho. Ainda não há informações de preço e disponibilidade no Brasil.

A ideia é que a RTX 3080 Ti seja o produto mais próximo possível da RTX 3090, uma placa considerada para criadores de conteúdo (e não para gamers). Já a RTX 3070 Ti garante um upgrade de performance que a distancia mais da poderosa da primeira edição (que está bem próxima da RTX 2080 Ti), com 1,5x mais poder de fogo em relação à RTX 2070 Super. Confira:

Além das novas placas de vídeo, a Nvidia aproveitou o espaço para trazer mais novidades de games, como a chegada de DLSS para Red Dead Redemption 2 e Rainbow Six: Siege, e Ray Tracing e DLSS para Doom Eternal e novos jogos anunciados com tecnologias Nvidia.

A RTX 3080 Ti chega no dia 3 de junho por US$ 1.199 e a RTX 3070 Ti chega no dia 10 de junho por US$ 599.

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Covid-19: anticorpos de infectados pela 1ª cepa agem contra variante de Manaus - Planeta - Revista Planeta

Experimentos foram feitos no Instituto de Medicina Tropical da USP com plasma sanguíneo de 60 voluntários infectados em 2020 pela linhagem B.1.1.28 do SARS-CoV-2. Em 84% dos casos, os anticorpos presentes nas amostras foram capazes de neutralizar a nova variante em culturas celulares. Crédito: acervo dos pesquisadores

Testes laboratoriais conduzidos no Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) sugerem que, na grande maioria dos casos, os anticorpos gerados durante uma infecção pela cepa ancestral do novo coronavírus são capazes de neutralizar também a variante P.1, que emergiu em novembro de 2020 na cidade de Manaus (AM) e é considerada mais transmissível.

Os experimentos foram feitos com plasma sanguíneo coletado entre maio e junho do ano passado de 60 voluntários infectados pela linhagem B.1.1.28 do SARS-CoV-2, a primeira identificada no país. Em 84% dos casos, os anticorpos presentes nas amostras coletadas após o 15o dia de infecção foram capazes de neutralizar a P.1 em culturas celulares.

Os dados completos do estudo, financiado pela Fapesp, foram divulgados na plataforma medRxiv e ainda estão em processo de revisão por pares.

“Os resultados sugerem que os indivíduos infectados pela cepa ancestral do SARS-CoV-2 tendem a estar mais protegidos caso se deparem com a nova variante. Isso não elimina o risco de reinfecção, de doença sintomática ou mesmo de morte. De qualquer forma, traz uma mensagem de esperança num momento em que as coisas estão bem complicadas”, afirma Maria Cassia Mendes-Correa, professora da Faculdade de Medicina (FM-USP) e primeira autora do artigo.

Técnica diferente

A pesquisa foi conduzida no âmbito do Programa Corona São Caetano, uma plataforma on-line criada para organizar o monitoramento remoto de moradores com sintomas de covid-19 por equipes de saúde e a coleta domiciliar de amostras para diagnóstico. A iniciativa envolve a Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), a prefeitura local, a startup MRS – Modular Research System e o IMT-USP (leia mais em: agencia.fapesp.br/33604/).

Após terem o diagnóstico confirmado por teste de RT-PCR, os 60 voluntários com sintomas leves incluídos no estudo foram monitorados durante 42 dias e submetidos a coletas semanais de sangue para análise do perfil sorológico. Cada amostra de plasma passava por um ensaio de vírus-neutralização (VNT), procedimento que envolve o cultivo do SARS-CoV-2 in vitro e, por esse motivo, requer estrutura laboratorial com alto nível de biossegurança.

Diferentemente dos testes laboratoriais comuns, que detectam a presença dos anticorpos IgM (imunoglobulina M, o primeiro a ser produzido na fase aguda) e IgG (imunoglobulina G, que aparece no fim da fase aguda), a técnica VNT permite dosar no plasma a quantidade de anticorpos neutralizantes – capazes de se ligar à ponta da proteína spike, que é usada pelo SARS-CoV-2 para se conectar com o receptor da célula humana e viabilizar a infecção. Essa região da proteína é conhecida como RBD (sigla em inglês para domínio de ligação ao receptor).

Mutações na proteína

A variante P.1 tem causado preocupação por apresentar mutações na proteína spike – algumas delas na região RBD.

“O anticorpo neutralizante é uma das principais ferramentas antivirais do organismo. Sua produção ocorre gradativamente até alcançar uma quantidade suficiente para abortar a infecção. Na maioria dos pacientes, a curva sobe nas duas primeiras semanas e depois permanece estável”, conta a pesquisadora à Agência Fapesp.

Nos testes feitos com a linhagem B.1.1.28, os anticorpos presentes no plasma coletado de 56 voluntários (90%) conseguiram neutralizar o vírus em cultura. Já no caso da P.1, amostras de 50 participantes (84%) foram bem-sucedidas no teste. Nos dois casos, somente após o 15º dia de infecção houve quantidade suficiente de anticorpos neutralizantes para combater o vírus, sendo que o desempenho frente à cepa ancestral foi superior em todos os momentos avaliados.

“Importante ressaltar que os testes foram feitos com plasma coletado em 2020 e, portanto, não é possível afirmar que hoje essas pessoas estariam igualmente protegidas. Os anticorpos neutralizantes, assim como os do tipo IgG e IgM, tendem a decair com tempo”, explica a pesquisadora.

Testes contra outras variantes

Para dirimir essa dúvida, o grupo do IMT-USP está repetindo os ensaios com amostras de plasma coletadas dos mesmos voluntários 180 dias após a infecção. Os resultados dessa segunda etapa da pesquisa devem ser divulgados em breve.

Além disso, os pesquisadores estão testando o plasma coletado em 2020 contra outras variantes de preocupação, como a B.1.1.7 (descoberta no Reino Unido) e a B.1.351 (da África do Sul).

Embora sejam uma das principais ferramentas do sistema imune para combater o vírus, os anticorpos neutralizantes não são a única, diz Mendes-Correa. “A imunidade celular, mediada por linfócitos [células capazes de reconhecer e destruir o patógeno], é outro mecanismo envolvido na defesa frente ao SARS-CoV-2 e também constitui importante ferramenta nesse processo. Acreditamos que a combinação desses dois mecanismos resulta na nossa capacidade de nos livrarmos de patógenos.”

O artigo Individuals who were mildly symptomatic following infection with SARS-CoV-2 B.1.1.28 have neutralizing antibodies to the P.1 variant pode ser lido em www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.05.11.21256908v1.

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Anticorpos de infectados pela primeira cepa do coronavírus mostram boa atividade contra a P.1 em testes - Agência FAPESP

Anticorpos de infectados pela primeira cepa do coronavírus mostram boa atividade contra a P.1 em testes Experimentos foram feitos no Instituto de Medicina Tropical da USP com plasma sanguíneo de 60 voluntários infectados em 2020 pela linhagem B.1.1.28 do SARS-CoV-2. Em 84% dos casos, os anticorpos presentes nas amostras foram capazes de neutralizar a nova variante em culturas celulares (foto: acervo dos pesquisadores)

01 de junho de 2021

Karina Toledo | Agência FAPESP – Testes laboratoriais conduzidos no Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) sugerem que, na grande maioria dos casos, os anticorpos gerados durante uma infecção pela cepa ancestral do novo coronavírus são capazes de neutralizar também a variante P.1, que emergiu em novembro de 2020 na cidade de Manaus (AM) e é considerada mais transmissível.

Os experimentos foram feitos com plasma sanguíneo coletado entre maio e junho do ano passado de 60 voluntários infectados pela linhagem B.1.1.28 do SARS-CoV-2, a primeira identificada no país. Em 84% dos casos, os anticorpos presentes nas amostras coletadas após o 15o dia de infecção foram capazes de neutralizar a P.1 em culturas celulares.

Os dados completos do estudo, financiado pela FAPESP, foram divulgados na plataforma medRxiv e ainda estão em processo de revisão por pares.

“Os resultados sugerem que os indivíduos infectados pela cepa ancestral do SARS-CoV-2 tendem a estar mais protegidos caso se deparem com a nova variante. Isso não elimina o risco de reinfecção, de doença sintomática ou mesmo de morte. De qualquer forma, traz uma mensagem de esperança num momento em que as coisas estão bem complicadas”, afirma Maria Cassia Mendes-Correa, professora da Faculdade de Medicina (FM-USP) e primeira autora do artigo.

A pesquisa foi conduzida no âmbito do Programa Corona São Caetano, uma plataforma on-line criada para organizar o monitoramento remoto de moradores com sintomas de COVID-19 por equipes de saúde e a coleta domiciliar de amostras para diagnóstico. A iniciativa envolve a Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), a prefeitura local, a startup MRS - Modular Research System e o IMT-USP (leia mais em: agencia.fapesp.br/33604/).

Após ter o diagnóstico confirmado por teste de RT-PCR, os 60 voluntários com sintomas leves incluídos no estudo foram monitorados durante 42 dias e submetidos a coletas semanais de sangue para análise do perfil sorológico. Cada amostra de plasma passava por um ensaio de vírus-neutralização (VNT), procedimento que envolve o cultivo do SARS-CoV-2 in vitro e, por esse motivo, requer estrutura laboratorial com alto nível de biossegurança.

Diferentemente dos testes laboratoriais comuns, que detectam a presença dos anticorpos IgM (imunoglobulina M, o primeiro a ser produzido na fase aguda) e IgG (imunoglobulina G, que aparece no fim da fase aguda), a técnica VNT permite dosar no plasma a quantidade de anticorpos neutralizantes – capazes de se ligar à ponta da proteína spike, que é usada pelo SARS-CoV-2 para se conectar com o receptor da célula humana e viabilizar a infecção. Essa região da proteína é conhecida como RBD (sigla em inglês para domínio de ligação ao receptor).

A variante P.1 tem causado preocupação por apresentar mutações na proteína spike – algumas delas na região RBD.

“O anticorpo neutralizante é uma das principais ferramentas antivirais do organismo. Sua produção ocorre gradativamente até alcançar uma quantidade suficiente para abortar a infecção. Na maioria dos pacientes, a curva sobe nas duas primeiras semanas e depois permanece estável”, conta a pesquisadora à Agência FAPESP.

Nos testes feitos com a linhagem B.1.1.28, os anticorpos presentes no plasma coletado de 56 voluntários (90%) conseguiram neutralizar o vírus em cultura. Já no caso da P.1, amostras de 50 participantes (84%) foram bem-sucedidas no teste. Nos dois casos, somente após o 15o dia de infecção houve quantidade suficiente de anticorpos neutralizantes para combater o vírus, sendo que o desempenho frente à cepa ancestral foi superior em todos os momentos avaliados.

“Importante ressaltar que os testes foram feitos com plasma coletado em 2020 e, portanto, não é possível afirmar que hoje essas pessoas estariam igualmente protegidas. Os anticorpos neutralizantes, assim como os do tipo IgG e IgM, tendem a decair com tempo”, explica a pesquisadora.

Para dirimir essa dúvida, o grupo do IMT-USP está repetindo os ensaios com amostras de plasma coletadas dos mesmos voluntários 180 dias após a infecção. Os resultados dessa segunda etapa da pesquisa devem ser divulgados em breve.

Além disso, os pesquisadores estão testando o plasma coletado em 2020 contra outras variantes de preocupação, como a B.1.1.7 (descoberta no Reino Unido) e a B.1.351 (da África do Sul).

Embora sejam uma das principais ferramentas do sistema imune para combater o vírus, os anticorpos neutralizantes não são a única, diz Mendes-Correa. “A imunidade celular, mediada por linfócitos [células capazes de reconhecer e destruir o patógeno], é outro mecanismo envolvido na defesa frente ao SARS-CoV-2 e também constitui importante ferramenta nesse processo. Acreditamos que a combinação desses dois mecanismos resulta na nossa capacidade de nos livrarmos de patógenos.”

O artigo Individuals who were mildly symptomatic following infection with SARS-CoV-2 B.1.1.28 have neutralizing antibodies to the P.1 variant pode ser lido em www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.05.11.21256908v1.
 

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WhatsApp diz que não vai mais limitar funções para quem não aceitar novos termos de privacidade - Jornal O Globo

RIO - Após avisar a seus usuários que limitaria funções caso os termos da nova politica de privacidade não fossem aceitos, enviando lembretes insistentes para que concordassem com a mudança, o WhatsApp deixou de lado a medida, ao menos no momento.

Num tira-dúvidas atualizado em seu site oficial, o aplicativo diz que, com a adoção dos novos termos, aplicados no último dia 15 de maio, "não apagaremos nenhuma conta, e ninguém perderá acesso aos recursos do WhatsApp por causa dessa atualização".

Veja:  Afinal, o que muda com a nova política de privacidade do WhatsApp? Tire suas dúvidas

Segundo o WhatsApp, como a maioria dos usuários já aceitou a atualização, "continuaremos a exibir uma notificação no WhatsApp para fornecer mais informações sobre a atualização e como um lembrete para aqueles que não tiveram tempo de revisar e aceitá-la." Mas, frisa, "no momento, não temos planos para exibir esses lembretes de maneira persistente nem para limitar as funcionalidades do app."

Além disso, os usuários que não aceitaram a atualização "terão oportunidades para fazê-lo diretamente no app, como ao registrar-se novamente no WhatsApp ou ao usar pela primeira vez um recurso relacionado a essa atualização", acrescenta o aplicativo.

Dinheiro: WhatsApp libera transferência pelo app. Veja como ativar a função e tire suas dúvidas

De acordo com o site The Next Web, o WhatsApp disse num comunicado que, depois de "recentes discussões com várias autoridades e especialistas em privacidade, queremos deixar claro que atualmente não temos planos de limitar a funcionalidade do WhatsApp para aqueles que ainda não aceitaram a atualização. Em vez disso, continuaremos a lembrar os usuários de tempos em tempos sobre a atualização".

Leia:  WhatsApp libera opção para acelerar mensagens de áudios

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Missão em Marte: As incríveis imagens dos primeiros 100 dias de robô da Nasa no planeta vermelho - G1

O rover Perseverance da Nasa está comemorando 100 dias marcianos (ou sóis) desde o pouso em Marte — Foto: Nasa

O rover Perseverance da Nasa está comemorando 100 dias marcianos (ou sóis) desde o pouso em Marte — Foto: Nasa

O rover Perseverance da Nasa está comemorando 100 dias marcianos (ou sóis) desde o pouso em Marte, onde está procurando por sinais de vida microbiana passada e investigando a geologia do planeta e o clima anterior.

Desde o pouso em 18 de fevereiro, o robô capturou algumas imagens incríveis em torno de seu local de pouso, a cratera de Jezero, uma depressão de impacto de 49 km ao norte do equador do Planeta Vermelho.

Nasa divulga vídeo de pouso do robô Perseverance em Marte

Nasa divulga vídeo de pouso do robô Perseverance em Marte

Um pequeno helicóptero, o Ingenuity, também transmitiu imagens aéreas, tendo feito história com os primeiros voos motorizados e controlados em outro planeta.

Aqui está uma seleção de fotos enviadas da missão até agora.

Em 6 de abril, a Perseverance usou a câmera Watson (Sensor Topográfico de Grande Angular para Operações e eNgineering) para tirar esta selfie ao lado do helicóptero Ingenuity. Esta foto é composta por 62 imagens individuais que foram costuradas depois de enviadas para a Terra — Foto: Nasa

Em 6 de abril, a Perseverance usou a câmera Watson (Sensor Topográfico de Grande Angular para Operações e eNgineering) para tirar esta selfie ao lado do helicóptero Ingenuity. Esta foto é composta por 62 imagens individuais que foram costuradas depois de enviadas para a Terra — Foto: Nasa

Dias antes, o Ingenuity havia sido lançado da parte de baixo do veículo espacial — Foto: Nasa

Dias antes, o Ingenuity havia sido lançado da parte de baixo do veículo espacial — Foto: Nasa

Em 7 de maio, o Ingenuity atingiu uma altura de 10m, antes de voar 129m para um novo local de pouso — Foto: Nasa

Em 7 de maio, o Ingenuity atingiu uma altura de 10m, antes de voar 129m para um novo local de pouso — Foto: Nasa

A Ingenuity fotografou o Perseverance durante seu terceiro vôo. Na época, o mini-helicóptero estava a cerca de 85 m do rover e voando lateralmente a uma altitude de 5 m. Um dos pés do Ingenuity também é visível na borda da imagem, logo abaixo do veículo espacial. — Foto: Nasa

A Ingenuity fotografou o Perseverance durante seu terceiro vôo. Na época, o mini-helicóptero estava a cerca de 85 m do rover e voando lateralmente a uma altitude de 5 m. Um dos pés do Ingenuity também é visível na borda da imagem, logo abaixo do veículo espacial. — Foto: Nasa

O rover Perseverance tem financiamento inicial para operar por um ano de Marte, cerca de dois anos terrestres.

VÍDEOS: Os 50 anos da chegada do homem à Lua

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Google Fotos encerra armazenamento ilimitado nesta terça; saiba o que acontece com sua conta - G1

Google Fotos — Foto: Victor Hugo Silva/G1

Google Fotos — Foto: Victor Hugo Silva/G1

O Google Gotos encerra nesta terça-feira (1º) o armazenamento ilimitado para fotos e vídeos em alta definição. Agora, esses arquivos também contarão para o espaço disponível no serviço.

A mudança foi anunciada pelo Google em dezembro de 2020. Na ocasião, a empresa afirmou que a medida era necessária por conta de uma alta na demanda por armazenamento.

A plataforma continuará oferecendo 15 GB grátis e 2 GB adicionais para usuários que realizaram uma verificação de segurança. No entanto, mais arquivos serão considerados neste limite.

Fim do armazenamento ilimitado

No Google Fotos, é possível armazenar arquivos de duas formas: em qualidade original, que salva fotos e vídeos na resolução com que foram feitos, e em alta definição, que, apesar do nome, reduz levemente a qualidade dos arquivos para eles ficarem mais leves.

A plataforma já contabiliza no limite de cada usuário o espaço ocupado por fotos e vídeos em qualidade original. Os arquivos em alta definição salvos a partir desta terça-feira (1º) também serão considerados – os que foram armazenados anteriormente seguem sem contar para o limite.

Segundo o Google, a maioria dos usuários não será afetada pela mudança no curto prazo. A empresa afirma que, pelo ritmo atual de armazenamento, 80% dos usuários poderão manter o plano gratuito nos próximos três anos.

Quanto custa o plano pago?

O espaço gratuito oferecido para o Google Fotos também serve para armazenar informações do Gmail e do Google Drive. Os usuários que ultrapassam este limite e desejam permanecer no serviço do Google precisam assinar o plano pago do serviço.

Os preços do Google Fotos variam de R$ 6,99 mensais (100 GB) e R$ 34,99 mensais (2 TB).

Além dele, outros serviços de armazenamento oferecem planos gratuitos e, depois de um certo consumo, exigem a adoção de assinaturas.

O OneDrive, da Microsoft, oferece 5 GB grátis e tem planos pagos de R$ 9 mensais (100 GB) a R$ 35 mensais (6 TB), no plano familiar.

O iCloud, da Apple, também libera 5 GB gratuitos. Os planos pagos do serviço ficam entre R$ 3,50 por mês (50 GB) e R$ 34,90 por mês (2 TB).

Como liberar espaço no Google Fotos

Em alguns casos, para se manter dentro do limite gratuito e não precisar do plano pago do Google Fotos, será preciso apagar alguns arquivos da conta.

Uma das alternativas é excluir fotos e vídeos manualmente, analisando tudo o que está armazenado na conta. Outra opção é usar um recurso oferecido pelo aplicativo. Veja como liberar espaço da sua conta no Google Fotos:

  1. Na tela inicial do aplicativo no Android ou iOS, toque em sua foto de perfil;
  2. Selecione o item "Armazenamento da conta";
  3. Busque a seção "Analisar e excluir";
  4. Acesse uma das categorias e exclua as imagens desejadas.

Com esta opção, o Google Fotos ajuda a remover rapidamente fotos e vídeos muito pesados, fotos desfocadas, capturas de tela e arquivos de outros apps. A medida ajuda a aliviar o espaço ocupado pelos arquivos para se distanciar da necessidade de aderir a uma assinatura.

Veja dicas para se manter seguro on-line

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Morre Sérgio Mascarenhas, fundador da UFSCar e da Embrapa de São Carlos - ACidade ON


Sérgio Mascarenhas é considerado o 'mestre dos cientistas'. Foto: Reprodução EPTV

Morreu nesta segunda-feira (31) o físico Sérgio Mascarenhas, aos 93 anos. O professor sofreu uma parada cardiorrespiratória na última sexta-feira (28), foi internado no Hospital São Paulo, em Ribeirão Preto (SP), mas acabou não resistindo. A informação foi confirmada pela neta dele, Sarah Mascarenhas. 

Em São Carlos, criou o Instituto de Física e Química da Universidade de São Paulo (IFQSC/USP) e a Embrapa Instrumentação. 

Além disso, também foi um dos idealizadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), onde criou o curso de Engenharia de Materiais, o primeiro na América Latina.   

Mascarenhas será enterrado em São Carlos. Ainda não há informações sobre o horário do velório. 

Matéria em atualização 

Carreira acadêmica

O Prof. Sérgio Mascarenhas possui graduação em Física pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1952) e graduação em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1951). Foi Professor Titular da Universidade de São Paulo, no Instituto de Física e Química de São Carlos. Professor visitante nas Universidades de Princeton, Harvard, MIT (EUA). Professor visitante na Universidade Nacional Autonoma e Centro de Estudios Avanzados (México). Professor visitante no Institute of Physical and Chemical Research (Japan). Professor visitante na London University (RU). Professor visitante no Inst. Center for Theoret. Physics Trieste e Univ.de Roma (Itália). 

Fundou e dirigiu o IFSC/USP em 1971 e 1972. Fundou e dirigiu o Centro Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária em São Carlos (EMBRAPA). Cooperou na fundação da Universidade Federal de São Carlos e na criação do curso de Engenharia de Materiais. Fundou e dirigiu o Fórum Unicamp (Universidade de Campinas).  

Fundou e dirigiu a Fundação de Pesquisas Adib Jatene (Instituto Cardiologia Dante Pazzanese SP). Implantou e dirigiu cursos de biofísica e física médica no ICTP (Trieste, Itália) a convite do Premio Nobel Abdus Salam. Foi Coordenador de Projetos do Instituto de Estudos Avançados do IFSC/USP. Fundou e dirigiu o Programa Internacional de Estudos e Projetos para a América Latina no Instituto de Estudos Avançados da USP São Carlos. 

Foi membro do Conselho Universitário da UNICAMP. Diretor do Programa "Educação e Ensino de Ciências para a América Latina Ford Foundation. Coordenador Geral da Rede de Inovação e Prospecção Tecnológica para o Agronegócio (RIPA)- Min. De Ci. E Tec. (MCT) e IEA-USP-São Carlos. 

Recebeu os seguintes prêmios: Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (Presidência da República); Gugemheim Award (EUA); Fullbright Award (EUA); Yamada Foundation Award (Japão); Professor Emérito do Instituto de Física e Química de São Carlos (IFQSC/USP); Professor Emérito da Universidade Nacional (México); Cátedra Honorária M. Vallarta (México Univ. Nac. Autonoma); Cidadão Honorário da cidade de São Carlos; Personalidade do Ano (Sindicato dos Engenheiros de São Paulo); Prof. Emérito, Conferido pela Congregação do IFSC/USP (1999); Prêmio de Mérito Científico, na classe de Grã-Cruz, outorgado pelo Excelentíssimo senhor Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, em 15 de agosto de 2002. Prof. Honorário do Instituto de Estudos Avançados da USP, desde 14 de agosto de 2003. Peão da Tecnologia, homenagem da Fealtec, pela criação dos grupos de pesquisas pioneiros que resultaram no Polo de Alta Tecnologia de São Carlos (2003). Homenagem recebida no lançamento da Revista USP 70 Anos, em 18 de maio de 2006. Voto de Aplauso pelo Prêmio de Pesquisador Emérito do CNPq, pelo seu trabalho e pelo pioneirismo em favor da ciência brasileira, outorgado pelo Senado Federal, senador: Arthur Virgílio (2006). Fundação Conrado Wessel de Ciência e Cultura 2006, premiado na modalidade de Ciência Geral. Doutor "honoris causa" pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) (2012). Doutor "honoris causa" pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) (2013). 

Com informações do IFSC/USP. 

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Apple lança sistema antirroubo para iPhone; saiba como ativar - G1

1 de 1 iPhone ganha nova configuração para evitar roubos — Foto: Bagus Hernawan/Unsplash iPhone ganha nova configuração para evitar...